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domingo, 13 de novembro de 2011

Cadê a estrela que estava aqui?

A bem da verdade, Fernanda Tedeschi nunca foi oficialmente anunciada como a estrela da capa de dezembro da Playboy Brasil, mas, apesar disso, todo mundo sabia que a cunhada do Temer era a estrela que fecharia este ano incrível, só que ao contrário, vivido pela Playboy.
Daí que, para deixar todo mundo confuso, a revista Veja publicou, na página 100 da edição desta semana, a matéria em que diz que Fernanda sumiu e não deu notícias para a publicação que tentava marcar as fotos do ensaio, até que finalmente enviou uma carta onde dizia que não tiraria a roupa mais.fernanda
A revista, por meio de sua assessoria jurídica parece já ter entrado em contato com a moça e exigido o pagamento da multa contratual. Dizem que é 60% do valor de contrato + taxas sobre possíveis prejuízos da publicação.
Aí eu fico pensando: todo mundo tem o direito de desistir posar pelado. Mas alguma coisa muito estranha está por trás dessa história. Fernanda já havia aparecido na Playboy em fotos do Happy Hour, já havia dito que não deixaria que o parentesco atrapalhasse sua “carreira” e que estava malhando feito louca para aparecer bem gostosa para os leitores. Daí só duas coisas passam pela minha cabeça:
Ou a Playboy arrumou alguma estrela de porte para o ensaio de dezembro, e decidiu criar essa micro-polêmica para ajudar no buzz da nova estrela – dizem que é Bárbara Evans (Oi? Estrela?) - e para esquentar a capa de Fernanda que, muito provavelmente, ficaria para março, já que janeiro e fevereiro já têm donas. Ou, é o chute final no cachorro morto. Nem a cunhada do vice-presidente tem coragem de tirar a roupa para a péssima Playboy que vimos circulando este ano. Eu, por exemplo, no lugar dela, morreria de vergonha de sair na capa da mesma revista que publica a Mulata Difícil, a Cacau, a Adriana…

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Uma Playboy dífícil

O ensaio principal da Playboy de outubro com a Mulata Difícil do Zorra Total não é nada fácil de ser tragado. Ou melhor, é tão fácil, mas tão fácil, que chega a incomodar. O trabalho fotografado por Marlos Bakker é simplista, lugar comum e sem graça. Não exige nada do leitor de Playboy e não traz nenhuma imagem memorável.
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Já que a tal Mulata frequenta o Metrô do Zorra, fizeram uma capa super adequada para a personagem e um ensaio na contra-mão do que todo mundo esperava. Sim, ainda sou do tipo que espera relação entre capa e conteúdo. Sou do tipo que se assusta ao ver uma capa fria, com brilho de metal, e um ensaio ambientado em um espaço de madeira, antigo, quase como uma cena de época.
Mas, apesar disso, o pior do ensaio não é apenas a dissonância entre capa e conteúdo. Fico assustado ao ver que escolheram um cenário que praticamente camufla a modelo. Um erro parecido com o de maio – Jaque do BBB – mas sem o mesmo requinte ou cuidado com iluminação. As fotos não têm contraste, são manchas marrons que nada favorecem para a contemplação da modelo e, por isso, a empolgação do leitor. Uma pena.
Que Desirée Oliveira não é uma modelo das mais experientes a gente já sabia, só não imaginava que a direção do ensaio fosse tão fraca. A mulata aparece dura, desconfortável e sem um pingo de sensualidade em quase todas as fotos – gente, o que é aquela mão dura, sem lugar? Falha da equipe e não da moça, que estava na posição mais vulnerável do set.
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No atual cenário da nossa Playboy – que divulga a ex-BBB Cacau para sua capa de novembro e faz um teaser da irmã da esposa do vice-presidente para a capa de dezembro, quase um ano depois do gancho –, este ensaio é perfeitamente aceitável. Sem grandes investimentos, sem grandes emoções, sem grandes estrelas. O reflexo de uma Playboy que tem vendido pouco e agradado menos ainda.
Nem parece com a revista cheia de tesão que circulou nas bancas ano passado.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Na dúvida, leve as duas

Tainá Müller que se cuide, pois Marcela Temer tá na área. Mas com uma capa graciosa assim, claro que haverá espaço de sobra para as duas nas bancas.

TPM_106_CAPAS_TAINAUma pegada meio Amélie

A capa da Marcela é mais discreta, condizente com a “discretíssima” (será?) segunda-dama. O forte da capa é o timing: TPM é a primeira revista a trazer a mulher que ofuscou Dilma em sua capa.

TPM_106_CAPA MARCELA_RFDilma, tô na capa da TPM. Beijos!

P.S.: Torcendo para que a TPM venha sempre com duas capas em 2011.



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