UPDATE
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Classudas!
UPDATE
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
O homem do futuro
terça-feira, 22 de março de 2011
Homem Vogue ou GQ Brasil?
Fiquei decepcionado com a capa #1 da GQ Brasil. Minhas expectativa estavam nas alturas e essa capa bate na canela. Ficou a cara das últimas da Homem Vogue (só lembrando a vocês que a Vogue, ex-Carta Editorial, foi para a Globo Condé Nast, mesma editora da GQ Brasil, e a Homem Vogue saiu de circulação). Alessandra Ambrósio é linda, mas se é pra dar uma top que dessem logo Gisele. Ou então alguma em ascensão. Fiquei com a impressão de que nas próximas capas teremos Izabel Goulart, Fernanda Motta, Michelle Alves... Pra piorar, a capa da @AngelAlessandra da GQ Alemanha de fevereiro/2011 (também postada abaixo) é mais sexy que a nossa. Azar? Bem, dizem que divulgar a primeira capa em baixa resolução não traz boa sorte. Nem boa impressão.
Mais do mesmo
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O Bob foi, de novo, à Bahia!
Comentei no post em que publiquei as fotos do ensaio de Emanuela de Paula, na black issue da Vogue de janeiro, que estava ansioso em ver as fotos de Gracie Carvalho na mesma edição, por Bob Wolfenson.
Opa, Bob de novo na Bahia…
Aprecio muito o trabalho do Bob, acho um dos fotógrafos mais competentes da atualidade. A locação, a Bahia, é maravilhosa e casa perfeitamente com o propósito da edição em fazer produções com modelos negras, tipicamente brasileiras. E, nessas mesmas condições, me recordo da Playboy da Carol Castro (mesmo fotógrafo e ambiente), que tenho profunda admiração pelo trabalho exercido em 2008.
Meu editorial de moda favorito de janeiro
O resultado é muito similar ao da Playboy, mas muito bonito. Há frequente uso de preto e branco nas fotos, dando força ao contraste claro escuro; e nas coloridas, o filtro é muito parecido com o usado na revista masculina. As fotos em locações externas contam com pessoas normais e aproveitam para apresentar, em meio à modelo, os mesmos pontos turísticos da aparente pacata cidade: as ladeiras do Pelourinho e um dos fortes de Salvador (não consegui reconhecer qual).
Bob, vimos repetição. Mas a gente deu um desconto, só dessa vez...
A gente não reclama dos pontos comuns entre os dois ensaios. Muito pelo contrário, babamos em ambos. Sem clichês, mas acho que tem muita locação boa e pouco aproveitada no Brasil e precisamos explorá-las mais. Esse mês a Playboy também viajou, foi até a Ilha de Marajó para registar a Andressa. No mês passado a Vogue fez o editorial da edição Minas Trend em Ouro Preto, cidade histórica em Minas Gerais (prometo postar o editorial essa semana) e ficou ótimo. Acho que o caminho é esse, revistas brasileiras. Menos estúdio, mais locações externas em 2011!
sábado, 18 de setembro de 2010
Suor, paixão, alma e tchau
Concrete jungle where dreams are made of
A edição de inverno da HOMEM VOGUE só chegou as minhas mãos no começo de setembro, em clima de primavera. E pelo visto, essa é a revista de despedida, já que as publicações de VOGUE no Brasil agora são da responsabilidade da Editora Globo e até então só se sabe que teremos, fora a edição regular, a Vogue Noivas, a Vogue Casa e a Vogue Passarelas.
O último parágrafo da “Carta ao leitor” diz:
“Uma revista se faz com boas ideias, talento e muito suor. Uma boa revista se faz com tudo isso e um ingrediente a mais: paixão. Uma ótima revista se faz com boas ideias, talento, muito suor, paixão e alma. A equipe da HV se dedicou a fazer essa receita nos últimos três anos.”
A revista fará falta para o público masculino que se interessa por moda. Mesmo não sendo revolucionária e sem muita ousadia, sempre tivemos bons e didáticos editoriais masculinos, sem as habituais repetições e vícios que vemos em outras publicações. E isso vale tanto para ensaios importados quanto para os produzidos por aqui.
Mas especialmente nessa edição de número 30, achei o conteúdo de moda acima da média, graças aos textos de Sylvain Justum e cia. e o único editorial com assinatura da revista preguiçoso e sem identidade. Com fotos de André Schiliró e edição de Matheus Mazzafera, o “Qual é a sua?” ficou mauricinho básico demais.
O ensaio de capa, com Michelle Alves em Nova York, por sua vez, é bem superior aos últimos publicados por HV. Tirar Mazzafera da equipe e dar a responsabilidade das fotos para Autumn Sonnichsen foi uma ótima decisão. São apenas 10 páginas, mas de um jeito sexy e com muita classe.
Autumm te põe parada na posição
O ensaio interno também traz uma modelo digna de capa, pelo caminho que a revista vinha tomando. Fabiana Semprebom, por Rodrigo Marques, levou o título de “bumbum mais perfeito do mundo”, o que não foi de fato exibido em suas fotos.
Ficou na dúvida se Semprebom tem mesmo esse mérito todo? Só para ilustrar:
HOMEM VOGUE fará falta para o seus leitores, para o dasBancas e para a minha coleção. Podemos esperar por uma versão de HOMEM sem VOGUE como aconteceu à RG? E você Globo? Pretende finalmente nos agradar com uma publicação masculina? Esperemos.
Au revoir!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Cleo, sua maravilhosa!
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo. Esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares”.
Isabeli Fontana, Homem Vogue.
sábado, 12 de junho de 2010
Enfim, a capa!
A capa não decepcionou, apesar do cabelo meio Alê de Souza. E é inegável o quanto é elegante o conjunto cinza, vermelho e preto.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Linda, linda, linda.
Se bobear, sei precisar o exato momento em quem me encantei por Luiza Brunet. Ela havia feito uma participação vergonhosa numa novela da Globo e neste momento estava lá, lindíssima, dando uma entrevista para Marília Gabriela, no seu ‘recém renascido’, De Frente com Gabi.
Luiza falava sobre tudo. Sobre a sofrível novela, sobre negócios e revistas. Falou de suas antigas Playboys e no quanto foi desejada neste país.
Mas pensando bem, acho que Luiza não tinha metade da magnitude que ostenta hoje. Os anos passaram e ela ganhou uma sofisticação pouco comum às gostosas remanescentes da década de 80. Luiza é única dentre as representantes de sua geração.
Lindamente brasileira, Luiza encanta pelos detalhes, pelas contradições. Por achar a filha magricela mais bonita. Por se dar ao luxo de manter-se sozinha após o término do longo casamento. Por permitir-se acreditar no poder devastador de seu sorriso.
Estrela maior em vários comerciais, Luiza é também rainha absoluta nas páginas de revistas masculinas de 2010. Somando-se à sua MAXIM, temos agora a Homem Vogue. Ironia do destino, ou não, ambas as revistas também foram feitas por sua filha, mas Luiza dá de mil na herdeira.
É por essas e outras que torço por um futuro prolífero para a dupla Luiza e Bob Wolfenson. Afinal, se com um fundo cinza eles produziram tão lindas imagens, imagina com uma produção de verdade…
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Non fashion!
Mariana Weickert, que foi capa da Homem Vogue há pouco, é capa da Maxim de maio. E como é típico, a moça segura no carão. Mas ainda assim, a capa da Maxim não me agrada em tudo.
blusa de viscolycra + calcinha boba + sapato duvidoso = alguém troca esse stylist?
Acho a imagem muito fria, sem força, sem qualquer elemento interessante. Tudo meio besta. A foto de divulgação, em que ela aparece com uma cueca azul, talvez, seria mais impactante para capa. Tanto pelo ponto de atenção colorido, quanto pelo corte, que deixaria Mari bem maior na composição.
camisa + cueca do namorado = tudo igual, outra vez.
Agora, uma coisa que eu não entendo é o stylling da capa, que nada tem a ver com a foto de divulgação. Além de achar que nada tem a ver com nada, também acredito que Mariana é do tipo de personagem que aguenta qualquer desafio. Um figurino mais forte, uma composição mais dramática não a destruiria. Ela segura tudo isso e ainda dá show na frente das câmeras. Por que esse pessoal das masculinas não sai do lugar comum?
ps.: como disse no post passado sobre a Maxim, estou gostando do retorno do bom gosto aos ensaios deles, e preciso ratificar a afirmação. Pois é muito bom ver um nome relevante na capa, mesmo ainda não tendo visto o ensaio inteiro. Parece que a volta de Flávia Vianna à Editoria Executiva da revista tem feito bem à eles….
terça-feira, 20 de abril de 2010
Tem pra homem?
Clube da Luta | Fotos: Rogério Cavalcanti | Produção de Moda: Sandra Godoy | Editora de Estilo: Olivia Hanssen
Se precisasse eleger o editorial mais bonito do mês, elegeria o da Playboy. A revista anda investindo em criatividade e tem mandado muito bem. Destaque especial para Loucuras de Verão, concorrendo ao Prêmio Abril de Jornalismo 2010, e Vista Privilegiada, com vista para a paradisíaca Juju Salimeni. Voltando ao de abril, além do ótimo abre, a Playboy tirou coletes de lã, tricôs e cardigãs do escritório, seu habitat natural, e os levou para um local inusitado. Deu um ar jovem para a moda madura (e um tanto maurícia) da Playboy. Só senti falta de mais conteúdo, de mais informações sobre moda.
VIP
Os editoriais da Marília Campos Mello chegaram naquele patamar “tá ruim, mas tá bom” que acomoda e me incomoda. Eles já foram mais inovadores, ousados, com modelos mais gatas. O do mês traz a tendência jeans com jeans. Foi feito numa pedreira e a VIP já fez coisa parecida no passado, só que com modelos melhores, fotógrafo melhor, produção melhor. As peças apresentadas são bacanas, jovens como o público da revista, mas o editorial em si não é visualmente atraente. Confio 100% no bom gosto da Marília e em tudo que ela fala. E, sorte nossa, a mulher fala bastante sobre moda na VIP.
HOMEM VOGUE
Jogos e Trapaças | Fotos: Simon
Só pelo sobrenome Vogue, meio que por osmose, já sabemos que o forte aqui é moda. A revista é a que possui mais páginas dedicadas ao tema, com mais de um editorial por edição, muito conteúdo de primeira, modernidade e zero preconceito. O editorial principal do mês é bastante simples, com peças clássicas, mas o modelo e o fotógrafo seguram a atenção. O chocolate batom, as poses e caras descontraídas quebram o ar sisudo dos trajes sociais bacanudos. O 2º editorial não fala português e vem com muito Gucci, Tommy Hilfiger, Hermès. Se você ainda não sabe do que se trata, fique frio, o leitor da HV sabe.
Chove, Chuva | Fotos: Fábio Mangabeira | Edição: Fernanda Rodrigues
Circulando | Fotos: Na Lata | Edição de Moda: Li Camargo
É impressionante como os editoriais da Li Camargo têm a cara do leitor da Trip. Ou daquele ideal de leitor, né? As locações, os modelos, as roupas, tudo é muito Trip. Os ensaios são lindos, únicos – sempre fico com vontade de saber como virá o próximo – e as combinações de marcas de surf (Osklen) e street (Adidas Originals) com, por exemplo, Lacoste caem bem até nos leitores sedentários, fumantes e de mau com a natureza. Nessa edição, a Trip ainda teve a esperteza de unir aos demais objetos de desejo bicicletas vintage. E, o melhor, sem ser eco-chata.
So Trip!
Você é o que? | Fotos: Sendi Morais | Estilo: Juliana Rebecchi
Homem não entra nos editorias da Maxim. Será que para não causar ereções involuntárias em seus leitores machos? Enfim, o que no início era até engraçado, e em alguns editoriais (Finíssima Estampa, por exemplo) até combina, se tornou chato e
Caia na Malha Fina! | Fotos: Ivan Berger | Por: Gabi Comis
A moda da Men’s Health é fraquinha, fraquinha. A do mês veio quase sem nenhuma página e de forma primária. Reparem que o “tema” é praticamente o mesmo da Playboy só que sem a mesma produção. Até entendo que para uma revista de fitness este não seja o foco, mas não entendo por que não há na MH páginas fixas dedicadas à moda, digamos, de malhação. Poderiam alternar ensaios produzidos com fotos numa pegada Sartorialist, com os estilosos das maiores academias, ciclovias, parques... das principais capitais. E sou muito a favor de uma campanha contra o uso de abadá em salas de musculação. Porque abadá não dá.
A UM, tadinha, não trouxe páginas de moda em sua última edição.
Fotos: Reprodução
