Não, reprint de capas internacionais não é novidade na Playboy Brasil. Mas isso não acontecia há tanto tempo – Lindsay não conta, ela tava como uma edição extra –, que havíamos ficado desacostumados. A capa escolhida pela publicação, não é feia – muito pelo contrário –, apesar de vir impregnada daquele jeitinho americano de fazer Playboy. A personagem tem alguma relevância, o fotógrafo é dos melhores, mas, ainda assim, a sensação de que só falta apagar as luzes é uma constante, né? Nem a notícia da Viúva do Diretor e Nanda Costa me deixam felizes...
E disk tem Tatá Werneck nas 20P. Será que isso vale o investimento?
