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terça-feira, 1 de abril de 2014

A Veja Vejando...

Nesta semana, o principal assunto para o jornalismo brasileiro são os 50 anos do Golpe Militar. Todo mundo fez seu especial, dedicou um espaço nobre para a lembrança dessa data tão significativa em nossa história. Mas aí, vem a Veja e dá uma "vejada" daquelas...

Época e IstoÉ fizeram as melhores capas, cada uma indicando sua linha editorial. E a Veja, bem foi a Veja mais uma vez, né?

domingo, 16 de junho de 2013

20 centavos e muito mais

Como era de se esperar, Época, Veja e IstoÉ entregam suas capas desta semana às manifestações populares, que tomaram conta das ruas de SP, e que começaram a ganhar reforço em diversas capitais brasileiras. Como também era de se esperar, cada uma das revistas faz sua leitura do caso e, todas, deixaram muito claro seu posicionamento político.
Veja, a mais à direita das bancadas e das bancas, faz uma capa reducionista e com tom irônico, que coloca o aumento da passagem como o grande motivo para as manifestações. E qual seria o motivo para a escolha dessa foto para capa? Talvez o mesmo que levou a redação a escrever essa reportagem. Ao jogar para os manifestantes todo o "impacto ruim" que manifestações causam, a revista simplesmente deixa de mencionar a ação de uma polícia polícia despreparada, que disparou, inclusive, contra jornalistas que estava lá cobrindo a manifestação. Será que alguém da redação da Veja foi às ruas ver o que de fato acontecia? E se fosse um repórter da revista a tomar um tiro, como aconteceu com a jornalista da Folha? O texto seria o mesmo? Vergonha, é o que sentimos!


Já época, a que ocupa as bancadas centrais – em alguns momentos está de um lado, em outros pende para o outro, e em alguns faz vista grossa para o que está acontecendo – traz a capa mais bonita e marcante das manifestações. Além da beleza que é a foto de Ignacio Aronovich (dá para ver aqui mais fotos incríveis das manifestações), a abordagem da chama da Época é muito interessante. No lugar de julgar alguém - os manifestantes, no caso da Veja – Época prefere conhecê-los, entendê-los. É um texto bastante justo, pois convida o leitor a conhecer todos os lados da moeda. 


A IstoÉ, nossa semanal mais à esquerda (com ressalvas), enfia o dedo na ferida e aponta o grande gente do pânico das manifestações: a polícia despreparada de SP, com toda sua truculência e violência desmedida. Graças a esta polícia, vimos cenas de barbárie, tivemos a sensação do retorno da ditadura militar e, o que é pior, quase acreditamos que não era mais possível expôr nossa opinião. Felizmente, não baixamos a cabeça e continuamos mostrando o que pensamos, em que acreditamos. A capa da IstoÉ é forte, muito porque é a mais real de todas.


Esse post é assinado em terceira pessoa porque o dasBancas não pode ser apenas um expectador deste momento tão importante para a sociedade brasileira. Estamos juntos nessa e temos vergonha de toda e qualquer violência, opressão e censura e de toda imprensa que não colabora para que o povo veja, de fato, o que acontece por aí.  

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Que seja a primeira!

Em tempos de Felicianos, Joelmas e Malafaias, ter uma artista do porte de Daniela Mercury saindo do armário é algo que deve sim ser observado e celebrado. A grande mídia brasileira, há algum tempo, tem mudado sua visão da causa LGBT, deixando de dar espaço apenas para cenas caricatas e sexualizadas tão típicas de paradas gays e mostrado a naturalidade de quem vive um amor homossexual.
Daniela anunciando-se casada foi algo tão bombástico que, além de destaque no Jornal Nacional e no Fantástico, ambos da TV Globo, ganhou as capas de Veja e Época desta semana. Além de mostrar que um mesmo tema possibilita duas abordagens gráficas completamente distintas, essa coincidência aponta para outro caminho: após derrapadas homéricas – ainda não nos esquecemos das cabras –, a imprensa tem se esforçado para mostrar a naturalidade do amor homossexual.
Analisando as duas capas, graficamente acho equivalentes, e nenhuma das duas é bonita de fato. Veja sai em vantagem por ter uma foto inédita em suas mãos, mas Época aposta em uma experimentação gráfica mais expressiva e, talvez por isso, tenha uma capa mais forte. 
Mas, no que tange as chamadas – estou falando apenas das chamadas, pois ainda não li as matérias –, acredito que Veja faz uma abordagem mais abrangente e necessária sobre o casamento gay – seria uma tentativa de apagar o mico das Cabras? Não vamos esquecer daquilo, né?. Época parece trazer apenas uma matéria sobre a artista, resumindo sua fala a um ato de liberdade, mas esquecendo de ampliar a discussão e relacionar com o momento que o país tem vivido.
Torço para que estas sejam apenas as primeiras de uma série de matérias que trazem celebridades brasileiras assumindo sua sexualidade e mostrando que ser gay é normal e não motivo de vergonha.  Com exemplos públicos e engajados, acredito que conseguiremos caminhar para uma sociedade mais justa e feliz. Ah, e cheia de amor, claro!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Melhor e Pior 2012: final

Vote agora para escolher a melhor e a pior capa de 2012. Continue votando para eleger o personagem, fotógrafo, ensaio e mico do ano. A votação ficará aberta até as 12 horas de sexta e o resultado final será divulgado no mesmo dia, 21/12. Então corre, divulga suas favoritas, porque o tempo é curto!
BAZAAR
É Gisele, é Terry, é aniversário, é produção exclusivíssima. Entre tantas capas incríveis da Bazaar Brasil em 2012, só mesmo Gisele e seu sorriso contagiante para dissipar qualquer possível empate.
ÉPOCA
Devido à correria, capas póstumas costumam não ser tão legais assim como esta da Época. A revista acertou não só no retrato (até aqui, Christian Gaul?), mas também nas sutis intervenções gráficas que não pouparam nem a marca. Uma bela homenagem a quem prezava tanto pela forma como Oscar Niemeyer.
H MAGAZINE
O grande destaque da capa #1 da H Magazine é o hot guy Fabrício Ternes. A primeira impressão não poderia ser melhor.
SERAFINA
A Serafina, grande vencedora de 2010, que esteve ausente no ano passado, volta ao pódio do dasBancas com esta capa cheia de rock’n’roll e poesia.
TPM
Quem disse que mulher não gosta de sexo? Pois é, a TPM fez questão de colocar os pontos nos is e começou pela capa. Claro, de maneira bem sutil, como as mulheres gostam.
TRIP
Quem disse que capa boa precisa de fotão com famosas? Apelando apenas para a tipografia e uma sacada inteligentíssima, a Trip botou o pau na mesa e te deu uma régua de presente para provar que é a maior.
BAZAAR
Aline Weber é incrível, a Harper’s Bazaar é incrível, mas a junção das duas não deu liga. A capa é sem graça, com Aline num clique extremamente infeliz e chamadas de leitura confusa.
BILLBOARD
Os leitores do dasBancas não se esqueceram da Billboard nas indicações do pior das bancas de 2012. A capa, que gerou buzz nas redes sociais, de tão surreal parecia fake. Piada, né?
JUNIOR
Este beijo técnico – o pior beijo gay das bancas brasileiras, diga-se – acabou dando a Junior o título de Pior Capa Gay de 2012. Tudo nessa capa é tão artificial, tão forçado que qualquer intenção sincera acabou morrendo na praia.
PLAYBOY
Que susto esta capa da Playboy com o “furacão” Denise Rocha. A mulher tá com uma puta cara de ninfomaníaca que acabara de fugir do pinel. Mulher feia, produção de quinta e momento nada inspirado do J.R. Duran.
REVISTA A
Ana Maria Braga de cosplay do Pequeno Príncipe na capa da Revista A foi o ápice da falta de senso de ridículo das bancas em 2012.
VEJA
O assunto já era tão macabro que a Veja não precisava mesmo apelar pro tratamento digital pesado para deixar tudo ainda mais indigesto. Jornalismo verdade, cadê?

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ISIS VALVERDE
As bancas brasileiras adoram uma periguete das oito. Isis Valverde, deliciosa no papel de Suelen, fez muitas capas. Faltava uma masculina, acompanhada de um merecido título de “A mulher do ano”, para torná-la uma das personagens do ano do dB. Ainda bem que existe a GQ.
REYNALDO GIANECCHINI
Reynaldo Gianecchini seu sobrenome é superação. O Brasil inteiro acompanhou as capas do ator durante e póscâncer. E torceu para que ele ficasse bom logo. Tivemos Giane careca, grisalho, encaracolado, alisado. Sempre confiante, sorridente, lindo. E inspirador.
THAIRINE GARCIA
Thairine Garcia é a grande revelação da moda brasileira. Camaleônica como poucas modelos, a garota de apenas 14 anos (!) vem alçando voos cada vez mais altos. Em 2012, foram incontáveis capas (duas da Bazaar Brasil, Elle Brasil, Vogue Itália...), dezenas de editoriais de moda e campanhas para inúmeras marcas. Precoce a menina.
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CHRISTIAN GAUL
Gaul, Gaul, Gaul, Gaul, Gaul! Só deu Christian Gaul em 2012. Sem dúvida alguma, o fotógrafo que mais colheu elogios do blog neste ano. Fez Trip, TPM, RG, Lola, Alfa... e até Época. O cara ralou e encheu o cofrinho.
JAIRO GOLDFLUS
Jairo é um dos queridinhos das celebridades nacionais e está em tudo quanto é revista que você imaginar: editoriais, capas, retratos ou, ainda, grandes anúncios. Para comemorar seus mais de 20 anos de carreira, o cara ainda lançou o belíssimo Público, um livro com mais de 140 imagens históricas de grandes nomes brasileiros. 
JORGE BISPO
Jorge Bispo, retratista de mão cheia, sempre emplacava capas nos melhores do ano e sempre ficava ali entre um dos cinco mais lembrados pelo dasBancas para esta concorrida categoria, mas só agora o dono do apê 302 está entre os três melhores fotógrafo do ano. Merecido.
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MARIE CLAIRE
Olha ela aqui de novo! Thairine esteve em editoriais de praticamente todas as revistas de moda nacionais, mas foi um da feminina Marie Claire com a modelo queridinha da Bazaar Brasil que conquistou o dB. Como é linda essa Thairine.
PLAYBOY
Num ano miadíssimo da Playboy, Nathália Rodrigues, fotografada pelo mestre Bob Wolfenson, foi um bálsamo para os apaixonados pela revista do coelho. O ensaio é daqueles que a gente adora ver e rever: cheio de drama, figuração e sofisticação. Ah, claro, e uma mulher impecável como estrela principal.
TPM
Marlon Teixeira é figurinha fácil nos editoriais mais quentes das revistas internacionais e vê-lo numa revista brasileira, sem medo de se mostrar para o fino olhar de Christian Gaul é um privilégio. Ah, para os mais apaixonados pelo moço, ainda rolou vídeo com direito a detalhes íntimos.
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REVISTA A – A KIBADA DA ANA MARIA
Não basta kibar a “O, The Oprah Magazine”, a revista da apresentadora Oprah Winfrey. Tem de kibar, bancar a palhaça e se banhar de photoshop, não é, Ana Maria Braga?
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ROLLING STONE – OI? OI? OI?
Sabemos que faz parte das regras do jogo a Rolling Stone daqui importar matérias da Rolling Stone de lá. O que me incomoda profundamente não é isso e sim a sensação de que a cultura nacional é preterida, que matérias quentes daqui dão lugar a material de gaveta de lá. Como Avenida Brasil, o 2º programa de TV mais buscado no Google em 2012, não levou uma capa da RS? Cadê Carminha?
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VEJA – CABRAS E ESPINAFRES
Impossível fechar 2012 sem esse mico editorial. A revista Veja e seu artigo preconceituoso e irresponsável “Parada gay, cabra e espinafre”, assinado por Roberto Guzzo, merece mais essa espinafrada do dasBancas.
P.S.: Para ver as melhores capas grandes, clique aqui; as piores, clique aqui.

Melhor e Pior 2012: resultado primeira fase

Aqui estão as seis melhores capas de 2012 e as seis piores também. Daqui a pouco, subiremos nova enquete para sabermos qual é a melhor e a pior capa do ano.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

#COVERTWIST: as piores de 2012!

Abaixo, as 18 piores capas nacionais de 2012. Sim, acontece nas melhores famílias redações, mas vamos caprichar mais em 2013, pessoal?




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