Em fevereiro, não será só na capa da Status que Raquel Zimmerman exibirá seu belo e alvo corpinho. A supertop é capa da s/n° assim:
Fonte: HoM
Em fevereiro, não será só na capa da Status que Raquel Zimmerman exibirá seu belo e alvo corpinho. A supertop é capa da s/n° assim:
Fonte: HoM
A i-D, em sua edição Pre-Fall 2011 traz 5 capas ótimas para as bancas. Além de belas fotos, também temos um supertime de modelos. Capitaneadas por Gisele, a escalação traz Raquel Zimmermann, Natasha Poly, Riley Keough e Lindsay Wixson.
O Thiago já postou as fotos do ensaio principal da Vogue Itália de março, por Steven Meisel. A brasileira Raquel Zimmermann também aparece na edição, no editorial “Make your style”, em fotos de Mario Sorrenti.
Raquel está linda, com o rosto agelical e cabelos enroladíssimos. Mas, a identidade ficou andrógina – o que gosto muito. O trabalho é de um cuidado e uma beleza ímpar: contraste claro e escuro, escala de cinza, style e modelo.
Il Piccolo Principe
Ontem, o stylist Matheus Mazzafera tuitou “Minha BFF Iza Goulart na revista Purple! Tá de matar de linda! Te amo Iza!”, junto com as fotos abaixo:
… eu também adoraria ver as minhas BFFs em fotos assim
Confesso que tive que googar para me informar melhor, porque até então só lembrava do ensaio da Raquel Zimmermann na francesa Purple Fashion, que rolou por volta de setembro do ano passado. Só assim descobri que de seis em seis meses a revista publica o Purple Naked, um editorial que desnuda tops em fotos de Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadi. Ou seja, rolou dobradinha brasileira.
Izabel Goulart também estará na Vogue Nippon de março, numa capa repleta de exageros: tanto de produção de moda, quanto de arte e diagramação (com direito a estampa de peles no nome da revista). Mas absolutamente nada supera o topete, que deixou a cabeça da modelo desproporcional ao restante do corpo.
Adriana Lima, sempre too sexy na foto – over sexy para grande parte dos fashionistas –, está irreconhecível na capa da Vogue Brasil de fevereiro. Sem carão, sem beicinho, sem morenice (efeito MJ?). Mas LINDA como sempre.
Like an angel
As capas da Vogue Brasil não são mesmo o supra-sumo do amor, mas prefiro mil vezes essas últimas feitas pela Globo (com exceção a da Zimmerman) às últimas feitas pela Carta.
Desperdiçando Raquel Zimmerman à moda Vogue Brasil.
Ingredientes:
- Raquel Zimmerman;
- Henrique Gendre;
- Duda Molinos;
- Luiz Fiod;
- Fundo branco.
Modo de preparo:







A edição de dezembro da Vogue México traz a top Alessandra Ambrosio e a sua irmã Vogue Nippon escolheu a representativa (e como) Gisele Bundchen para estampar a sua primeira capa de 2011.
Sem esse Icons Forever ficaria MUITO melhor
A sensação que fica é que tudo é farinha do mesmo saco. A tipografia da edição mexicana é bem similar à brasileira e, por isso, reforça a crença que há um inflexível guideline latino que limita a atuação do time criativo. As chamadas editoriais raramente evoluem, o que é péssimo para a revista, visto que a imagem por si só quase nunca é capaz de garantir uma bela capa.
Pelo menos, todo mundo há de convir comigo que é nítido uma suave evolução da Vogue Brasil. Para fazer um comparativo, separei duas capas da Raquel Zimmermann: a primeira é a da próxima edição, e a segunda é a de outubro de 2009. Em cerca de um ano, as coisas passaram da água para a (o) __________ (preencha aqui a bebida que quiser). Mas eu jamais colocaria vinho na lacuna porque seria muita, mas muita bondade.
Essa capa de 2009 é M-E-D-O-N-H-A
Enquanto isso, a Elle continua fazendo o dever de casa bonitinho, aproveitando a Zimmermann quase anualmente em suas capas e testando com frequência as composições gráficas. E nem sempre o resultado é bom, mas a experimentação merece reconhecimento.
... e a gente acha o máximo quando a Raquel dá as caras nas bancas
Não existe melhor adjetivo para Raquel Zimmerman, do que o do título. Mas vou te dizer uma coisa, essa capa da Vogue Brasil de dezembro não me empolga.
concorrendo com Ana Beatriz Barros na Elle, quem ganha?
A foto de Henrique Gendre é ok, mas a produção é boba, o cabelo é sem graça, e o fundo branco deixa a coisa ainda mais pobre. Tudo bem que quando impressa, a chamada principal e logo serão douradas e reluzentes, mas ainda assim a nova Vogue ainda não diz a que veio.
A gente sabe que pagar peitinho nunca foi problema para Raquel Zimmerman. A moça já apareceu sem roupa pelas mais diversas revistas e sempre fazendo um trabalho de muito bom gosto. Mas daí que a coisa meio que degringolou…
Ou Raquel e seu agente se esqueceram que ela havia feito tantas fotos sem roupa ou povo fotografou isso em épocas muitos distintas e resolveu soltar tudo agora. Por, assim, se agente de Raquel eu fosse, ficaria meio preocupado se minha modelo mais importante e também a mais importante do mundo, estivesse pelada em quase todos seus últimos editoriais.
E para coroar a saga pelada, chega às melhores bancas do mundo a Purple Fashion F/W 2010, em que a linda brasileira usa apenas um colar ao posar para Inez e Vinoodh.
Acho as fotos despretensiosamente lindas. Com uma luz bonita, em preto e branco suave numas e num colorido praticamente monocromático noutras. Mas, apesar do olhar magnético - da expressão sempre fantástica - o que mais me chama atenção nas fotos é o tanto que Raquel é magra e como se expõe claramente, de maneira quase crua. Sem gracejos cênicos ou luminotécnicos (lembram das sombras da Playboy?)
Nem vou levantar bandeiras sobre saúde, qualidade de vida e bla bla bla, porque não acho que Raquel seja vítima de transtornos alimentares. E é uma moça bem inteligente para cair nessas besteiras. Mas só levanto a questão magreza por ela não parecer ser tão magra quando está vestida. Muito pelo contrário, até enquadrava Raquel no grupo das modelos gostosinhas…
Mas voltando a falar sobre Raquel e sua nudez, queria bem saber o que o povo tem achado dessa coisa de todo mundo pelado em revista de moda. Por que sim, lá fora isso parece ser supertendência… Claro que não sou inocente ao ponto de achar que só agora o povo tá ficando pelado, mas é que, aos meus olhos, parece que agora a coisa está mais explícita. Mais permitido. Ou, sei lá, agora não tem soado tão contestador quando pode ter soado algum dia.
Para fechar o post, algumas imagens do ensaio publicado na Vogue Espanha de setembro, com fotos inspiradas em La Dolce Vita de Fellini, fotografadas por Mariano Vivanco em que Raquel aparece beeeeeeem a vontade.
Neste ensaio, há mais elementos de moda, mais complexidade e textura ao lado de Raquel, talvez por isso, a nudez é menos agressiva/crua.
Independente de qualquer coisa, ver Raquel em cena é um privilégio.