















Nesta edição, as bonitas Candice Swanepoel, Lindsay Ellington, Erin Heatherton e Lily Aldridge aparecem com pouquíssima roupa (e, bem dizendo, lindas lingeries) para agradar ao leitor da revista. Tudo registrado pelos cliques de Vicent Peters.Ninguém duvida que a Veja dessa semana vai vender muito, né?
A Serafina de janeiro reuniu os cantores que estão mudando a cara da música brasileira, num editorial com looks e canções em clima de festa. A seção de moda é assinada por Vivian Whiteman, com fotos de Klaus Mitteldorf.
Cada imagem está acompanhada de um pequeno texto de apresentação do respectivo cantor, oportunidade boa para a massa conhecer e ouvir a turma aqui de baixo. E por que não aproveitar para dividir com os leitores do dasBancas?
… esse @thiagopethit, ein?
Pequeno Príncipe: Thiago Pethit – www.thiagopethit.com
Voz em brasa: Helio Flanders – www.myspace.com/vanguart
A rua é ele: Emicida – www.myspace.com/emicida
Gata elétrica: Flora Matos – www.myspace.com/floramatosmc
Doce, doce, doce: Tiê – www.tiemusica.com
Ela é uma flor: Tulipa Ruiz – www.myspace.com/tuliparuiz
Só começando: Marcelo Jeneci – www.myspace.com/jeneci
Iluminada: Lurdez da Luz (vocalista da Mamelo Sound System) – www.myspace.com/lurdezdaluz
Mente que voa: Tatá Aeroplano (vocalista da Cérebro Eletrônico) – www.cerebrais.com.br
Eu poderia estar matando, estar roubando falar de como a Adele merece uma capa bacana da Billboard, porque tá chegando com tudo nas paradas americanas, ou sobre o quanto a voz dela é marcante e bonita.
Também poderia dizer que não é só a Billboard brasileira que de vez em quando caga feio nas capas, a gringa também. Ah, sim, eu deveria elogiar a Bb por dar espaço (capa né, quer mais espaço?) pros novos artistas e poderia finalizar o post falando que gostei bastante da capa da Adele.
Mas ao ver a cantora britânica, toda linda, fazendo cover de Marco Antônio de Biaggi na última edição da maior referência do mercado fonográfico, fiquei sem palavras.
Não vou entrar no mérito de eu ser fã da Paris Hilton, um porque não convém, dois porque não cabe no post e três pra não render polêmica desnecessária.
Assim, minha linda faz sua estreia no dB (como assim? poisé) ao lado do nosso fotógrafo controverso preferido (temos uma sessão especial pra ele, lembra?). Aliás, taí uma palavra que define muito bem tanto Paris quanto Richarlysson Richardson: controverso. Com ambos não dá pra ficar em cima do muro: ou você ama ou odeia.
O mais legal (novamente serve pros dois) é que esse amor ou ódio pode ser passageiro. Hoje você odeia, amanhã você morre de amores. Exemplo: Nojinho de Paris sem calcinha bebassa nas buatches, amor eterno por ela pulando o muro de casa porque não tinha chave. Ou o pavor causado pela capa da Dazed com a Anna Paquim e a paixão instantânea por esse ensaio da LiLo (minha outra linda).
Enfim, vamos ao que interessa. Paris anunciou, nego duvidou, Terry se calou e a Vogue Turquia publica, na edição de fevereiro, um ensaio de capa feito pela dupla. Começa agora mais um We S2 Terry (e pra mim, I S2 Paris).
No que deu pra ver até agora (a capa da revista, uma foto de divulgação e um vídeo de making of), tudo aqui é o clichê do clichê. E isso não é ruim, pelo contrário. Temos Paris sendo Paris – fazendo aquelas carinhas de inocente e de piranha, com aquele batom vermelho característico, e Terry sendo o safado de sempre, colocando a bunita pra brincar de carrinho, de cachorrinho, fazer caras e bocas e usar seus característicos óculos.
Não sabe ler turco? Paris e Terry tão te mandando um beyjos
Abaixo a foto que Paris tuitou e o making of do ensaio:
Quem tá doido pra ver o material inteiro põe-o-de-do-a-qui!
Como já contamos e mostramos, Rodrigo do BBB apareceu na G duas vezes e, agora, numa onda Playboy da Antonela, eles decidiram aproveitar os arquivos para faturar em cima do BBB.
Mas, para não ficar apenas com cara de lanche requentado, decidiram fazer 5 opções de capa e mandar o povo decidir qual vai para a banca. Super legal! Só que não...
Porque, olha, MEDO destas propostas de capa:
A mais interessante é a do menino sentado no banheiro, aqui em baixo, mas aí...
O povo mete (ui), a sombra mais tosca do planeta na bunda (ui) do menino para que as 'partes' não ficassem de fora na capa. O problema é que os pés ficaram flutuando e eles nem ligaram...
A Riders Magazine chegou ao mercado brasileiro em novembro do ano passado e – que feio – a gente deixou ela de lado. Talvez pelo fato da revista ter uma pegada tão específica, quase ninguém prestou atenção nela, o que nos exime do sentimento de culpa. Mas vamos lá.
A Riders é uma masculina, mas não uma masculina qualquer. Não é qualquer “macho” que vai curtir a revista. Tem que ser macho e apaixonado por motos. O que difere a Riders das outras publicações voltadas para esse público motociclista é que ela tem uma pegada mais moderna e bem humorada, com ensaios sensuais e matérias de comportamento.
Isso talvez (leia bem: talvez) garanta uma média-longa vida à revista, já que ela supre duas necessidades dessa galera: a necessidade de informação especializada e a vontade de ver mulher bonita em trajes mínimos.
Versão brasileira de uma conceituada publicação italiana, a Riders quer se firmar no mercado brasileiro, mas sinceramente não sei se a revista vai conseguir sair do estigma de “revista sobre motos”, ainda que seja muito mais do que isso.
Nas duas primeiras edições, capas com celebridades pop. Bruce Willis (confesso, tive um comichão com essa capa) e Dr. House Hugh Laurie chamam atenção não só do público alvo como de outras pessoas, que comprariam a revista mesmo sem necessariamente gostar de motos. Ao mesmo tempo, é inegável que as capas são bacanas e capazes de gerar identificação com os motoqueiros. Ponto pra Riders.
Na terceira edição, temos a primeira capa “especializada” de fato, com o piloto sensação Ben Spies, numa matéria sobre o MotoGP 2011. Mesmo sem uma super celeb na capa, a Riders manteve o nível estético e convidativo das edições anteriores. Outro ponto positivo!
E se nas capas e nos temas a Riders tem acertado, infelizmente não dá pra dizer o mesmo dos ensaios sensuais. E olha que, nas duas primeiras edições foram nomes grandes hein? Gianne Albertoni e Ellen Jabour se esforçaram, mas não deram o seu melhor para fotógrafos que não fizeram o seu melhor em produções que deviam ser melhores. Tudo muito cheio de boa vontade, mas como sabemos, de boas intenções as bancas já estão cheias.
O da Ellen ainda passa. O da Gianne…
De toda forma, entre mortos e feridos salvam-se todos e a Riders leva estrelinha por pelo menos tentar dar uma sacudida e oferecer material diferenciado para os leitores. Tá no caminho certo. Tomara que dure.
Ficou curioso? Aqui da pra ler a primeira edição na íntegra. Corre lá.
Sejaa? Genética boa mesmo.
Gisele por Lagerfeld para a Harper’s Bazzar espanhola.
Demi Moore chegou hoje ao Brasil, acompanhando Ashton Kutcher, que desfila para a Colcci no domingo (30/01), no SPFW.
Será que é pedir muito para Demi Moore, além de inevitavelmente sair em todas as revistas de fofoca, ser capa de uma feminina nacional? Torço para que alguma mensal consiga tamanha proeza.
Adriana Lima, sempre too sexy na foto – over sexy para grande parte dos fashionistas –, está irreconhecível na capa da Vogue Brasil de fevereiro. Sem carão, sem beicinho, sem morenice (efeito MJ?). Mas LINDA como sempre.
Like an angel
As capas da Vogue Brasil não são mesmo o supra-sumo do amor, mas prefiro mil vezes essas últimas feitas pela Globo (com exceção a da Zimmerman) às últimas feitas pela Carta.