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sábado, 19 de junho de 2010

Comeback

Ontem, passei numa banca e comprei algumas meninas. O jornaleiro todo pimpão olhou capa a capa e, antes de me dar uma facada, parou contemplativo na da Maxim e mandou: “Luciana Vendramini, lembro de sua primeira Playboy. Faz tempo, viu”. E isso resume bem a escolha acertada da Maxim. Vendramini poderia ter sido só mais uma paquita. Daquelas que a gente nunca soube o nome. Mas resolveu fazer história e povoar pra sempre o imaginário masculino ao posar para a Playboy de dezembro de 87, no auge dos seus 17 aninhos.

MaximE quem não lembra?


Hoje, aos 38, a ex-lolita ainda carrega uma aura de menina indefesa, um olhar melancólico que mantém o ícone vivo. Esse olhar está na capa da Maxim dividindo as atenções com uma senhora cruzada de pernas. E um par de pés inchados, é verdade. Tirando a falta de criatividade e capricho estético comuns da Maxim, essa é uma capa apenas graficamente ok. Mas que com certeza não passará despercebida nas bancas.

Maxim DetalheFalta de capricho, a gente se vê por aqui


Falar que Luciana Vendramini está um pouco acima do peso para um ensaio de lingerie não chega a ser uma crítica, acreditem. É apenas uma constatação. Descartaria duas ou três fotos do Lessa onde isso ficou mais evidente. Minhas fotos preferidas são a da cartola, página 48, e a do fundo preto, página 47, ambas abaixo. Roliça ou não, a mulher-ícone continua dona de uma beleza única. Muito mais agradável e marcante que a siliconada, lipoaspirada e ultramalhada beleza onipresente na Playboy dos anos 00.

IMG_0017

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IMG_0019Com quantas Nicoles Bahls se faz uma nova Luciana Vendramini?!


Luciana

















P.S.: André Jalonetsky se despede da redação da Maxim nessa edição. Espero que o próximo diretor de redação tenha senso estético mais apurado e consiga enfim tornar a revista atraente, visualmente falando, porque a coisa continua feia. Literalmente...


Fotos: Reprodução Maxim

domingo, 3 de agosto de 2008

Um pouco de underground

Mais uma colaboração amiga, desta vez do Caio, que um dia indicou:

"Por que você não faz um post sobre revistas alternativas, Greg? Posso te emprestar algumas beeem bacanas."

Sugestão aceita, logo pensei em publicá-las. Me surpreendi tanto com o material que resolvi botar aos poucos, com muitas imagens e comentários. Fotografei as melhores páginas da forma mais tosca underground possível.


Para começar: 2 Fanzine


Christine "me Googla" Yufon, nada de Dercy


Editada pelo estilista Dudu Bertholini, a publicação conta com matérias desenvolvidas por diversos colaboradores, todas conectadas por um mesmo projeto gráfico que envolve muita fotografia em p&b, sobreposição de imagens, intervenção de grafismos e até mesmo supreendentes colagens e cortes especiais.

Produto manufaturado por trabalho semi-escravista

Um detalhe que me chamou muita atenção é a diversidade de pessoas que atuam como colaboradores e que dão pinta na revista.


Exemplo?


Lulu Vendramini de Paquita-Hype


Para os publicitários e simpatizantes, reparem que até os anúncios seguem a mesma linha gráfica de cada edição e em nada priorizam a exibição dos produtos:


Nem Mariana Ximenes, nem Juliana Paes


Tudo feito com muita autenticidade, charme e exclusivismo. Logo pretendo postar outras revistas absurdas, que propõe uma visão totalmente diferente do que estamos acostumados.



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