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sábado, 8 de novembro de 2014

E viva a pornografia!

Se tem uma coisa que todo mundo gosta é pornografia. A gente sempre tem um site favorito, aquela pastinha oculta no computador e, claro, já deu uma bisbilhotada naquela sessão reservada das – finadas – locadoras de filme.
E é exatamente para essa galera 'pornógrafa' que o ensaio de Clara Aguilar para a Revista SEXY foi feito. Terry Richardson e a musa de capa deixaram de lado todo e qualquer clichê que envolvem fotos para revistas masculinas brasileiras. Aqui não tem nada de nu artístico, de luz milimétrica e planejada, de produção requintada e de pudores. É nudez e ponto. 
Claro que pudor demais não combinaria com a personalidade da estrela, e produções exageradas não fazem parte do repertório de Terry. Dessa forma, o ensaio é uma entrega perfeita do prometido: une com maestria o estilo do fotógrafo e a relação da modelo com seu próprio corpo e com o universo erótico.
Gostei muito de ver um ensaio como este estampado em páginas nacionais. É a prova de que nem tudo está perdido e que a cafonice de espartilhos apertados e joias falsas pode acabar. E, com isso, dar espaço para ensaios mais leves, mais objetivos e muito mais safados. Afinal, o que a gente quer quando compra uma revista de mulher pelada é tesão. Sem rodeios e sem frescuras.
Só para constar: continuo achando que ensaios classudos e bem produzidos têm seu lugar reservado em meu coração, ainda mais quando feitos por gênios como Bob Wolfenson e Annie Leibovitz. Mas confesso, estou cada dia mais encantado por essa objetividade em ensaios de mulher pelada.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bárbara

A Trip é uma das poucas revistas que compro, religiosamente, todos os meses. Isso se não for a única. Já faz alguns anos que ela virou minha revista querida, aquela que leio (quase) inteira e que sempre me desperta uma curiosidade para saber qual tema será tratado no próximo número.
Quando as capas do mês são divulgadas, acabo sempre me interessando mais pela “capa conceito”, a que faz uma referência direta ao assunto principal da revista. Desde quando comecei a comprar, são poucas as que tenho com a “capa da pelada”. E, se eu for olhar bem, quase todas as capas com peladas são das famosas que posaram de Trip Girls.
Não que os ensaios com “desconhecidas” (entre milhares de aspas) sejam ruins, muito antes pelo contrário. Um dos pontos que mais gosto nos ensaios da Trip é que as mulheres fotografadas são sempre “gente como a gente”, e todos os clicks são feitos tentando deixar a coisa mais natural possível. 
Mas fiz essa introdução toda (meio desnecessária, confesso) porque o assunto aqui é o ensaio do mês, com a atriz Bárbara Paz.
Bárbara chegou à Globo, o lugar mais cobiçado por atores que querem estar na televisão, de uma maneira bem diferente das outras pessoas que chegaram lá. Primeiro porque ela é bonita, sim, mas não é nenhum símbolo sexual. Ela tem uma beleza comum, das tais “gentes como a gente” que eu citei ali em cima, mas ela sabe valorizar esse ponto a seu favor. E segundo, por toda a trajetória dela, de Casa dos Artistas, novelas no SBT, até enfim debutar no horário nobre da Vênus em uma novela do Manoel Carlos.
Quando vi a capa (linda, por sinal) e a chamada, fiquei me perguntando o que a Madonna dos anos 80 poderia oferecer para um ensaio. Porque são tantas referências diferentes, desde Borderline, Material Girl até Like a Prayer que não dá para usar todas, tem que pegar uma e seguir em frente. Até que, vendo a primeira foto do ensaio, já vi com qual Madonna o Bob Wolfenson dialogou.
Do último ano da década de 1980 surge o clipe de Justify my love, polêmico, censurado pela MTV americana e a maior inspiração para o ensaio. A começar pelo fato de que todas as fotos estão em preto e branco, granuladas e meio estouradas, como as imagens do clipe, e ficam ainda mais fortes quando dialogam com os brancos deixados propositalmente nas páginas.
Nas doze fotos que compõem o ensaio (pequeno, poderia ser bem maior), vemos Bárbara entregue ao desejo, se/nos excitando com poses que provocam os mais diversos pensamentos. E isso sem mostrar mais que os seios, ou uma bundinha aqui e ali, deixando claro que não é necessário um nu frontal para mexer com a cabeça de quem vê as fotos.
Mas é no perfil que acompanha o ensaio, escrito por Marcelo Rubens Paiva, que entendemos de fato a aura que permeia as fotos. O escritor diz, logo no começo do texto, que “poucos conhecem a verdadeira Bárbara Paz”. E eu acho que esse ar de mistério foi o que fez com que o ensaio ficasse tão interessante. Nós podemos ver a Bárbara ali, entregue ao desejo, mas não sabemos o que ela vai fazer com ele. E é essa curiosidade que faz com que as páginas sejam mudadas e todos os detalhes sejam vistos.
A Trip nos deu ensaios incríveis esse ano, e, sem poupar no trocadilho, fechou o ano com Bárbara e de forma bárbara: mostrando uma mulher bonita e que está ali pronta para se satisfazer – e, de quebra, nos satisfazer também.

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Flavimar Diniz, o autor deste post, é jornalista e colaborador especial do dasBancas. Sempre que alguma revista chamar sua atenção, ele aparece por aqui.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Bárbara e a sua Trip

Olha, como de costume, as eleições de Melhor do Ano aqui no blog só saem depois que Trip libera sua capa de dezembro. E, olha, acho que eles liberaram com vontade de ser uma das finalistas com Bárbara Paz, heim... Capa forte, com fotografia linda – com um corte que valoriza e instiga – e bela combinação de preto, cinza e magenta. Elegantérrima!
E nem preciso falar que já quero muito ver esse ensaio, né? Bárbara combina demais com Trip. Tem toda essa coisa outsider, esquisita, bonita sem ser. Acho que a gente tem possibilidades de um clássico por aí, ainda mais que foi fotografado por Bob Wolfenson e inspirado em Madonna...
E sim, a capa com Paula Lavigne também é muito boa. E ousada, uma vez que ela é persona non grata em vários lugares...

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Sobre fazer bem feito

Toda vez que vejo uma Playboy do nível da edição de Nanda Costa (e como isso estava raro, heim?), fico me perguntando o porquê das coisas não serem assim todo mês. E nem falo no sentido de mega produção internacional. Falo de inspiração, de tesão, da vontade de fazer bem feito, sabe?
 Virar cada uma das páginas do ensaio de Nanda dá um arrepio, faz a temperatura subir e mexe com os instintos. Aquela mulher está ali tão cheia de vontade, tão entregue, tão tesuda, que todo o contexto só serve para ressaltar seu poder. E como é poderosa a estrela deste aniversário, né?
Leve, solta e muito gostosa, Nanda passeia entre figurantes, provoca, se contorce no carro, liga o ventilador numa tentativa frustrada de baixar a temperatura. TUDO lindo. TUDO incrível.
Inevitável ver esta preciosidade fotografada por Bob Wolfenson, e não se lembrar de trabalhos anteriores do fotógrafo. E, obviamente, isso não é problema. Afinal, não é todo dia que a gente tem a chance de ver um ensaio tão precioso quanto o de Alessandra Negrine ou de Maitê Proença. Essa assinatura de Bob é um plus no ensaio. O voyerismo, a luz bem produzida e as composições cheias de camadas só servem para deixar a estrela como ela merece.
Uma coisa que vinha sentindo muita falta em Playboy era ver um ensaio é ter certeza que uma foto já era clássica. Assim, imediatamente clássica. Com o ensaio de Nanda em mãos, tenho certeza que alguns clássicos estão impressos naquelas páginas. Destaco a foto da barbearia e a que traz a atriz ajoelhada na cama, com o quadro de Che Guevara lá no fundo. PRECIOSIDADE!
Outro ponto fundamental de ser comentado, foi o rebuliço que o lançamento da revista causou nas redes sociais durante o fim de semana e, também, a resposta da estrela a tudo que estava rolando. Já que todo mundo falava que ela tinha potencial para ser a nova Claudia Ohana, Nanda postou foto com muito cabelo e um barbeador caídos aos seus pés, falou que jamais teria um bigodinha de Hitler na terra de Fidel e, para finalizar, mandou logo um "mas que assunto pentelho, heim?". Coisas de gente que sabe o que quer, né?
Minha opinião sobre o caso? Concordo com a estrela: impossível ostentar um bigodinho de Hitler na terra de Fidel.
ps.: Já quero mais fotos da Nanda. Cadê especial? Cadê fotos inéditas?
ps.2? Cadê o selo de colecionador na capa desta editação?

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Reserva especial

Nanda Costa chega à Playboy e deixa todo mundo babando. Depois daquelas fotos incríveis, suadas, quentes, latinas até dizer chega, vem sua capa para arrematar toda a coisa. Gosto de todo o conjunto, da cara de quem trepou a noite inteira e tá encarando um charutão, da parede podre no fundo, do Nanda Costa escrito com tipografia especial. É daquele tipo de Playboy que a gente quer guardar, sabe?
Preciso dizer que estou LOUCO pra ver o ensaio completo? Preciso dizer que a só não curto essa estrela e essa 'cinta-liga' militar? E que AMEI a calcinha vermelha meio transparente? Nanda e Bob mostrando como se faz...

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Nanda Costa na Playboy: A primeira foto

A Playboy de Nanda Costa começa a dar o ar da graça na internet. Depois das primeiras fotos de bastidores que pipocaram no Instagram e no site da própria Playboy, a imagem da vez é oficial e assinada por Bob Wolfenson. Linda, né? Já quero ver tudo! Adorei a riqueza dos assessórios. Adorei a cara, o cabelo... TUDO LINDO!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Dossiê Nanda Costa + Playboy

Todo dia pipoca uma notinha sobre o ensaio da Nanda Costa para a Playboy, mas o que tá rolando de fato, quase ninguém sabe. Daí que este humilde blog foi escolhido pela estrela da edição de agosto da Playboy para contar todos os detalhes. Estão prontos para saber de tudo? Então senta na cadeira e veja a nota oficial enviada pelo empresário da moça, o querido Marcelo Sebá.
A NEGOCIAÇÃO
O início da negociação com a Playboy foi em janeiro, ainda na época do Aran. As negociações sempre foram muito tranquilas, tanto em termos financeiros quanto artísticos. Nossa única divergência na época é que eles queriam a Nanda para a edição de Junho e a nossa posição sempre foi de que era fundamental um intervalo entre o fim da novela e a publicação, pois Salve Jorge tratava de tráfico humano e prostituição e posar para a Playboy com a novela no ar poderia gerar um efeito negativo para todos os envolvidos.
A EQUIPE
Após a mudança de direção, fomos procurados pelo Thales, que deu continuidade e concluiu a negociação de forma muito rápida e satisfatória. Passado este momento, começamos a discutir o conceito. A Nanda queria uma locação inédita e o Thales sabiamente sugeriu que não perdêssemos a identidade latina da Nanda. Com toda a razão, ele colocou que a Nanda tem uma beleza muito brasileira e que isso deveria ser explorado. Nanda então sugeriu Cuba. Ela já conhece o país e disse que se sentiria à vontade. Chegamos então ao nome do Bob e optamos por manter o stylist e o beauty artist que cuidam da Nanda (Fabricio Miranda e Wilson Eliodoro) por uma razão simples: além de íntimos, eles conhecem os gostos e o corpo da Nanda. Portanto, serão de grande importância para que ela se sinta segura.
TERRY RICHARDSON
No meio do processo, uma surpresa: comentei com o Terry Richardson (meu parceiro profissional há "apenas" 17 anos) que estava indo para Cuba fazer a Playboy da Nanda (ele a conheceu em NYC há pouco tempo) e ele PEDIU para fazer a revista. Seria a primeira vez que ele faria Playboy e também sua primeira vez em Cuba. Levei a situação ao Thales e ao Eduardo Hirama (diretor de arte) e eles de pronto disseram "vamos fazer dois ensaios, duas capas!". Já estava tudo certo com o Terry. Datas bloqueadas, cachê negociado e locações produzidas, porém, há dez dias recebemos a notícia de que os vistos dele e da equipe não foram liberados. Como são americanos, o Departamento de Estado dos EUA precisa aprovar a viagem.
O CACHÊ
Não se fala de cachê. A única coisa que posso dizer é que é mais de R$1milhão e menos de R$5milhões. O resto, é especulação! rs
CURIOSIDADES
A Nanda pediu para que, ao invés de dois dias, a equipe separasse três dias para fotos e um dia extra. A Playboy é um trabalho grande, sério e ela quer ter certeza de que pecou pelo excesso. Nas palavras dela "Eu só saio de Cuba quando tiver certeza de que o Bob tem material para um livro!". A questão não é "fazer a melhor Playboy de todos os tempos", mas "fazer o nosso melhor".
Por sugestão do Thales, pela primeira vez, a entrevistada será a estrela da capa. Trata-se de um statement da Playboy, uma forma de mostrar que a revista está ligada que a mulher não é mais um objeto. Ela é linda, dona de uma beleza única, mas também tem muito o que dizer."

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Salve ELLE!

A ELLE Brasil, essa querida do dasBancas, comemora seus 25 anos em maio, como já dissemos. E, para a comemoração escalou o super Karl Lagerfeld para o ensaio principal e foi tudo muito lindo, muito chique, muito elegante, mas isso é apenas a pontinha de uma comemoração linda.
Nas fotos de Karl, Helena Christensen encara as lentes vestindo a última coleção da Fendi, que é desenhada pelo próprio. O ensaio é simples, sem grandes elementos ou inventividades, mas tem uma luz linda, focada na estrela, que acaba dando um charme a mais para a produção. Dá uma olhada em alguns detalhes:
 Mas, o que eu mais gosto nesta edição, é o ensaio fotografado por Bob Wolfenson, com edição de moda de Paulo Martinez, que leva o título "Mostre a Sua Cara". Num resgate de personagens e estilos que fazem parte da história da revista, a equipe faz um daqueles ensaios-manifesto, que são a cara da ffwMag. Por ele, num fundo branco dos mais simples – às vezes cinza –, grandes nomes da moda nacional posam de maneira descompromissada, em produções de moda que são uma extensão de seus estilos pessoais. Tudo bem lindo e que dá aquela vontade de fazer parte, sabe?
Um outro ponto super bacana deste ensaio é o destaque para a família. Nele, alguns casais mostram seus filhos, expressam seu amor e definem um marco necessário no editorial brasileiro: para a ELLE, o que importa é o amor! Não importa se é entre homens, entre mulheres ou, porque não, entre homens e mulheres.
Lindo!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Que venha 2013!


E vocês, foram bem de férias? Confesso que por aqui foi tudo muito bem e tá difícil voltar ao mundo real. Por isso, para deixar as coisas mais fáceis, vamos falar um pouco de verão?
Como sempre, as revistas de moda apostam na temporada mais quente do ano – como é bom ser clichê! – para suas produções. Minha preferida é a Elle, que veio de Ana Claudia Michels e uma brasilidade bem sutil pela folhagem e pela cartela de cores.
O ensaio é assinado por Eduardo Rezende
Além do editorial com a Ana Claudia, a revista também traz o trabalho editado por Alexandre Herchcovitch e clicado por Bob Wolfenson. É o início das comemorações dos 25 anos da revista. Eles prometem muita coisa boa para este ano. Vamos aguardar!



Já Harper's Bazaar Brasil aposta na gata Lais Ribeiro em um clique bem inusitado para a estação. Confesso que me assustei com esse filtro lilás logo que vi a capa, mas no final das contas, achei bem bonito. E né, a combinação Lais + Bob Wolfenson é sempre boa.
Já a Vogue Brasil aposta em Joan Smalls para sua capa. Além de ser uma edição de verão, esta também é a Black Issue da nossa Vogue. A primeira capa, logo abaixo, vai para as bancas e a seguinte para assinantes. Particularmente, prefiro a de banca mesmo. Gosto do movimento da faixa do braço e do espaço ocupado pela modelo na página, o que é bem ruim na capa de assinantes.
As fotos são de Henrique Gendre

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Longa estrada

Definitivamente, 2012 não foi um ano qualquer para Aline Weber. A top de traços marcantes e beleza ímpar esteve, quase que literalmente, em todas. Para fechar o ano com gostinho de quero mais, uma lindíssima capa em P&B da revista do Bob, a s/nº.
sn18_capa
2012: o ano Weber

domingo, 2 de dezembro de 2012

Melhor e Pior 2012


Claudinha Milk, a porção feminina (quédizê, a mais feminina, né?) do The Voice Brasil estrelou a pior capa de 2011. Em 2010, quem levou a pior foi a ffwMag!; em 2009, foi Suzaninha Vieira na Quem. Qual será a pior capa de 2012? Indique sua favorita!





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