Tem rolado uma sintonia interessante nas capas da Época e Veja. Sintonia com o que há de mais relevante na semana, no Brasil e no mundo. Foi assim com o terremoto no Haiti, com a candidatura da Dilma e, agora, com o assassinato do cartunista Glauco.
Na capa do Haiti, a sintonia foi tanta que a mesma imagem apareceu nas duas capas. No desempate técnico, fiquei com a da Época que deu um tratamento interessante à foto (os fotógrafos ficaram com a da Veja, certeza). Na da Dilma, fui de Veja. Dispensaria a estrela vermelha no colar, mas de resto a capa é melhor em tudo, especialmente na chamada de capa. Nessa que está nas bancas, do daime (eu quero!), fico também com Veja. Gosto muito de síntese – a Época desde a edição do Voo Air France mais ainda –, mas em alguns casos um pouco de objetividade e realidade funciona bem melhor.
Na capa do Haiti, a sintonia foi tanta que a mesma imagem apareceu nas duas capas. No desempate técnico, fiquei com a da Época que deu um tratamento interessante à foto (os fotógrafos ficaram com a da Veja, certeza). Na da Dilma, fui de Veja. Dispensaria a estrela vermelha no colar, mas de resto a capa é melhor em tudo, especialmente na chamada de capa. Nessa que está nas bancas, do daime (eu quero!), fico também com Veja. Gosto muito de síntese – a Época desde a edição do Voo Air France mais ainda –, mas em alguns casos um pouco de objetividade e realidade funciona bem melhor.



