A edição de agosto da Playboy foi, nada mais nada menos, a MELHOR edição dos 35 anos de história da Playboy Brasil. Já a desse mês... Não vou falar que é a pior da história, mas é ruim de doer.
Para começar, na capa mais achada nas bancas, a Nana Gouvêa paraguaia – principal ofício: posar pelada – esconde sobre os óculos 3D uma cara que me deu uma daquelas vontade de rir fora de hora. Saca acesso de riso em elevador, você tenta parar e não consegue? Então…
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Sério, pensei que fosse piada do Aran, mas a edição de humor é só em janeiro. Essa é a de música, acho. Acho porque de música, tirando ½ dúzia de matérias enche-linguiça, a revista não tem nada. A começar pela estrela facinha-facinha de capa e seu ensaio, ainda, em ritmo (pegaram?) de Copa.
Em junho, Larissa tinha sim algum charme com o celular barato entre os peitos. Em setembro... Que peitos feios tem a Riquelme! Não só os peitos. Corpo desengonçado, tatuagens de presidiária e um nu frontal, digamos, não muito fotogênico. Não sou ufanista nem nada, mas as brasileiras são muito, mas muito mais gostosas.
"Negresco", "Homer Simpson"... Povo maldoso esse do Twitter
Para encaroçar ainda mais o angu, o 3D do ensaio pode ser ótimo de vender, mas de ver é um pé no saco. Trabalhoso e sem um “uau!” sequer no final. Muito pelo contrário, o acessório-gancho-de-apoio cansa e tira qualquer possibilidade de interjeições das apáticas fotos do Nahas.
O primeiro em 3D! E o último, espero. ¬¬
Larissa, não sei se alguém ainda lembra de você lá no Paraguai, mas boa viagem de volta. Abraço do dasBancas.
Fotos: Reprodução Playboy


























