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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Intolerância à lactose

Não é de hoje que em fevereiro as bancas de revistas brasileiras são inundadas por celebridades carnavalescas, e 2010 é o ano de Claudia Leitte.

A chata musa do axé está na Rolling Stone e na Nova, duas das principais revistas do Brasil e, sem dúvidas, as mais importantes de seus respectivos segmentos. Mas, assim, de nada adianta uma puta revista se o conjunto da obra sai uma merda.

A capa RS foi fotografa por Daniel Klajmic, que é incrível, mas ficou tão ruim, mas tão ruim.... Fiquei com vergonha.

não gosto de você, porque você é chata.
Deixa Deus fora disso, por favor.

A diagramação é o padrão Rolling Stone, que já nos acostumamos. Tudo bem grande, porém leve. Mas a maquiagem da moça tá um horror. A cara dura, um horror maior ainda. Não rolou, e olha que a idéia era boa, e há muito a RS não apostava numa capa que ia além do fundo branco ou cinza.

Além da capa cheque, também foi divulgada uma das fotos que somam-se às 8 páginas de entrevista com Cláudia Leitte. A foto também é sonolenta, feia, e completamente sem graça, apesar da boa intenção.

sono...

Na capa da Nova, Cláudia Leitte segue o padrão bitch com cabelo bagunçado que é típico da revista, mas na foto de André Schiliró, ela vem com um diferencial incrível:

e o Deus da capa da RS, gostou desses crucifixos nas peitas?

Umbigo para quê, Brasil?

Sem mais.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Hora de apagar as velinhas!

Quem bate cartão no dasBancas sabe que um menino ali no cabeçalho não é artigo fácil. Já tivemos alguns nomes famosos e em momento importantes, como Hugh Hackman no lançamento de X-Men, Brad Pitt no festival de Cannes, Miro Moreira no lançamento da Fazenda. E agora, Mateus Verdelho.

Para muitos ele é um belo desconhecido, mas o que o levou ao header, é o fato de ser o modelo escolhido para estrelar a edição de 2 anos da revista JUNIOR. É, agosto é o mês da rapaziada nas bancas, e ao lado da ex-BBB Priscila, Mateus é a estrela do momento /exageraaaaaaaaaaaado.

pedacinho da capa e do editorial

Mateus foi fotografado por Didio em estúdio branco, com produção de moda simples. Bem na linha modelão/não preciso de mais nada, eu me basto. O moço, que é todo tatuado, sustenta as fotos e faz do ensaio, que tinha tudo para ser um fracasso, um bom produto. Fotos simples, poses fortes.

Com cabelo descompromissado, Mateus parece o morador da república de estudantes ao lado; com produção preta e cabelo penteadinho, bem lembra o namorado que toda mãe sonha para sua filha (e filho, claro!, a revista é gay).

Olha, com essa estampa, eu também não cansaria de ser sexy.

As matérias:

Como é tradicional, muita militância e em alguns casos, militância desnecessária. Nãonum contexto maior, mas no contexto específico da revista é meio exagerado, como esta:

uma coisa meio "tâmo passando fome"...

Ok, sabemos que as grandes marcas não anunciam em revistas gays, mas dedicar duas páginas a isso é demais. Fica parecendo pedido desesperado por anunciantes. Acho que teria muito mais força se fosse uma coisa instigante, como colocar uma página em branco, com uma legenda minúscula no rodapé, com algo do tipo: "página reservada para anunciantes que não têm vergonha da diversidade", ou qualquer coisa que o valha...

Outras matérias são bem legais, e valem muito a leitura. Como a do grupo religioso que promete a 'salvação' de gays, levando-os ao caminho correto, ao que eram antes de se perderem. Ou seja, deixe de ser viado e volte a ser hétero em 5 lições...


Bem acho que a diagramação das páginas poderia ser mais cuidada....

Bacana também, é a matéria que fala de cinema e a inserção do personagem gay na produção nacional. Um pouco da evolução do homem que está em todos os lugares, mas nunca nas telas "familiares". Da insinuação à contextação pós-ditadura, um perfil de Alfredo Stermheim e o homoerotismo da Boca do Lixo.

4 páginas bem dadas

Claro que não vou ficar falando de matéria por matéria, afinal tem muita coisa bacana nessa edição de aniversário: Matérias delicadas que falam de relações (im)possíveis, de estigmas, estereótipos, luta, preconceito e felicidade. Afinal, os gays não precisam sofrer e sofrer e sofrer, apenas.

Mas como é de se esperar, revista masculina sempre tem o apelo imagético como carro chefe e a JUNIOR #12 não falha nesse quesito. Tem de um tudo, de ilustração homoerótica a Justin Monroe (clica no nome dele ali no fim do post e veja o perfil que fizemos ano passado), transitando por cirugia plástica masculina e editorial de cuecas fotografado num ringue.

A onipotência e onipresença do falo

Para finalizar o post comemorativo, vamos às cerejas do bolo.

Didi do Te Dou Um Dado? fazendo a celebrity

fotografia engraçadinha de Edgar de Souza

Cláudia Leitte, em entrevista meio sem nexo
e na pior foto de André Schiliró dos últimos tempos.


Bons ventos à JUNIOR, muito sucesso e anunciantes. Esperamos ainda falar muito desta revista por aqui. E ah!, já que o rapaz que ganhou a promoção de aniversário do dasBancas não mandou seus dados até hoje, vamos renascer a promoção?!

Quer ganhar um ano de JUNIOR na sua casa?! É simples, manda um e-mail para dasbancas@dasbancas.com (olha a estréia do e-mail novo!), dando 1 dica de roteiro gay em sua cidade. É, isso mesmo, dá um dica de um lugar bacana e gay, para quem for à sua cidade saber por onde andar.

Para quem não entendeu, a JUNIOR sempre faz guias de roteiros de algumas cidades, e tenho certeza que eles vão adorar receber dicas vindas do Brasil inteiro. E claro, para fazer válida sua participação, mande uma resenha de alguma das matérias não citadas aqui neste post pra gente. A promoção é válida para e-mails enviados até dia 27/08 (quinta-feira) e o resultado sai no domingo, dia 30/08. Tô aguardando.



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