sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Em busca das capa perdidas

É, parece que a VIP está correndo atrás do prejuízo.

Já não era sem tempo...

E quero também:


Fevereiro - Cris Vianna.
Março - Paola Oliveira.
Abril - Sheron Menezes.
Maio - Nathalia Dill.
Junho - Isis Valverde.
Julho - Isabeli Fontana.
Agosto - Mariana Ximenes.
Setembro - Paula Toller.
Outubro - Ana Beatriz Barros.
Novembro - Cleo Pires.
Dezembro - Sandy.

Sonhei? :-)

Trip, nós entendemos a demora...

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... mas, só porque valeu a pena esperar.

Desnecessário deixar seu filho com a sogra

O Leandro já havia antecipado, mas segue um complemento da edição de verão 2010/2011 da n.magazine que acabou de chegar nas bancas de algumas capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Curitiba). O único problema aparente é mesmo a distribuição, porque sério, eles mandam muito bem. E para os pais que deixaram a programação das férias para a última hora, a revista tem 35 páginas com dicas de viagem em família para Buenos Aires, Nova York e Marrocos (!!!).

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Oun, e o cocar de alface?

A diagramação das internas esteticamente é linda. Mas, às vezes, a n.magazine peca na despreocupação da disposição das informações: texto na vertical, fontes infantis bem arredondadas e texto blocado em uma coluna linguiça. Só que a revista tem uma vantagem sob isso, tudo disposto é chamariz para a leitura e pouco passa despercebido. Pô, quem não quer saber quais os programas legais pras crianças em Marrocos? É tipo matar dois coelhos com uma cajadada só, conhecer o país africano e não deixar o filhinho com a sogra nas férias.

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Deu vontade de me reproduzir só pra ir pro Marrocos

A revista tem dois editoriais com a cara do verão. Sendo que um é praiano e retratou o exxxpírito carioca, composto por um pai, duas mães e os seus filhos. E o outro, Summer Times, já tem mais cara de casa/sítio e propõe a moda as usual offwhite, só que convenhamos que não funciona muito bem para a criançada, né?

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Branco não, n.magazine, porque se sujar faz bem

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Normal, normalíssimo

Johnny Depp, esse lindo, estampa a capa duma revistinha sobre TV e cinema chamada TimeOut que vem encartada no The New Zealand Herald. Como a matéria é pra divulgar seu novo filme, O Turista, ele faz a linha bom-moço (de lápis no olho) e tenta fugir do estereótipo de ator-esquisitão.

Gostei dessa capa. Gostei bem. Achei equilibrada, ainda que seguindo os padrões desse tipo de publicação, que tem que ter um monte de informação na capa e geralmente tem um mooooonte de coisa colorida pulando pra lá e pra cá. Neste caso, ela é simplezinha e eficiente.

Gorillaz e Zowie ali não me incomodam, gosto das cores e morro no olhar do Johnny.

heroldtimeout_01Gosto tando do 2D. Quase tanto quanto do Johnny 

E no recheio, Johnny todo cheio cor, todo trabalhando na magia cigana e no charme desse isntrumento esquisito e dessa taça de vinho.

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Não sei se o ensaio é exclusivo, mas é lindo.

Oi Fernanda...

A gente tinha certeza que você não decepcionaria.

Sim, estamos te esperando há alguns dias, até atrasamos a entrada da eleição do Melhor e Pior de 2010 por sua causa. E lógico, você chegou brilhando. Suprema.

Por isso, inicio aqui minha campanha por sua vitória na melhor capa de revistas femininas de 2010. A gente se vê nas bancas e, claro, no topo do pódio.

TPM Fernanda Lima
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om uma família com a dela, não tem como não ser tão serena...

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A gente precisa declarar nosso amor eterno por você e pelas fotos do Murillo Meirelles?

Não, né?

Neon, sedução e nerdismo

O filme Tron: O Legado vai ser mesmo a sensação do verão. Não bastasse invadir os cinemas com seu universo azul neon, o filme ecoou nos quadrinhos da Marvel (que a gente comentou aqui) e não demorou até a Playboy perceber que isso renderia um ensaio, no mínimo, interessante – além de lucrativo. Para e pensa: Tron é voltado para o público nerd. Nerd a-do-ra uma putaria. Bingo: façamos um ensaio inspirado no filme.

A Playboy gringa publicou em seu site um ensaio, exclusivo para assinantes, com a estética do filme. E a produção dá de dez a zero em muito ensaio feito pela edição de papel, com direito a uma direção de arte sensacional, pós produção impecável e até uma moto confeccionada especialmente para o ensaio, igualzinha às usadas pelos heróis do filme.

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playboytron_02   playboytron_03 playboytron_04 playboytron_05                                                 Sonho de todo nerd

Lá no site da Playboy dá pra ver mais fotos (o ensaio completo, com as modelos nuas, é só pra assinantes) e baixar um wallpaper lindão.

Tron: O Legado estreia no Brasil neste fim de semana. Para saber mais sobre o filme, corre lá no Tudo em Geral.

Fotos: Reprodução Playboy

Tá me zuando, né?

“Cara, eu tenho 37 tatuagens no meu corpo. Eu deveria tatuar a palavra “preconceito” depois de tudo o que passei. Preconceito é uma coisa que me acompanha até hoje. Justamente porque não estou preocupado com o que vão dizer sobre mim.”


Tá, Páginas Negras eu até entendo Trip, mas essa foto...

Frota, te juro que não tenho preconceito. Só não tenho um bom conceito sobre sua pessoa. Fazer o que, né?!

Quer ver toda a marra, simpatia e delicadeza da noiva? Dá o play...


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Fiz uma tatuagem

Quando no auge de uma louca paixão
Escrevi na coragem...


TG_Marjorie_Estiano Quando a gente gama
Tudo são flores, amores e blá blá blá


É meus amigos, a voz que deu vida aos versos escritos por Rita Lee é a Trip Girl de dezembro/Janeiro. Sim, isso mesmo que você acabou de ler. Marjorie Estiano, a bonitinha ex-malhação, ex-mocinha das 20h e sempre cantora, tirou a roupa para a alternativa Autumn Sonnichsen ao dar vida a uma prostituta.

Para falar da lindinha, a TRIP convidou Bruno Barreto. Abaixo, um trecho de seu texto:

Não conheço a Marjorie. Só a encontrei no teatro, depois de ver a peça, e uma outra vez na sede de uma produtora em São Paulo, onde ela ensaiava um episódio da minissérie O amor em quatro atos. Ela não poderia ter sido mais tímida; aliás, como todos os grandes atores e atrizes que eu conheço.
Alguém mais está morrendo de ansiedade para ver essa revista? Alguém mais está encantado com essa sucessão boas capas na Trip?

Todas as cores da Rihanna

Rihanna, que tá trabalhando muito pra promover seu mais recente álbum, Loud, tem estampado diversas capas gringas com sua cabeleira vermelha. De todas, uma das mais interessantes é a da Interview desse mês.

Depois de gravar um disco depressivo em 2009 e passar por uma fase dark e em preto-e-branco, Rihanna superou tudo, levantou, sacodiu a poeira, deu a volta por cima e lançou um disco colorido. Daí que como todo produto pop, tudo o que vem acoplado ao lançamento do novo disco vem na mesma onda.

Riri vive num mundo cheio de psicodelia e brilhos. Mas a fase deprê ainda ecoa, no carão e nas roupas de grife, destacados nas fotos em preto-e-branco do miolo da Interview.

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A entrevista que acompanha o ensaio foi feita pelo Kanye West (S2), outro malucão que vive num universo muito particular cheio de cores e depressão. Ou seja, coerência aqui é mato.

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Achei tudo muito bonito, muito rico e muito elegante. Quer ler a entrevista? Clicaqui.

Fotos: Reprodução Ultimate Rihanna

Cê jura...

Que essa capa tá boa?

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prefiro as cores de mentira...

OK, entendo a proposta moderninha da Dazed, entendo a proposta crua do Terry Richardson. Mas não sou obrigado a conviver com essa cor de cabelo, com esses dentes separados, com essa jaqueta de cor horrível, com o ziper aberto em um braço e fechado no outro, nem tão pouco com as chamadas quase ilegíveis pela falta de contraste com a pele da Sookie.

Dazed, tenta outra vez no mês que vem...

domingo, 12 de dezembro de 2010

Companhia pra semana

Domingo entediante como sempre, eis que quem chega em casa pra me fazer companhia? François Sagat. O ator pornô - e agora comercial - desembarcou por aqui pra participar do festival de cinema do Mix Brasil e a Junior, que faz parte do mesmo grupo, aproveitou pra colocá-lo na capa da edição #24.

6a00d8341c4f4c53ef0148c684ff1e970c bem que podia ser a versão carne e osso...

O ensaio é de Marcio Del Nero e o styling é de Caio Gobbi. Me arrisco a dizer que é um dos melhores ensaios publicados na revista atualmente. Os acessórios, o clima e a edição me lembram a Junior do passado, bem mais divertida e sensual do que agora. E tomara que esse clima se repita em 2011!

   pode postar ele ‘atuando’?

Folheei bem rapidamente a revista e gostei do que vi. Tem um monte de listinhas e dicas pro ano que vem, mas o que “comanda” são as entrevistas exclusivas. Tem Jake Shears do Scissor Sisters, Mika, Wanessa, Nany People.

I keep on falling for you, Wanessa, ‘cause you worth it

E é aguardar pra ver se o conteúdo também está tão bom quanto as páginas, que dessa vez estão bem divertidas visualmente. Claro que o verão colabora bastante pra isso.

e acho que nunca vi tanto homem junto numa revista

[Gabi, sua delícia, valeu pelas fotos]

sábado, 11 de dezembro de 2010

Não deu Dilma na Alfa

Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais e agora recém-eleito senador mineiro, estampa a capa da Alfa de dezembro. O político, que há pouco tempo também esteve em destaque na Veja, agora ilustra a edição especial que lista os homens do ano.

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Será que Aécio ganha mesmo todas as eleições em que participa?

Com exceção da capa da segunda edição (Steve Jobs), todas as outras trouxeram brasileiros referências do homem moderno. Aécio, em especial, é jovem demais para a carreira política que tem e, de acordo com a mídia, sabe desfrutar bem da sua beleza e do seu dinheiro.

Gosto da Alfa, mas a revista perdeu pela segunda vez consecutiva a oportunidade fazer uma boa capa. Aécio, por exemplo, aparenta estar muito mais a vontade na Veja à nova em que segura um bebê. Até o sorriso dele é diferente. As fotos em close da primeira edição da masculina da Abril (Galvão Bueno, Marcelo Tas e Daniel de Oliveira) são muito mais bonitas que o quase-plano americano utilizado em Ronaldo Macário e Aécio. E a produção em estúdio, sempre com o mesmo fundo, é humilde. E taí um adjetivo que não deveria combinar com a Alfa.

A diagramação, a quantidade de chamadas editoriais, a combinação de cores, a tipografia e os boxes azuis são horríveis. E confesso que não entendi o bebê na capa. É uma analogia à citação “… a campanha está apenas começando…”? Cheguei a jogar no Google para confirmar se ele foi pai recente, mas tudo que encontrei foram notícias de uma filha adolescente. Apesar de tudo isso, o editorial da revista é sempre muito bom. Mas essa análise vem a parte, num post futuro.

Quanto aos homens do ano, a partir da seleção feita pela Alfa, os usuários podem eleger aquele que mais se destacou em 2010 no site da revista. Pegando carona, o dasBancas separou os favoritos ao título e propõe uma enquete aqui também, basta deixar a sua opinião nos comentários. Então vamos lá: quem deve ser reconhecido como o Homem do Ano de 2010?

politica2esportestv1humorcinemaeconomiaartes

O meu voto já está aqui embaixo!

Banho de água fria

É meus caros, na Playboy de dezembro com Letícia Birkheuer na capa não foi só a estrela quem tomou banho de água fria não. Nós também!

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Diferente do costume, essa é uma edição especial bem econômica. Nestas ocasiões, sempre aguardamos da Playboy uma megaprodução, milhares de fotos e aquele ensaio de cair o queixo.

No ensaio da Letícia tudo vai na contramão desta teoria. A produção é mínima – ok, achei isso bem interessante -, as fotos são limitadas e a sensualidade é quase nula. Tá, é uma mulher nua, completamente nua, em todas as fotos, mas é uma mulher contemplativa, sem nenhuma pitada hot…

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Apesar disso, o ensaio é cheio de fotos lindas. Fotos que, se fizessem parte de um contexto maior, mais provocante, seriam lembradas por muito tempo. Mas por serem o único material do curtíssimo ensaio, ficam sem graça. Sem qualquer apelo.

Outro ponto que precisa ser comentado é a quase totalidade de fotos em preto e branco. E as pouquíssimas coloridas serem quase totalmente dessaturadas. Isso não faz parte da linguagem da revista e, acima de tudo, não agrada aos leitores. Os editores sabem disso, mas pedem para o povo reclamar, né?

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Quando comunicado que Letícia queria um fotógrafo internacional, Edson Aran – o diretor de redação da Playboy –, disse que este precisaria se adaptar à linha editorial da Playboy Brasil. Infelizmente, não consigo ver isso no material apresentado por Greg Lotus: as imagens são extremamente autorais e estão mais para um editorial de beleza do que sensual.

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Acredito, que o maior problema deste ensaio é a edição. A fixação pelas fotos da cachoeira – e em preto e branco! – fizeram o ensaio ficar monótono. Parece que vemos a mesma coisa o tempo inteiro. Prova disso, é o alívio que temos ao ver as duas fotos em que a estrela está com o cavalo. O momento é lindo e merecia um pouco mais de espaço. E, além disso, em apenas uma foto, reproduzida acima, a estrela aparece de olhos abertos, será que fizeram a linha Juliana Knust?

Ao contrário do que algumas pessoas falaram, não acho que falta nudez frontal. É lógico que Letícia não posaria de pernas abertas, mostrando-se pelo avesso. Isso não combina com estrelas de seu porte. Sim, Letícia é uma grande estrela, talvez não tão conhecida no Brasil, mas bastante reconhecida fora daqui por seu trabalho de modelo.

Outra coisa que não concordo é com o tal "para ter estrelas do porte de Letícia, a revista precisa se sujeitar a suas vontades". Ok, até concordo que a revista precisa ouvir grandes estrelas (e viva Fernanda Young!), mas existe uma coisa maior que elas, que fotógrafos internacionais: o peso do nome Playboy e sua linha editorial. Isso não pode ser subjugado. E, este mês, apesar do belo ensaio, foi.



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