Não sei vocês, mas sempre que vejo a Monique Alfradique, próxima capa da VIP, lembro automaticamente da Letícia Spiller no auge da Babalu, na novela Quatro por Quatro. Tirando este fato, que poderia muito bem ser reforçado pela VIP com uma produção jovem e colorida no lugar de, ao que tudo indica, mais uma de lingerie fina, acho o gancho Cinquentinha passado - a minissérie já acabou e, de boa, quem viu? -, não acho graça na chamadinha “Não me olhe assim!!” (era bordão da personagem?), não vejo a menor necessidade desse cansativo logo preto e, apesar de ser bem mais gostosinha, acho que Alfradique e Juliana Baroni (última capa da VIP) não são de naipes tão diferentes assim. Ambas são ex-paquitas, ex-capas da UM e reservas no time das mais desejadas da TV. Dadas na sequência, acabou ficando repetitivo. E, cá entre nós, entre uma ex-paquita, ex-capa da UM e reserva no time das mais desejadas da TV, eu ainda fico com a Letícia Spiller que está batendo um bolão na novela das 8 e já foi artilheira absoluta em outros campeonatos.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 11 de outubro de 2009
Just Grazi
Grazielli Massafera segue como uma das grandes recordistas de capas de 2009 - lembrando que suas principais concorrentes (Isis, Ju Paes, Cleo...) estiveram numa bem sucedida novela das 8 - e emplaca mais uma pro seu invejado currículo: a da RG Vogue. Quem diria que a RG, uma publicação do grupo Vogue, outrora superseletiva com seus personagens de capa, se renderia ao charme matuto e a beleza cosmopolita de uma ex-BBB. E essa capa nem é a afirmação de que a moça da roça chegou lá. Depois de ter feito Homem Vogue, com a capa masculina mais bonita de 2008, eleita aqui pelo dasBancas, essa RG veio para confirmar que Grazi de lá não sairá tão cedo.
Grazi é digna de RG Vogue (daqui a pouco RG Vogue que não será digna de Grazi, anotem aí), mas essa capa é quase nada atrativa. De uma pobreza de espírito que te faz pensar duas vezes antes de levá-la pra casa. O que salva é a estrela. O ensaio, assinado pelo enfant terrible Daniel Klajmic, não é pobre, mas bem simples. Rende boas imagens, como esta abaixo que, pra mim, daria uma capa atraente, pois a dobradinha Grazi+Klajmic é competentíssima.
Grazi é digna de RG Vogue (daqui a pouco RG Vogue que não será digna de Grazi, anotem aí), mas essa capa é quase nada atrativa. De uma pobreza de espírito que te faz pensar duas vezes antes de levá-la pra casa. O que salva é a estrela. O ensaio, assinado pelo enfant terrible Daniel Klajmic, não é pobre, mas bem simples. Rende boas imagens, como esta abaixo que, pra mim, daria uma capa atraente, pois a dobradinha Grazi+Klajmic é competentíssima.
O perfil traçado pela revista não traz nada de muito novo, a não ser uma ou outra passagem curiosa, como esta: “Às vezes fico boiando numa roda de atores. Ouço o que eles dizem e, quando chego em casa, dou um Google em tudo”. Sinceridade que encanta. Porém, sempre que pode, a gata borralheira diz que tem poucos amigos no meio. Sinceridade que incomoda. Grazi, meu torresminho, desse jeito você continuará com poucos amigos no meio. Ignore os(as) invejosos(as) na próxima entrevista e capricha no sorrisão que tudo dará certo.
O recheio do mês fica com Pierre Baitelli (êita nomezinho de bait, bem, deixa pra lá), que interpretará o vilão gay de Cinquentinha recusado por, olha só, Reynaldo Gianecchine. O ator não queria que o foco da entrevista fosse esse aí que resumi em uma frase. O dB que não tem muita paciência para exigências de novatos termina o parágrafo aqui. Ah, antes disso, as fotos são do Gaul.
No Striptease, coluna saidinha da RG, Jonatas Faro mostra em uma única página (padrão canguinha do Striptease) que o chiquitito cresceu.
Fotos: Reprodução RG Vogue









