Ainda não assimilei.
Comentários dos três com UPDATE! logo mais.
Repita comigo: trinta e três, trinta e três
Thiago diz: gostei bastante da capa, apesar de achar os blocos de texto muito densos. Como a Carol aparece inteira, ela acabou ficando pequena entre textos tão fortes. Eu, como designer chato, teria usado tipos (letras) menos fortes, talvez uma versão light da mesma família.
A cor eu acho adequada, já indicia o ar de luxúria das obras do Jorge Amado, e a foto é ótima. E gosto muito dela não encarar o leitor.* As mulheres de Jorge Amado se exibem para satisfação própria, elas vivem o sexo porque gostam, e não se preocupam com os outros. Carol está ali porque quer! O jogo de luz e sombra é bem legal também. Foto dramática, coisas de Bob Wolfenson.
E pra terminar, por enquanto, a surpresa postada mais pra baixo, é que a capa viria com impressão em cor metálica. SIM, tudo isso aê, é dourado. Esse degradê das letras é só pra simular a cor especial.
*Eu acho que ela está olhando pro lado, mas o Greg acha q ela tá olhando pro leitor... Vamos esperar uma versão ampliada da capa e ver o que é de verdade.
Greg diz: Num primeiro momento eu uau! gostei muito. Ainda mais depois de imaginar tudo escrito de dourado, bem kitsch. Amei mais ainda depois de perceber que o “vermelhão” era na verdade uma renda e mais e mais ainda quando me lembrei disto. Agora, achei que poderia ter menos texto, mais proximidade na foto, e o nome espaçado, e não sobreposto. No geral, lindo-lindo.
E mais: a foto é linda, Bob. Mas me remete mais a Nelson Rodrigues (vermelho, sombra, mulher safada, encarando o leitor) do que a Jorge Amado (pra tristeza de muitos, branco com muita chita).
Leandro diz: Bom, bom, bom, tá não, mas tá bom, tá bom...
Não temos o fundo branco ou o colorido chapado, não temos foto “de bundinha”, não temos celebridades tipo C (B, bem, deixa pra lá), mas esperava muito mais dessa capa de aniversário. Entendo de verdade a maioria dos elogios, já que depois de muita capa pão com ovo qualquer bife com fritas vira banquete. Sem contar que tem neguinho que gosta mesmo de bife com fritas. Gosto é gosto, cada um tem o seu e ponto.
O problema é: não consigo me esquecer de capas memoráveis (redundante, eu?) da Playboy. Para não encher muito o saco, citarei, de leve, só três assinadas pelo Bob: Vera Fischer, Marina Lima e Mylla Christie. Essa capa da Carol Castro se tornará clássica como estas? Não me resta a menor dúvida.