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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Cretinice 4 x 0 tesão

Pelo quarto* mês consecutivo – replay: quarto mês consecutivo –, a VIP publica um ensaio de capa sem uma gota sequer de sensualidade. A concorrência direta parece não ter feito mesmo bem para a revista que outrora era a principal do segmento. Se em novembro não tivermos um ensaio incrível, com uma mulher idem (minha torcida vai para Isis Valverde), 2012 terá tudo para se tornar o pior ano da VIP, deixando para trás até aquele período negro lá de 2003/2004 comandado pelo Felipe Zobaran.
 Sou séquisi?
Sheilla Castro, assim como a maioria de nossas atletas, pode ser linda em ação, sexy dentro de seu microuniforme superapertado, mas em fotos sensuais parece um peixe fora d'água. Além do fator "fotogenia zero" nítido já nas fotos de divulgação, Sheilla ficou meio mondronga nas fotos impressas, uma coisa meio bonecão-do-posto. Se a direção criativa for competente – o que aconteceu, por exemplo, na Playboy da Mari Paraíba –, a falta de jeito pode ser disfarçada e o todo superar uma ou outra cara de nada. Mas como "direção criativa competente" e "revista VIP" numa mesma frase não combina, temos em outubro mais um ensaio cretino para a coleção. Até quando, VIP?
Tão séquisi que ZZZzzzZZZzzzZZZzzz
* UPDATE:
Não gosto dos quatro últimos ensaios da VIP e não dos últimos cinco como tinha escrito mais cedo. Aliás, Leandra Leal é sem dúvida alguma o melhor ensaio de 2012 da VIP.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Você reconhece Debby Gram?

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e essa barriga, Brasil?

A Rolling Stone desse mês tem um tanto de coisa legal, a começar pela matéria de capa. Sim, a conversa com Déborah Secco está bem bacana e as fotos que a acompanha também. Mas alguns outros detalhes fizeram meus olhos brilhar ao abrir o exemplar que trouxe para casa.

P1030699 NINA! Te amo!

P1030684P1030687P1030700 Céu, Gaga e Honey B., também amo vocês…

P1030689 Mas Ney, meu coração é todo seu!

Além desses pequenos detalhes que destaquei aqui, uma outra coisa me chamou muita atenção na revista: O ensaio de moda clicado por Debby Gram, que é cheio de seu DNA.

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Debby formou-se em letras, trabalhou muitos anos na Vogue - como assistente de Giovanni Frasson - e, logo começou a fotografar. Suas imagens têm essa cara que estamos vendo aí em cima: luz etérea, aura antiguinha e uma sensação de simplicidade, mesmo quando são ensaios mais elaborados e produzidos.

Essa homogeneidade do trabalho de Debby em editorias de moda (pode procurar alguma TPM, sempre tem coisa dela), me incomoda um pouco, mas é inegável que o resultado é sempre bem bonito.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Melhor e Pior Capa de Variedades

MELHORES

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INKED
Leandra Leal foi uma das grandes musas das bancas de 2010. Linda, magra e tatuada, a atriz mostrou seu lado sexy na bela capa preta da Inked. GATA!

SERAFINA
Fotografia de Debby Gram, direção criativa de Ronaldo Fraga, cores primárias, make cênico e alusão à Disney foram os ingredientes necessários para colocar a bonequinha Fernanda Takai e sua capa da Serafina na lista de melhores do ano.

ROLLING STONE

As “celebridades” tupiniquins têm medo do ridiculo. Como o Bial é um cara inteligente e não se enquadra no grupinho anteriormente citado, aparece assim: escovando os dentes na capa da Rolling Stone Brasil.




PIORES

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ESPN

Personagens do esporte não são os melhores modelos do mundo, mas tenho certeza que com tempo e boa vontade a ESPN conseguiria fazer mais que isso.

ROLLING STONE
Nada contra loiras que falam de Deus e cantam axé, mas essa capa da Rolling Stone não ficou boa, não. Molhada, pop e (mal)fotografada pelo craque Klajmic, Claudia Leitte só conseguiu ficar ainda mais forçada.

BILLBOARD
A Billboard Brasil é tão irrelevante que, confesso, não lembramos dela nos piores de 2009. Mas essa capa pavorosa dos BEP não saiu da nossa cabeça durante o ano inteiro. Dura de esquecer.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Conhecendo sãopaulo

A Folha de São Paulo atualmente conta com cinco revistas em seu portfólio complementar: Serafina, Lugar, Guia Folha, Da Hora e sãopaulo. Apesar do jornal ter distribuição nacional, a maioria dos títulos tornam-se inacessíveis para quem está fora do estado de São Paulo – o que é uma pena principalmente para a Serafina, que não limita territorialmente seu editorial e tem trabalho gráfico incrível. Os mesmos elogios cabem à sãopaulo, mas a limitação estadual é justificável por sua também função de roteiro da semana, com sugestões de teatro, dança, música, cinema e por aí vai.

A Serafina já teve seu lugar algumas vezes aqui no dasBancas, por isso reservei o post de hoje para falar da sãopaulo. A revista teve sua primeira edição em 06 de junho de 2010 e completa o jornal de domingo com dicas e reportagens de temas variados sobre tudo que movimenta São Paulo.

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Confesso que não tinha dado valor à sãopaulo até a edição da semana passada que trouxe Laura Neiva na capa. Coincidentemente tinha acabado de assistir o ensaio aberto da peça “Ligações Perigosas”, em que Neiva é um dos destaques, e ainda estava impressionado com o trabalho da jovem atriz de 17 anos. Talvez você não a reconheça pelo nome, mas com certeza já deve ter assistido “À Deriva”. E a capa veio com a atriz no timing certinho, na semana de estreia da peça.

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A capa tá entre as minhas favoritas de 2010

A matéria de capa apresenta a curiosa história de Laura Neiva, que foi descoberta no Orkut por dois produtores de elenco. E a leitura é super válida porque a atriz deve assinar com a WME, uma das maiores agências de entretenimento no mundo, e promete fazer sucesso no exterior. O ensaio de Debby Gram que acompanha a matéria é lindo: há contraste de claro e escuro, granulação e belos enquadramentos - e tudo ali no teatro.

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Nessa foto ela tá a ca-ra da Jolie

Fora isso, a revista cumpre bem o seu papel semanal de cobertura do roteiro da cidade e conta com colunistas de peso como Sílvio Lancellotti, Barbara Gancia e Adriana Küchler (minha favorita, que nessa edição trouxe uma matéria dos famosos que viraram sócios de restaurantes). Para quem ficou curioso com o projeto gráfico da revista, selecionei duas páginas abaixo, mas você também consegue folhear a revista digital aqui.

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domingo, 1 de março de 2009

Ê, calor!

Sarahyba é pura injeção de ânimo

Faz um tempão que não resenho a Maxim Brasil aqui. Só mesmo Dani Sarahyba para me motivar. E por falar nela, achei muito boa a sacada da abertura do seu ensaio ser ocupada por seis páginas, até que a frase “O Calor por Daniella Sarahyba” se complete. Nunca tinha visto, achei original. Você fica com aquela sensação de que se o abre é assim o ensaio é interminável. O problema que nem é. São apenas 16 páginas/12 fotos e dessa vez nem rolou o mega pôster que rendia boas fotos extras. Com a saída prematura do pôster, a Maxim perde um de seus dois principais trunfos: ensaios de capa com fotos abundantes. Será que a revista já tá podendo se dar esse luxo? Bem, ao menos sobrou o trunfo “humor meio sem noção” que, pelo menos a mim, diverte. Voltando à Sarahyba, a mulher está no auge da forma física. Mulherão mesmo. As fotos de dentro da sauna (essas do abre, por exemplo) são as que deixam isso mais evidente. A foto subaquática é bacana, dá uma quebrada e uma refrescada na seqüência quente da sauna, mas senti falta de mais algumas dentro d’água. As demais não são ótimas (a locação, com uma parede de mármore ao fundo não é das melhores – vide foto capa), mas estão longe de serem ruins. Gaul sempre deixa qualquer ensaio bem acima da média. Fato. E, Dani, espero você na Trip.

Abre de 6 páginas. Achei doido

No ensaio-recheio made in Brazil, Caroline Bittencourt. Sou do tempo em que modelos menos conhecidas como a Carol rendiam (ainda rendem, que fique claro) ótimos recheios, sem a menor necessidade de ganchos estapafúrdios. As fotos da Debby Gram (mesma fotógrafa que fez Michelle Alves para a Maxim) me agradam médio. Gosto da metade das fotos em que consigo ver a modelo com nitidez. As que rolam uma granulação e uma luz mais, digamos, contemporânea não me fazem a cabeça. Mas o ensaio vale pela escolha da Carol. Se rolasse também a Mariana, sua irmã gêmea, aí que ia valer a pena mesmo.

Você é ela ou você é você?
(só para não perder a oportunidade de ser chato)

De resto, a Maxim continua meio feiosa. Suas matérias, ensaios (Anna Kournikova, todo mundo já tinha visto na net) e entrevistas enlatadas tornam a vida dos fazedores da Maxim Brasil bem mais fácil. Tirando as matérias e notas bobas (daquelas que não levamos a sério e sempre adoramos), a entrevista com a bizarra Elke Maravilha foi a parte jornalística que mais me agradou. E nem me agradou tanto assim. O resto não me pega. Preguiça.

Toda a praticidade de um enlatado

Não é a 8ª maravilha, mas dá pra ler

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Marmita

Numa tentativa, fracassada, de encontrar alguma notícia da Maxim de novembro o único link do Google que falava sobre a capa era justamente aqui do dasBancas, em que falamos do sumiço (obrigado pela dica Gabi!) da revista. Sendo assim, para agradar gregos e troianos vamos requentar a Maxim de Outubro, que também não teve o destaque de sempre aqui no blog.

Vamos a ela, ou melhor, parte dela:

O ensaio de capa é de Michelle Alves, como já havíamos falado e, assim, para ser muito franco não é das melhores coisas que já vi. É bonito, Michelle sabe fotografar, é sem sexy e merece o título de "O CORPO" que a impressa especializada lhe deu. Nem parece que foi mãe há pouquíssimo tempo.

Comentando as fotos, gostei da exploração da luz, tanto refletindo na água, quanto interferindo na modelo. Mas uma coisa não me saiu da cabeça: Garota do Fantástico. Essa coisa mar, cabelo molhado, carinha de sexy - sem mostrar muita coisa, é absurdamente anos 90 e foi exaustivamente usada pelo Fantástico. Outro ponto que acho interessante falar é a produção.

As peças têm basicamente a mesma cor, é camisetinha bege com calcinha mais escura. Hora brilhante, hora comunzinha. Acredito que variar um pouquinho nas cores teria feito bem ao ensaio e daria a sensação de produção mais elaborada e diversificada.

A entrevista é divertida, mas a Escala continua fudendo com o público.

As fotos são de Debby Gram e para quem não teve paciência de esperar a revista chegar na banca e acabou comprando outras, como eu, pode ver a entrevista e as fotos, na íntegra, aqui.



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