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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bárbara

A Trip é uma das poucas revistas que compro, religiosamente, todos os meses. Isso se não for a única. Já faz alguns anos que ela virou minha revista querida, aquela que leio (quase) inteira e que sempre me desperta uma curiosidade para saber qual tema será tratado no próximo número.
Quando as capas do mês são divulgadas, acabo sempre me interessando mais pela “capa conceito”, a que faz uma referência direta ao assunto principal da revista. Desde quando comecei a comprar, são poucas as que tenho com a “capa da pelada”. E, se eu for olhar bem, quase todas as capas com peladas são das famosas que posaram de Trip Girls.
Não que os ensaios com “desconhecidas” (entre milhares de aspas) sejam ruins, muito antes pelo contrário. Um dos pontos que mais gosto nos ensaios da Trip é que as mulheres fotografadas são sempre “gente como a gente”, e todos os clicks são feitos tentando deixar a coisa mais natural possível. 
Mas fiz essa introdução toda (meio desnecessária, confesso) porque o assunto aqui é o ensaio do mês, com a atriz Bárbara Paz.
Bárbara chegou à Globo, o lugar mais cobiçado por atores que querem estar na televisão, de uma maneira bem diferente das outras pessoas que chegaram lá. Primeiro porque ela é bonita, sim, mas não é nenhum símbolo sexual. Ela tem uma beleza comum, das tais “gentes como a gente” que eu citei ali em cima, mas ela sabe valorizar esse ponto a seu favor. E segundo, por toda a trajetória dela, de Casa dos Artistas, novelas no SBT, até enfim debutar no horário nobre da Vênus em uma novela do Manoel Carlos.
Quando vi a capa (linda, por sinal) e a chamada, fiquei me perguntando o que a Madonna dos anos 80 poderia oferecer para um ensaio. Porque são tantas referências diferentes, desde Borderline, Material Girl até Like a Prayer que não dá para usar todas, tem que pegar uma e seguir em frente. Até que, vendo a primeira foto do ensaio, já vi com qual Madonna o Bob Wolfenson dialogou.
Do último ano da década de 1980 surge o clipe de Justify my love, polêmico, censurado pela MTV americana e a maior inspiração para o ensaio. A começar pelo fato de que todas as fotos estão em preto e branco, granuladas e meio estouradas, como as imagens do clipe, e ficam ainda mais fortes quando dialogam com os brancos deixados propositalmente nas páginas.
Nas doze fotos que compõem o ensaio (pequeno, poderia ser bem maior), vemos Bárbara entregue ao desejo, se/nos excitando com poses que provocam os mais diversos pensamentos. E isso sem mostrar mais que os seios, ou uma bundinha aqui e ali, deixando claro que não é necessário um nu frontal para mexer com a cabeça de quem vê as fotos.
Mas é no perfil que acompanha o ensaio, escrito por Marcelo Rubens Paiva, que entendemos de fato a aura que permeia as fotos. O escritor diz, logo no começo do texto, que “poucos conhecem a verdadeira Bárbara Paz”. E eu acho que esse ar de mistério foi o que fez com que o ensaio ficasse tão interessante. Nós podemos ver a Bárbara ali, entregue ao desejo, mas não sabemos o que ela vai fazer com ele. E é essa curiosidade que faz com que as páginas sejam mudadas e todos os detalhes sejam vistos.
A Trip nos deu ensaios incríveis esse ano, e, sem poupar no trocadilho, fechou o ano com Bárbara e de forma bárbara: mostrando uma mulher bonita e que está ali pronta para se satisfazer – e, de quebra, nos satisfazer também.

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Flavimar Diniz, o autor deste post, é jornalista e colaborador especial do dasBancas. Sempre que alguma revista chamar sua atenção, ele aparece por aqui.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ana Paula Padrão + dois

Em maio, Trip e TPM fazem três capas – cada um delas – para que o leitor possa escolher o que levar para a casa. Essa coisa da multiplicidade sempre foi trabalhada pela editora e, indiscutivelmente, é um de seus maiores charmes. Mas, neste mês, acredito que TRIP leva a melhor nessa ideia de trinca – veja neste post. Por as opções trazem uma conexão clara entre elas. Já no caso de TPM, duas têm o mesmo conceito visual e uma destoa do conjunto. Ironicamente, a destoante seria minha escolha primária, caso tivesse que optar por apenas uma para chegar às bancas. E vocês, vão levar qual para a casa?

Tem como resistir ao charme descabelado de Ana Paula Padrão? Alinne Moraes também está lindíssima em sua capa.
Gosto da Ana Paula na capa exatamente por quebrar aquela imagem séria e gelada da ex-âncora de telejornal. Ana, sem dúvida, é uma mulher admirada por várias leitoras por seu espírito empreendedor, sua coragem de mudar tudo e, principalmente, por conseguir conciliar vida profissional e amorosa. Sonho de todo mundo, né? E, também, por ser uma figura rara em bancas de revista.

Risada tripla

TRIP, em sua leva de maio, traz para as bancas o tema humor. E, impossível falar de humor sem lembrar de Porta dos Fundos, Pânico – ou ex-Pânico – e A Praça é Nossa, né gente? Cada formato representa bem uma fase do humor brasileiro e ganha boas representações nas capas de TRIP. Não preciso nem dizer que minha favorita é a do eterno Zé Bonitinho, né? Apenas MUSO!

Apesar de concordar com a presença de Carioca numa das capas, fico super na dúvida sobre a caracterização de Dilma, pra mim, Dilma é está aqui!



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