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terça-feira, 15 de abril de 2014

A carne mais barata do mercado?

Gosto demais quando Trip e TPM fazem edições casadas. Ainda mais quando o tema é tão importante quanto o de abril. Então, por isso, meus amigos, abram alas às belíssimas capas de TPM e Trip que estão em nossas bancas.
TPM traz duas capas com a bela Juliana Alves. Sinceramente, gosto mais do close-up. Acho, inclusive, desnecessária a segunda. A primeira é impactante o suficente para ganhar espaço em banca e, claro, para entrar na lista de capas inesquecíveis postadas por aqui. Já a segunda é só mais uma capa. Bonita, mas sem força perto da outra.
A Trip também traz duas capas com o mesmo personagem. E, por lá, o homem da vez é o lutador Anderson Silva.
Também com no caso de Juliana, acho que a opção com o close-up já é boa o suficiente e elimina a necessidade da segunda capa. Diferentemente da TPM, a segunda capa é mais conceitual e traz Anderson emulando São Sebastião. Acho bonito, mas quebra totalmente na harmonia com as demais, e, também, fica devendo em performance, quando comparamos com a versão original, publicada em abril de 68 pela Esquire, com Muhammad Ali.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Vai ficar ou tá a fim de ir embora?

Tem duas coisas que eu adoro na Trip: a primeira, como fica bem claro aqui no dasBancas, é a ousadia gráfica. A galera de lá é muito boa no design e não tem medo de dar a cara a tapa e fazer coisas que a gente não pensou antes. A segunda, que eu já até falei por aqui, mas que passa mais discretamente, é essa precisão da revista de discutir temas tão caros à sociedade contemporânea. Tenho sempre a sensação de que alguém da redação está infiltrada no meu círculo de amizade e apontando as questões que discutimos na mesa de bar, em e-mails longos e conversas no Facebook para a pauta do mês...
Essa precisão me dá ainda mais vontade de ler a edição do mês, e muito mais orgulho de acompanhar essa revista por tanto tempo.
Bonita a capa conceitual e bem simpática essa capa da pelada, né? Tem um ar de TRIP das antigas, mesmo tendo a marca certinha aplicada ali em cima...



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Coisa da antiga

A Revista Trip divulgou as suas duas primeiras capas de 2014 e já chega batendo o pé na porta. E o motivo é um detalhe que poderia ser bem bobo, não fosse a ousadia de abandonar a atual marca e, aplicar a marca lá das antigas – que já não é usada há anos – na capa. Tudo a ver com a edição que vem falar dessa onda vintage que vem tomando conta da nossa vida.
É tão simples e sutil, que fica foda!
E você, deixaria seu produto sair com a marca antiga?

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bárbara

A Trip é uma das poucas revistas que compro, religiosamente, todos os meses. Isso se não for a única. Já faz alguns anos que ela virou minha revista querida, aquela que leio (quase) inteira e que sempre me desperta uma curiosidade para saber qual tema será tratado no próximo número.
Quando as capas do mês são divulgadas, acabo sempre me interessando mais pela “capa conceito”, a que faz uma referência direta ao assunto principal da revista. Desde quando comecei a comprar, são poucas as que tenho com a “capa da pelada”. E, se eu for olhar bem, quase todas as capas com peladas são das famosas que posaram de Trip Girls.
Não que os ensaios com “desconhecidas” (entre milhares de aspas) sejam ruins, muito antes pelo contrário. Um dos pontos que mais gosto nos ensaios da Trip é que as mulheres fotografadas são sempre “gente como a gente”, e todos os clicks são feitos tentando deixar a coisa mais natural possível. 
Mas fiz essa introdução toda (meio desnecessária, confesso) porque o assunto aqui é o ensaio do mês, com a atriz Bárbara Paz.
Bárbara chegou à Globo, o lugar mais cobiçado por atores que querem estar na televisão, de uma maneira bem diferente das outras pessoas que chegaram lá. Primeiro porque ela é bonita, sim, mas não é nenhum símbolo sexual. Ela tem uma beleza comum, das tais “gentes como a gente” que eu citei ali em cima, mas ela sabe valorizar esse ponto a seu favor. E segundo, por toda a trajetória dela, de Casa dos Artistas, novelas no SBT, até enfim debutar no horário nobre da Vênus em uma novela do Manoel Carlos.
Quando vi a capa (linda, por sinal) e a chamada, fiquei me perguntando o que a Madonna dos anos 80 poderia oferecer para um ensaio. Porque são tantas referências diferentes, desde Borderline, Material Girl até Like a Prayer que não dá para usar todas, tem que pegar uma e seguir em frente. Até que, vendo a primeira foto do ensaio, já vi com qual Madonna o Bob Wolfenson dialogou.
Do último ano da década de 1980 surge o clipe de Justify my love, polêmico, censurado pela MTV americana e a maior inspiração para o ensaio. A começar pelo fato de que todas as fotos estão em preto e branco, granuladas e meio estouradas, como as imagens do clipe, e ficam ainda mais fortes quando dialogam com os brancos deixados propositalmente nas páginas.
Nas doze fotos que compõem o ensaio (pequeno, poderia ser bem maior), vemos Bárbara entregue ao desejo, se/nos excitando com poses que provocam os mais diversos pensamentos. E isso sem mostrar mais que os seios, ou uma bundinha aqui e ali, deixando claro que não é necessário um nu frontal para mexer com a cabeça de quem vê as fotos.
Mas é no perfil que acompanha o ensaio, escrito por Marcelo Rubens Paiva, que entendemos de fato a aura que permeia as fotos. O escritor diz, logo no começo do texto, que “poucos conhecem a verdadeira Bárbara Paz”. E eu acho que esse ar de mistério foi o que fez com que o ensaio ficasse tão interessante. Nós podemos ver a Bárbara ali, entregue ao desejo, mas não sabemos o que ela vai fazer com ele. E é essa curiosidade que faz com que as páginas sejam mudadas e todos os detalhes sejam vistos.
A Trip nos deu ensaios incríveis esse ano, e, sem poupar no trocadilho, fechou o ano com Bárbara e de forma bárbara: mostrando uma mulher bonita e que está ali pronta para se satisfazer – e, de quebra, nos satisfazer também.

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Flavimar Diniz, o autor deste post, é jornalista e colaborador especial do dasBancas. Sempre que alguma revista chamar sua atenção, ele aparece por aqui.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Bárbara e a sua Trip

Olha, como de costume, as eleições de Melhor do Ano aqui no blog só saem depois que Trip libera sua capa de dezembro. E, olha, acho que eles liberaram com vontade de ser uma das finalistas com Bárbara Paz, heim... Capa forte, com fotografia linda – com um corte que valoriza e instiga – e bela combinação de preto, cinza e magenta. Elegantérrima!
E nem preciso falar que já quero muito ver esse ensaio, né? Bárbara combina demais com Trip. Tem toda essa coisa outsider, esquisita, bonita sem ser. Acho que a gente tem possibilidades de um clássico por aí, ainda mais que foi fotografado por Bob Wolfenson e inspirado em Madonna...
E sim, a capa com Paula Lavigne também é muito boa. E ousada, uma vez que ela é persona non grata em vários lugares...

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Patrícia Pillar sendo linda

Mês passado, por culpa da tal falta de tempo – ou seria excesso de compromissos? – não consegui postar a maravilhosa capa da TRIP com o Gianecchini, mas ok, o tempo passou e eu sofri calado. E, agora, chegou a hora de falar da TRIP e da TPM, que chegarão belíssimas às bancas neste mês.
Quero começar por TPM, porque, olha, uma capa com Patrícia Pillar é sempre um motivo de comeração. Essa mulher é tão maravilhosa, tão sensacional, tão incrível, que pode aparecer toda descabelada e de camiseta podrinha e continuar deusa. Pat, para de humilhar a gente! 
Já a TRIP, na capa conceito, abre mão da beleza e investe no bom design. Para falar de solidão, eles chamaram Paulo Miklos – que é foda! – para falar das últimas desventuras de sua vida e estrelar essa capa que é muito boa. A exploração do branco e o corte na foto dão todo o tom e deixam a gente com vontade de entender essa abordagem da revista. Muito bom, mesmo.
Ah, claro que tem a capa da gostosa! E, claro, tá linda que só!

terça-feira, 9 de julho de 2013

#VemPraRua

Trip e TPM sempre foram muito bem posicionadas politicamente, sempre demonstraram suas inquietações com a realidade das cidades e, de alguma maneira, sempre buscaram maneiras de modificar o espaço em que vivemos. Um grande exemplo é o Prêmio Trip Transformadores, que reverencia exemplos a serem seguidos nas mais diversas áreas.
Por isso, depois de tantas manifestações nas ruas do Brasil, era mais do que esperado ver um reflexo disto tudo nas capas das duas revistas. A TPM se apropria do #SemViolência tão ouvido nos últimos tempos e amplia a discussão. Une-se à Marcha das Vadias e encorpa o grito contro a Violência Sexual. Boa causa!
Graficamente a capa não me arrebata, mas gosto bastante da simplicidade que vai da foto à diagramação.
Já a Trip, aposta todas as fichas em uma edição especial sobre SP e se propõe a discutir os mais diversos temas relacionados à cidade mais rica do país. Na capa principal, temos o povo que tomou as ruas, em meio a uma forte névoa – que aprendemos a identificar como gás lacrimogêneo – e a chamada com uma pausa que dá o tom que esperamos da revista. São Paulo não pode parar... de sonhar. Lindo!
Se, apesar de todo o conceito, a capa principal da Trip não te pegar graficamente, deixe-se levar pela versão com OsGemeos impressa. Também relacionada às ruas, mas mais comercial, esta capa traz as cores tão características dos trabalhos da dupla e, não tenho dúvidas, satisfaz os mais interessados em coisas bonitas, apesar de não abrirem mão das manifestações.
 Vem pra Trip, vem!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Jean Wyllys: ele é o cara!

A Trip de Namorados já chega às bancas com uma vantagem em relação a qualquer revista do mercado: em tempos de romance, vem discutir por que brigamos! Sim, ponto de vista inusitado e coerente. A cara da Trip.
Mas, como se não bastasse essa abordagem diferenciada, eles ainda trazem Jean Wyllys para a capa e deixa a gente cheio de orgulho. Os motivos são vários, mas trazer em sua capa Jean – que é a prova de que a integridade moral é possível na política brasileira – mostra que podemos acreditar em nossos representantes, que podemos vislumbrar um futuro mais digno e, principalmente, que somos todos iguais para essa publicação tão querida. 
Jean é nosso Milk e merece todo o espaço do mundo. É pop e sabe usar esta simpatia popular a favor da causa LGBT e, além disso tudo, está incrível na foto de Murillo Meirelles que estampa esta capa de Trip.
“Só o amor pode fazer, do inevitável clube da luta que é a vida, um lugar também de felicidade. E a felicidade, já diziam Lennon e McCartney, é uma arma quente.”
A outra capa da Trip, com a peladinha do mês, tá bem bonita, mas, convenhamos, não dá pra disputar com Jean, né?
Os gateiros de plantão vão morrer com essa capa, né? E os podólatras também...

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ana Paula Padrão + dois

Em maio, Trip e TPM fazem três capas – cada um delas – para que o leitor possa escolher o que levar para a casa. Essa coisa da multiplicidade sempre foi trabalhada pela editora e, indiscutivelmente, é um de seus maiores charmes. Mas, neste mês, acredito que TRIP leva a melhor nessa ideia de trinca – veja neste post. Por as opções trazem uma conexão clara entre elas. Já no caso de TPM, duas têm o mesmo conceito visual e uma destoa do conjunto. Ironicamente, a destoante seria minha escolha primária, caso tivesse que optar por apenas uma para chegar às bancas. E vocês, vão levar qual para a casa?

Tem como resistir ao charme descabelado de Ana Paula Padrão? Alinne Moraes também está lindíssima em sua capa.
Gosto da Ana Paula na capa exatamente por quebrar aquela imagem séria e gelada da ex-âncora de telejornal. Ana, sem dúvida, é uma mulher admirada por várias leitoras por seu espírito empreendedor, sua coragem de mudar tudo e, principalmente, por conseguir conciliar vida profissional e amorosa. Sonho de todo mundo, né? E, também, por ser uma figura rara em bancas de revista.

Risada tripla

TRIP, em sua leva de maio, traz para as bancas o tema humor. E, impossível falar de humor sem lembrar de Porta dos Fundos, Pânico – ou ex-Pânico – e A Praça é Nossa, né gente? Cada formato representa bem uma fase do humor brasileiro e ganha boas representações nas capas de TRIP. Não preciso nem dizer que minha favorita é a do eterno Zé Bonitinho, né? Apenas MUSO!

Apesar de concordar com a presença de Carioca numa das capas, fico super na dúvida sobre a caracterização de Dilma, pra mim, Dilma é está aqui!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Uma ode à barriga

Tem coisa mais linda que a Trip vir falar sobre barriga? Gente, sério, vocês não tão entendendo o tanto que eu acho isso genial! É tão sem noção, 'fora da caixa' e irônico, que só poderia ser ilustrado pelo gênio Leo Jaime. Ah, Trip, assim você me mata!
Além do Leo, temos também a pelada do mês e ela é Fernanda Mayrinck. E tem coisa mais Trip que uma pelada na cachoeira? E, vejam só, mulher totalmente nua e nenhum medo de ir pras bancas. 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

É a Trip sendo a Trip

A Trip, mais uma vez, chega às bancas com duas capas para o leitor escolher. Você pode ir de conceito ou de peladinha. Diferentemente do que acontece todos os meses, neste mês a peladinha me ganhou de jeito! Achei a capa chique, numa coisa de mostrar tudo sem qualquer vestígio de vulgaridade. Do jeitinho que o dasBancas ama!

Só não curti essa mudança de tipografia da capa. Não sei se é impressão minha, mas ficou meio com cara de amadora.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Melhor e Pior: vencedores

E os grandes vencedores de 2012 são...
Créditos: Fernado Luna (diretor editorial)
Direção de Arte: Paula Carvalho
Obrigado pelos votos!



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