segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Que venha 2013!
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Linda personagem, mas e o resto?
“Eu a vejo daqui a alguns anos brilhando como a grande apresentadora que ela já é. A vejo também como uma mãe amorosa dedicada à família e como uma mulher inquieta e cheia de mistérios que só o Rodrigo conhece. Tenho certeza de que esta experiência toda em Amor & Sexo deve estar fazendo um bem danado para os dois. Como faz para todos nós. Leo Jaime
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Reclamar adianta!
E a prova viva disso tá aqui:
Post escrito por @Leandro_S
sexta-feira, 30 de março de 2012
Modas de abril
P.S.: Considero respeitoso quando o nome da modelo, qualquer que seja ela, aparece na capa.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Coisa de fashion icon
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Panicat é pras fracas!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Em branco
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Receita do dia:
Desperdiçando Raquel Zimmerman à moda Vogue Brasil.
Ingredientes:
- Raquel Zimmerman;
- Henrique Gendre;
- Duda Molinos;
- Luiz Fiod;
- Fundo branco.
Modo de preparo:
Quando estiver tudo pronto, publique na edição de dezembro de sua revista.







domingo, 28 de novembro de 2010
Sempre rainha
Não existe melhor adjetivo para Raquel Zimmerman, do que o do título. Mas vou te dizer uma coisa, essa capa da Vogue Brasil de dezembro não me empolga.
concorrendo com Ana Beatriz Barros na Elle, quem ganha?
A foto de Henrique Gendre é ok, mas a produção é boba, o cabelo é sem graça, e o fundo branco deixa a coisa ainda mais pobre. Tudo bem que quando impressa, a chamada principal e logo serão douradas e reluzentes, mas ainda assim a nova Vogue ainda não diz a que veio.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Bodas de Coral
estranhas no ninho
Maio é o mês de aniversário da Vogue Brasil e, mais famosa das revistas de moda brasileira, preparou a festa cheia de glamour e exageros. Tudo bem que tinha muito mais coisa planejada, como foi divulgado para os interessados em anunciar, mas o povo não pagou…
Logo na capa podemos ver que a revista veio para botar banca. MESMO. afinal, juntar 10 modelos de sucesso não é tarefa fácil. Apesar disso tudo, acho a capa bem besta, e não entendo a escolha de Fernanda Tavares e Carol Ribeiro para a parte da frente. As duas nunca foram as mais importantes nem quando eram atuantes. E, além disso, também não entendo Izabel Goulart na listinha. Ela nunca foi top, só gostosa, mas tudo bem…
corto a bárbara berguer MESMO…
A capa rende uma matéria meio besta, com fotos bonitas, porém bestas, com textos bestas sobre as meninas. Sim, achei tudo tão superficial, tão sem graça… As fotos de Gui Paganini, os textos de convidados especiais, tudo ficou pequeno, sem graça. Sem qualquer valor. Prefiro quando focam em alguém e fazem a coisa bem feita.
sem entender o porque da Emanuela de Paula não ter sido capa antes…
O mais engraçado da edição é que Raquel Zimmerman, a melhor escolha quando o assunto é TOP, tem um espaço incrível na revista, muito melhor que o das estrelas de capa. A linda tem um editorial completo assinado por Henrique Gendre e, ainda, um perfil bem escrito e completamente separado das fotos. Daí eu me pergunto:
Por quê diabos a capa da revista não foi entregue à moça? Sozinha ela representa tanto quanto essas meninas juntas, oras…
Além do editorial da Raquel, a Vogue ainda vem com um enlatado por Terry Richardson, e três nacionais, por André Passos, JR. Duran e Bob Wolfenson. Tudo bem bonito, bem feito e bem cuidado, e o que é melhor: cada um com uma cara bem distinta da outra. Muita diversificação como gostamos de ver.
Mas, apesar das 414 páginas, dos exageros e da megalomania, essa Vogue não me marcou da mesma maneira que outras edições especiais mais antigas. Por exemplo, as que estão abaixo:
Algumas não precisam de legendas…






















