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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Amy não morreu

O dasBancas estava fora quando Amy Winehouse nos deixou e nem deu pra gente fazer uma homenagem à cantora. Lamentável que ela tenha partido e nos deixado tão poucos discos, tão poucas capas... Seu incrível estilo bonequinha-em-fim-de-festa inspirou muitos editoriais bacanérrimos, todos devidamente dados por aqui. Sem dúvida alguma, um grande ícone já eternizado. Amy merece cada uma dessas capas póstumas que posto agora para vocês. E acreditava que rolariam muito mais capas. Nada como um MJ, mas muito mais capas.
 
 
 
Uma pena que a Época não tenha mandado essa belezinha para as bancas...
 
 
nme Goodbye, Amy!
P.S.: Quem tiver mais capas, mande pra gente! dasbancas@gmail.com

terça-feira, 6 de julho de 2010

Quer pra você?!

bizz as várias caras do pop

Ai, gente, olha como o @dasBancas tá bonzinho nesse aniversário de 2 anos!

Então, o título do post é de verdade, quer o Kit Bizz de presente?! Então fica esperto e participa da promoção que eu vou explicar agora!

Para você ganhar o Kit Bizz, que vem com 3 revistas, sendo uma Bizz Edição de Colecionador Lady Gaga, uma Bizz Edição Especial Elvis e uma Bizz Edição de Tributo Michael Jackson basta seguir o @dasBancas no twitter e dar RT na frase abaixo:

Elvis, Michael e Lady Gaga na minha casa?! Só o @dasBancas e a Bizz fazem isso por mim! http://migre.me/UB6N

O prazo para twittar a frase é até o meio dia de sábado, dia 10/07/2010.

Tão esperando o que para twittar?

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A morte lhe cai bem

Billy Jean da BR-3

Tá. Já tem um bom tempo que estou com preguiça da TRIP. Eu e mais uma pá de leitores fiéis ou esporádicos. Sempre comprei apenas as edições especiais, com propostas diferentes ou com personalidades interessantes no ensaio ou Páginas Negras. Mas dessa vez não me segurei ao ver numa gôndala de supermercado um Michael Jackson (ainda, 4evah n evah) negro e envelhecido, com muita pinta de Tony Tornado, numa capa com ótima combinação de vermelho e azul marinho.

As matérias da TRIP sempre trazem uma carga jornalística muito forte, quase tensa. Por conta disso a revista já levou vários prêmios e sempre foi referência em trabalho de qualidade com muito vanguardismo. Mas o interessante da edição temática sobre a morte é exatemente o oposto disso. O assunto é abordado com muita leveza e despretensão, o que é ótimo para entreter e discutir com naturalidade um tema tão espinhoso.

Duvido que Elis escaparia do Botox

E nem é só isso de interessante que temos na edição de agosto da revista. As 12 (!) páginas negras com Glória Perez parecem ser uma boa pedida para os apreciadores de cultura pop, o ensaio com a Trip Girl é uma série de auto-retratos bacaninhas e as páginas de moda, ufa, sairam da praia.

As meninas de agosto

Sem contar que tem Theo Becker com Arthur Veríssimo e Serguei em fotos impagáveis e a representação do último desejo de diversos personagens (Domingas Person e Paola de Orleans e Bragança no meio) para o caso deles descobrirem que morreriam amanhã. Uma edição redondinha e a primeira sem Trip Girl na capa da minha coleção.

Pra quem quiser ver mais sobre a TRIP de agosto, incluindo a outra opção de capa, já tem muita coisa no site da revista.

PS: e esse papo de que a TRIP acabou, hein? Balela, we hope so.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Existe capa após a morte

Taí a última tendência editorial mundial: capas póstumas. Quando achava que todo mundo já tinha falado tudo sobre Michael Jackson, a Rolling Stone americana deu, na sequencia, mais uma capa para o Rei do Pop. A RS brasileira que parece sempre se guiar pela RS matriz não fez diferente: duas capas seguidas com o falecido, sendo a recente igualzinha a última gringa. De boa, lá fora até cabe, mas pra cá acho desnecessário. Fazendo companhia a Michael, Raul Seixas, que completa 20 anos de bateção de bota, estampa a 2ª opção de capa da RS Brasil. Homenagem merecida ao saudoso Raulzito.

Mais um encaixotado, digo, enlatado gringo

Prq morrer ontem e ser capa de revista é pros fracos

Já a Vanity Fair americana tomou gosto mesmo por presunto pelo assunto. No mês passado, eles ressuscitaram Heath Ledger e nesse mês eles trazem, numa capa dupla, Michael Jackson e Farrah Fawcett. Achei merecido a eterna pantera ter, enfim, conquistado uma capa póstuma pra chamar de sua, pois a mulher não teve muita sorte em sua morte. Também, quem mandou morrer no dia errado? E as capas da VF estão em total harmonia. As fotos selecionadas têm uma certa semelhança e junto com as cores e chamadas idênticas dão uma unidade bacana. As capas ficaram ótimas.

Why so happy?

Pensando na morte da bezerra, Michael?

Linda de morrer (/Hebe)

sábado, 1 de agosto de 2009

Michael também não morreu

4evah n evah

A edição italiana da Vanity Fair produziu para sua mais recente publicação um editorial de moda incrível inspirado em Michael Jackson. Na verdade, "inspirado" foi bondade minha, trata-se da reprodução fiel de diferentes momentos da carreira do cantor. A modelo, que ficou idêntica a Michael, chama-se Anna Davolio e as fotos são de Tim Petersen.

O que mais me chamou atenção no ensaio é a quebra de um estigma antigo: o literalismo. A VF Italia mostra que nem tudo que é produzido de forma literal é necessariamente ruim, maçante ou sem criatividade. Até porque, muitas das imagens recriadas são referências da própria Vanity Fair e demais revistas do grupo Condé Nast.

Ao pé da letra

Essa é apenas a primeira de muitas homenagens, fotográficas ou não, que o Rei do Pop deve receber.
Para ver mais imagens do ensaio entre no Style Like U, blog da produtora dessas fotos, Elisa Goodkind.

PS: O dasBancas também já fez sua homenagem a Michael Jackson. Confira aqui.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Dobradinha

Capas de close são tão legais, parecem que saltam aos olhos, crescem nas bancas... mas o que dizer dessa capa da Rolling Stone com o Ronaldo? Beleza é fundamental pruma capa de close? Só pra dar uma confundida, coloco lado a lado Ronaldo e Kurt Cobain.

Dá um close nele?

Para garantir o leite das crianças, e homenagear Michael Jackson, claro, a RS mandou uma 2ª capa pras bancas. Ok, ninguém aqui mais aguenta ouvir falar do MJ, portanto serei breve. Prefiro a capa da RS americana. Aliás, essa capa da RS USA é a capa mais bonita de todas que estamparam o falecido nessas últimas semanas.

Tá, agora deixa o hômi descansar

sábado, 27 de junho de 2009

Vão-se os mitos, ficam as capas semanais

Nada como uma tragédia ou a morte de um mito para colocarmos as semanais lado a lado, ou melhor, uma embaixo da outra, para praticarmos um dos nossos esportes favoritos: a comparação. Em ordem alfabética, seguem as capas.

A Época fez uma série de capas que podem ser vistas no ótimo Faz Caber e a escolhida tem uma foto espetacular de Annie Leibovitz. O ruim da história é que essa foto já foi capa dessa Vanity Fair aqui (ok, nenhum segredo, os próprios caras do Faz Caber alertam sobre o fato) e a imagem foi invertida, o que não é visto com bons olhos pelos fotógrafos.

Rolou um flip e, praticamente, uma reedição

Michael Jackson morreu na quinta-feira e vendo essa capa da IstoÉ (a pior das três capas desse post, adianto) parece que o coitado morreu 15 minutos antes do fechamento da edição. Nota 10 nos quesitos feiúra e falta de criatividade.

Feita, tipo assim, em 15 minutos

Gosto quando as capas procuram ser mais subjetivas, como esta da Veja, mas a icônica luvinha cravejada de swarovski (ui!) mandando um “ok” pra galera - é “ok” mesmo? É o coelhinho da Playboy? Juro que ainda não entendi - não combina muito com a ocasião, aliás, não combina em nada com a vida do cantor que de “ok” não tinha nada.

Oi?

P.S.: Eu fico com a capa da Época, mas o mérito vai todo para Annie Leibovitz.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pra não dizer que não falei das flores...

É, todo mundo que gosta desse mundinho pop está em luto desde o fim da tarde de ontem. E claro, o dasBancas não passa ileso a isso.

Muito provavelmente, nossa paixão por revistas está diretamente relacionada ao interesse despertado por alguns personagens; e sem dúvida, Michael Jackson é das figuras mais curiosas do cenário pop.

Louco, excêntrico, transtornado, desequilibrado e pedófilo são alguns dos adjetivos que podemos atribuir a ele, e talvez os que mais gostamos de usar. Mas indiscutivelmente, apenas um sobreviverá ao tempo: GENIAL.

Michael foi e continuará a maior vendagem de um único álbum, arrastou multidões, lançou moda, redefiniu o conceito de vídeo clipee, lógico, conquistou a capa de milhares de revistas mundo a fora. Aqui nos dasBancas, vamos mostrar algumas Rolling Stone em que ele apareceu. E, meio que num ato de escapismo, vamos esquecer a imagem deformada que apareceu na americana Ebony e guardar o que há de melhor.

para esquecer


para grudar na retina

e claro, para ouvir:




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