A bem da verdade, Fernanda Tedeschi nunca foi oficialmente anunciada como a estrela da capa de dezembro da Playboy Brasil, mas, apesar disso, todo mundo sabia que a cunhada do Temer era a estrela que fecharia este ano incrível, só que ao contrário, vivido pela Playboy.
Daí que, para deixar todo mundo confuso, a revista Veja publicou, na página 100 da edição desta semana, a matéria em que diz que Fernanda sumiu e não deu notícias para a publicação que tentava marcar as fotos do ensaio, até que finalmente enviou uma carta onde dizia que não tiraria a roupa mais.

A revista, por meio de sua assessoria jurídica parece já ter entrado em contato com a moça e exigido o pagamento da multa contratual. Dizem que é 60% do valor de contrato + taxas sobre possíveis prejuízos da publicação.
Aí eu fico pensando: todo mundo tem o direito de desistir posar pelado. Mas alguma coisa muito estranha está por trás dessa história. Fernanda já havia aparecido na Playboy em fotos do Happy Hour, já havia dito que não deixaria que o parentesco atrapalhasse sua “carreira” e que estava malhando feito louca para aparecer bem gostosa para os leitores. Daí só duas coisas passam pela minha cabeça:
Ou a Playboy arrumou alguma estrela de porte para o ensaio de dezembro, e decidiu criar essa micro-polêmica para ajudar no buzz da nova estrela – dizem que é Bárbara Evans (Oi? Estrela?) - e para esquentar a capa de Fernanda que, muito provavelmente, ficaria para março, já que janeiro e fevereiro já têm donas. Ou, é o chute final no cachorro morto. Nem a cunhada do vice-presidente tem coragem de tirar a roupa para a péssima Playboy que vimos circulando este ano. Eu, por exemplo, no lugar dela, morreria de vergonha de sair na capa da mesma revista que publica a Mulata Difícil, a Cacau, a Adriana…