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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Para meninos, menines e meninas

A Vip, como já havia falado por aqui, vem numa série incrível de capas – oremos para que a vencedora do 100+ seja realmente linda –, e não decepcionou com Thaila Ayala em outubro. Thaila é linda e segurou um capão. Sujinha, com corpão e um short bem do cortinho, né? Bacana de ver que a revista tem conseguido manter a linha.
Os meninos, a partir deste mês, terão uma nova opção de moda nas bancas. Chega por aqui a L'Officiel Hommes Brasil. Como a gente bem sabe, a versão francesa é bem absurdinha e espero que esse DNA não seja perdido por aqui. Na primeira capa, temos Cauã Reymond, o grande galã do momento, e uma pegada bem diferente do que vemos por aqui. Afinal, a gente tá acostumado com fotão ocupando a capa toda e não essa coisa centralizada com borda. Não acho ruim, mas confesso que achei a borda bem da pobre/mal feita. Falta conceito, sabe? Mas o Cauã tá ótimo mostrando a língua!
 A ELLE, depois que resolveu abrir mão daqueles fundos chapados está tão incrível, né? A edição do mês passado estava MARAVILHOSA e gritava nas bancas com aquele verde-água e, neste mês, a brasileiríssima Daniela Braga segura bem a capa toda fierce, né? Gosto do calor, do contraste cromático e do bom indício: o verão está quase aí!
 Vermelho Valentino: não tem erro.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Deu a louca nas modas!

Fico super feliz de ver que nossas revista de moda fazem trabalhos com identidade própria, sem ficar aquela eterna sensação de que todo mundo fica lendo o WGSN, anotando e realizando as mesmas tendências. Mas, não sei vocês, vendo as capas deste mês, tenho a sensação de que a  galera pirou e foi atirando para todos os lados. Cada uma está em uma estação, com uma idéia nova, numa viagem própria...
O caso mais claro dessa piração é o da Vogue. Com duas capas diferentes, a revista vem de Rosie Huntington-Whiteley – sério gente, esse sobrenome é um desafio – num clima boho, toda trabalhada na pele e aplicação de tachas. Bonita a locação, bonita a composição e a luz vindo do fundo. Sem contar as cores da foto que são incríveis, né? Daí vem a dúvida: porquê esse rosa na chamada principal? 
A outra capa da Vogue é estrelada por Aline Weber, essa LINDA!, e tem toda uma produção Dolce & Gabana. Ok, pessoal da redação, vocês estão com as contas apertadas e resolveram vender essa capa pra marca? Só isso justifica uma imagem que não dialoga em NADA com a outra, não dá sensação de coleção, nem de linha de raciocínio da revista. Ficou puro jabá, né? E é um jabá tão descarado que Aline não ganha nem um editorialzinho no recheio...
Continuando a saga pelas estações, segundo capas de revista, depois da pele da Vogue, é hora de usar uma produção que minha mãe chamaria de 'meia-estação'. Manga longa, mas com tecido leve e fluido, só pra dar uma protegida desses ventos frios de outono. Adequado, né? Também achei.
Além da adequação climática da produção, a ele traz uma capa chique. Tudo inspira riqueza nesta imagem. O cabelo é de rica, a cara é de rica, a roupa é de rica, o azul do céu – meio lavado – é de rica. E as chamadas com fontes elegantes e geométricas também é coisa de rica. Gosto da ELLE num nível...
Já a Bazaar, aquela linda que nos deu as capas mais impactantes de 2012, traz Daniela Braga numa capa que eu acho tensa. Aqui, a pele fala para um público bem diferente da Vogue, numa onda muito mais milionária que tilelê e até casa bem com a chamada de inverno, mas acho muito tudo errado. 
A quantidade de linhas na capa me deixa completamente perdido, sem saber para onde olhar: vejo a vertical do cabelo, as diagonais da marca + diagonais do rosto + diagonais das sobrancelhas e, ainda, a horizontal da pele. Cada uma aponta para um lugar, não consigo seguir um caminho harmônico.
Além disso, com um olhar tão impactante e uma boca tão vermelha, a renda que aparece sob a pele, bem na base da capa, vira um ruído desnecessário, que não agrega nenhum valor de moda, uma vez que não é possível entender o que é a roupa, devido ao corte da foto.
Para fechar o pacote modista, tem a L'Officiel. Assim, juro que tento gostar da revista, tento ver com mais simpatia as apostas diferenciadas e mais arriscadas que a da concorrência. Mas gente, alguém pergunta pra galera da redação se já ouviram falar que "menos é mais"? Que uma imagem mais sintética, muito provavelmente seria mais pregnante? Não consigo entender porra nenhuma disso aí: tem geometria, tem animal print, tem florzinha, tem luvas, tem janela com persiana, tem chamadas com fontes diferentes e tem uma inadequação absurda com a imagem e a chamada principal. 
E não gente, não é porquê a outra chamada fala de grafismo, fetiche, etnia e tudo mais, que justifica uma foto dessas na capa.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Aline Weber: musa

chora no ciganismo!
A capa da Elle de fevereiro é esse espetáculo aí de cima. Sim, achei um espetáculo. O panejamento é lindo – dá toda um movimento pra imagem –, as cores são ótimas, nada óbvias para a estação, e a Aline Weber é essa musa que vocês estão vendo. E depois que cortou o cabelo ficou ainda mais impactante.
A única coisa dessa capa que me deixa meio pensativo é a posição da perna da Aline, não sei se é alguma ilusão, por causa da saia voando, ou se ela é assim meio tortinha mesmo, mas deu uma impressão de que o quadril dela está meio fora do lugar, né?

Pra fechar o pacote de modista da Abril, vale falar da capa da Estilo. Os caras apostaram em Mayana Moura e fizeram uma capa ok. Sim, ok e nada mais. Nem pro bem, nem pro mau.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

#COVERTWIST: as melhores de 2012!

Abaixo, as 18 melhores capas nacionais de 2012. Parabéns a todos os revisteiros envolvidos!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Meu pé esquerdo

Oi, meu nome é Kylie. Alguém aí viu meu pé esquerdo? Brigada.

Photoshop disaster

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Camaleoa

Thairine Garcia é a star estrela da última capa da Elle Brasil. Fotografada por Bob Wolfenson, a jovem modelo mostra todo o seu poder de transformação. A capa é lindíssima, tal qual Thairine. Curto muito esse rosa chá da marca e chamada dialogando com a palidez e loirice da modelo.
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Thairine e Elle fechando 2012 em grande estilo

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

#COVERTWIST


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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Você acordou meio cabra hoje?



Ao ler o texto Parada gay, cabra e espinafre de José Roberto Guzzo, ex-diretor de redação da revista Veja, publicado pela mesma nesta semana, um misto de nojo e raiva tomou conta de mim. Não, não... acho que raiva não é a melhor coisa para sentir neste momento. Na verdade, senti pena do autor. Só posso ter pena de alguém que acredita com tamanha veemência naquela quantidade de lixo que foi impresso na revista de maior circulação do Brasil.
Na coluna do referido sujeito, uma série de barbaridades e comparações esdrúxulas são listadas como se ele apenas preparasse um lembrete para ir ao supermercado, sem qualquer atenção aos resultados que tais palavras poderiam gerar. E, como muita gente boa já fez argumentações brilhantes sobre o texto (destaco a do Deputado Jean Wyllys), aqui no dasBancas falaremos do que nos é de direito: revista. Revista e editora. A maior editora da América Latina que permite que sua marca seja associada a tamanho absurdo.
Sim, meus caros, a revista Veja nunca foi o melhor exemplo de idoneidade, nem tão pouco de companheirismo com o Movimento LGBT – sim, caro Guzzo, ele existe –, mas daí a postar-se ao lado de uma atitude tão preconceituosa é um horror. Horror maior ainda é a Editora Abril, que abriga sob seu teto centenas de funcionários gays – eu mesmo conheço vários – permitir que sua maior publicação posicione-se de tal maneira. Sim, existe conselho editorial por aí para quê? Não seria para evitar que argumentos que distanciam-se da verdade da editora não sejam publicados? Não é por causa de tal conselho editorial que os senhores se posicionam tão à direita? Será que os senhores acreditam em todas as palavras escritas por Guzzo? Era isso que eu temia.
Esta mesma editora, apesar de ter em seu portfólio diversas revistas adoradas por homossexuais – vocês sabiam que a Playboy tem uma base de fãs gays ENORME? E a ELLE? E a Boa Forma? E a Nova? E a VIP? –, não oferece nenhum título especializado para este público sedento. Não coloca em circulação qualquer revista que adote uma postura a favor da cultura gay. Sim, ela existe, cara Abril. É uma pena que os senhores não tenham coragem de abrir seus olhos para a beleza que nossa comunidade vem produzindo, ela é tão heterogênea que é possível encontrar amostras de todo tipo de produção artística e cultural. Triste saber que vocês não querem ver.
Esta Editora Abril permite que suas publicações continuem usando o termo "homossexualismo" nas mais diversas matérias. O Nada Errado, blog parceiro do dasBancas, já puxou a orelha do Aran, diretor da Playboy, e ele prometeu não cometer tal erro novamente e nós estamos de olho. Não podemos permitir que a orientação sexual, que é uma condição não opcional, seja designada com o sufixo "ismo", que indicia doença ou tendência ideológica. Ninguém escolhe ser gay, apenas é.
Enfim, é uma pena, em pleno século 21, gastar meu tempo escrevendo sobre um assunto, que como acredita Guzzo, já deveria ter sido superado. Mas é por demonstrações públicas de homofobia, como as publicadas na Veja, que centenas de jovens morrem todos os anos, que outros vários são vítimas de agressões gratuitas e que outro sem número de desesperados optem por se matar.
Cara Editora Abril, cara revista Veja, sinto-me envergonhado por ter falado de vocês por 4 anos aqui no dB – ainda bem que morro de orgulho de ter eleito como melhor capa de 2011 uma da Trip com um beijo gay estampado, de ter publicado o manifesto do beijo da Junior, ou as brilhantes capas da extinta Sui Generis. E, além disso, sinto pena de seus funcionários LGBT que não poderão chegar amanhã às redações vestindo uma máscara de cabra, que se envergonham de estar sob o mesmo teto de gente que pensa dessa maneira tão pobre. 
É uma pena que eles ainda precisem de vocês para continuar seguindo a vida. Ainda que como espinafres, ou cabras.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

#COVERTWIST



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