Esqueça as luvas e o quepe que embarangaram Maria Pinna e a deixaram com cara de modelo de sexshop vagabundo na primeira VIP de 2012. Se você nem for tão apegado à revista assim, pode até arrancar tais páginas e jogá-las fora. Só assim você terá as fotos finas, a beleza da jovem atriz e o ensaio que vale a pena.
O ensaio não é um marco na revista, mas é bonito e fetichista, onde o preto do vinil se soma ao cenário e contrasta com a pele clara de Maria e com o branco do estúdio, que, por sua vez, ressalta a maquiagem sutil e elegante da estrela.
Por vezes, o tema lembra o de Daniela Albuquerque meses atrás na VIP, mas é muito mais bonito e isto é mérito do talentosíssimo Valério Trabanco, que do excesso de luz conseguiu exalar ainda mais sensualidade nas fotos.
No mais, a revista me agradou bastante. Se dezembro é mês de retrospectiva, janeiro é mês de apostas para o ano que começa. Óbvio que a revista vem cheia de listinha, promessas, tudo de forma bem dinâmica e nada cansativa.
Só fiquei meio pensativo aqui: a revista está realmente boa ou isso tudo é meu ânimo para que 2012 seja bom?