Já que falei de 5 capas gringas, vamos falar de 5 capas nacionais?
Débora Falabella foi a escolhida para a segunda capa da Glamour Brasil. Como a primeira a capa não é incrível mas, de alguma maneira, a coisa melhorou um pouco. Vou continuar esperando capas mais jovens e ficar torcendo pra desencanarem desse tanto de rosa.
Quer ver vídeo de bastidores? Dá o play aqui em baixo.
A GQ em sua capa 14 vem de Ronaldo na versão empresário. Olha, sei não, mas achei a capa tão brucutú. Ronaldo é um fenômeno da mídia, tá mais do que acostumado com câmeras fotográficas. Certeza que renderia mais.
Numa tentativa de reeditar a capa de Andrea Beltrão – será mesmo? – a Lola deste mês traz a maravilhosa Carolina Ferraz e muito vermelho. Se a estrela não tivesse tentando morder a flor, diria que esta capa era forte candidata às melhores do ano.
A Marie Claire aposta em Tais Araújo e dá uma capa lindona para suas leitoras – a versão para assinantes é ainda mais bonita, mas só tem
fotinho micro na internet. E, me conta, tem coisa mais linda que esse contraste da pele negra com a roupa branca? Chique até dizer chega!
A Estilo, que há muito não aparecia por aqui, vem de Ana Hickmann que andava meio sumida de grandes capas. A menina dos olhos da Record tem frequentado revistas mais lado B que as gigantes da Editora Abril, coisas de quem não frequenta os corredores globais, né? Mas, voltando a falar da capa, tá boa não, né? Erraram feio na proporção desse Peplum Top e a coisa tá mais armada do que deveria. Ah, a diagramação das chamadas tá menos feia que o normal, né?