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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tô ficando velho

O primeiro beijo de Mônica e Cebolinha, na revista em quadinhos Turma da Mônica Jovem, aconteceu na história da edição número 4, em dezembro de 2008. Lembro que na época o romance causou o maior furor entre os fãs, já que a maioria torcia pelo namoro dos personagens há anos, que sempre foram desconfiados das frequentes brigas dos personagens.

O primeiro beijo

Confesso que não sou muito fã da série que mostra a adolescência dos personagens, que em agosto completa 3 anos, publicada mensalmente pela Panini. É nítida a dificuldade de como revigorar a Turma da Mônica, mantendo o frescor dos gibis que havia na minha época de criança. Se a proposta tem retorno comercial, é super válida e torço para que perdure por muito tempo. Só não consigo lidar com o amadurecimento dos personagens, que pra mim sempre serão crianças – apesar do Cebolinha já ser um Sr. Cebola, pois foi criado há mais de 50 anos.

Amanhã chega às bancas de todo o país a edição de junho, número 34 – “Quer Namorar Comigo?” – com Mônica e Cebolinha em seu primeiro beijo na capa. Também, o Dia dos Namorados está aí.

E eu continuo solteiro...

E para quem ficou curioso em saber dos outros casais, descobri que Cascão continua com Cascuda, Magali com o Quinzinho (oun!), mas, Aninha terminou o namoro com o Titi.

domingo, 3 de agosto de 2008

Inocência perdida

Fui dar um confere na tradicional Livraria da Travessa e me deparei com as cults HQs do Carlos Zéfiro que foram reeditados pela editora A Cena Muda no mesmo formato dos originais.

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Tem também: Semi-Virgem, A Pinicada, Parafuso e a Mulher Biônica,
João Cavalo na Fazenda...
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Apesar de não ser do nosso tempo - nossos pais e avôs que deviam “ler” Zéfiro -, todo mundo já leu algo sobre esse carioca boêmio (só podia, né?), especialmente depois que Marisa Monte lançou Barulinho Bom, cujas ilustrações sacanas do quadrinista foram lindamente utilizadas na arte do polêmico e censurado projeto gráfico do CD.
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Entra fááácil na minha lista de favoritos (tanto a música quanto o design)
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Achei muito bacana poder segurar em mãos um “catecismo” (como eram apelidados esses quadrinhos, digamos, responsáveis pela “iniciação sexual” dos rapazes dos anos 50, 60 e 70) e fiquei imaginando como uma revistinha, vai, tão tosquinha pôde ter feito a felicidade de uma geração. Só não comprei porque o preço tá salgado pra kct: R$ 12,00.
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Originais em bom estado: manuseados, porém não colados



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