Não sei vocês, mas sempre que vejo a Monique Alfradique, próxima capa da VIP, lembro automaticamente da Letícia Spiller no auge da Babalu, na novela Quatro por Quatro. Tirando este fato, que poderia muito bem ser reforçado pela VIP com uma produção jovem e colorida no lugar de, ao que tudo indica, mais uma de lingerie fina, acho o gancho Cinquentinha passado - a minissérie já acabou e, de boa, quem viu? -, não acho graça na chamadinha “Não me olhe assim!!” (era bordão da personagem?), não vejo a menor necessidade desse cansativo logo preto e, apesar de ser bem mais gostosinha, acho que Alfradique e Juliana Baroni (última capa da VIP) não são de naipes tão diferentes assim. Ambas são ex-paquitas, ex-capas da UM e reservas no time das mais desejadas da TV. Dadas na sequência, acabou ficando repetitivo. E, cá entre nós, entre uma ex-paquita, ex-capa da UM e reserva no time das mais desejadas da TV, eu ainda fico com a Letícia Spiller que está batendo um bolão na novela das 8 e já foi artilheira absoluta em outros campeonatos.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Preguiçosa
Nunca antes na história da VIP tivemos em nossas mãos uma edição tão preguiçosa como esta de janeiro. De tão preguiçosa chega a ser desnecessária. Começamos pela capa. Uma capa bonita, sim, mas com muito mais identidade com a Trip do que com a VIP. Juliana Baroni, com gancho fraco no filme Lula, o Filho do Brasil (alguém viu?) não acrescenta nada no histórico da revista. Não acho que a moça agrade o povão nem a elite. É bonitinha, talentosinha, famosinha, mas não sai disso. E gancho com o filme por gancho com o filme eu sou muito mais a Cleo Pires, que, claramente, a VIP não tem capacidade de pegar.
O ensaio da Juliana é um mix de dois tipos de ensaios sensuais batidos: “ensaio de lingerie” + “ensaio de praia”. Esse “ensaio de lingerie na praia” ou, se preferirem, “ensaio na praia com lingerie” não rendeu e as poucas páginas (10, sendo que 2 para a entrevista) só contribuem para torná-lo esquecível. A sugestão dada pelo Thiago ao comentar capa e fotos de divulgação poderia salvá-lo. Sim, o que faltou (além do sol e sal) foi um enredo. A historinha da garota de pileque pós-reveillon segurando sua garrafa de espumante me convenceria já que a edição é de janeiro. No lugar das inúmeras trocas de lingerie (em plena praia!), apenas um strip com a retirada de algumas peças (tira o vestido, tira a anágua, tira...).
O recheio do mês já é um tradicionalíssimo-íssimo-íssimo ensaio de lingerie (com direito a luvinha preta) com gata totalmente desconhecida. Acho fácil, muuuito fácil.
O ensaio da Juliana é um mix de dois tipos de ensaios sensuais batidos: “ensaio de lingerie” + “ensaio de praia”. Esse “ensaio de lingerie na praia” ou, se preferirem, “ensaio na praia com lingerie” não rendeu e as poucas páginas (10, sendo que 2 para a entrevista) só contribuem para torná-lo esquecível. A sugestão dada pelo Thiago ao comentar capa e fotos de divulgação poderia salvá-lo. Sim, o que faltou (além do sol e sal) foi um enredo. A historinha da garota de pileque pós-reveillon segurando sua garrafa de espumante me convenceria já que a edição é de janeiro. No lugar das inúmeras trocas de lingerie (em plena praia!), apenas um strip com a retirada de algumas peças (tira o vestido, tira a anágua, tira...).
O recheio do mês já é um tradicionalíssimo-íssimo-íssimo ensaio de lingerie (com direito a luvinha preta) com gata totalmente desconhecida. Acho fácil, muuuito fácil.
As matérias seguem o mesmo ritmo empurra com a barriga dos ensaios. A principal matéria da edição, com 12 páginas, deve ser, por baixo, a 10ª matéria da VIP sobre tipos de cerveja: Ale, lager, zzzzzzzzzzzzzzzzz...
A 2ª principal “matéria” é um quiz de 8 páginas. Pergunta (essa sim relevante): A VIP tem leitores de 15 anos?!
O aguardado (bem, pelo menos por mim) Homem VIP do Ano 2009 foi uma grande decepção, a pior edição do Homem VIP do Ano. Nada contra o Dunga, mas acho que não rola uma empatia com os leitores da revista. Queria alguém mais jovem, como o Cielo (Homem VIP de 2008), e se possível numa capa criativa tipo essa aqui.
Não rolou capa, não rolou editorial de moda, não rolou nem um retrato sequer. No máximo uma ilustração tosca que não combina nada com a VIP e que quase me fez desistir de ler o gostoso texto do Renato Modernell.
Acabou? Não! Não posso deixar de falar dos editoriais de moda da Marília Campos Mello. A mulher fez fama e deitou na cama. A moda da VIP anda absurdamente sem bossa. Correta, mas totalmente sem graça. Sem graça igualzinha a essa edição de janeiro, né?
Antes a VIP tivesse seguido o exemplo da Trip que sai de férias e não manda pras bancas sua edição de janeiro. Entre nada e isso daqui, eu fico com nada.
Fotos: Reprodução VIP
domingo, 27 de dezembro de 2009
Chama o Papa...
Porque o Bisbo não deu conta de dar jeito na produção tosca da VIP! /piadaretardada
Gosto da capa - que, se comparada com a do janeiro passado, fica ainda melhor - pelo olhar misterioso, por ser uma foto de corpo inteiro, sem cair no lugar comum da bundinha, ou salto altíssimo e, principalmente, pela naturalidade. Também gosto da diagramação, que conseguiu juntar milhões de chamadas e produzir uma capa harmônica. Mas não gosto do ensaio.
Alguém me explica o conceito desta produção de moda?
Alguém me explica o conceito desta produção de moda?
Todo mundo sabe, e não é de hoje, que o forte da VIP não é produção. A revista já viveu momentos bem criativos, cheios de ironia e sarcasmo. Mas, nos últimos tempos, vem caindo no lugar comum de ensaios "sensuais".
O Jorge Bispo é bom, e eu torcia por um ensaio bacana, ainda mais que Juliana Baroni, se teve algum momento de relevância midiática, passou há algum tempo. Então um ensaio fodão poderia justificar a capa. Tá, a chamada justifica, mas eu não "compro" essa ideia.
A prova de que o fotógrafo até renderia alguma coisa mais bacana, é a foto abaixo, que tirei lá do site da VIP. Juliana simples, com blusinha de renda romântica, cabelo mais desgrenhado, e carinha carente. Isso combina com praia. Isso eu compraria.
- Mas olha, calcinha e sutiã de renda, lacinho ou fazendo a linha fetichista (sim, tem tudo isso nesse ensaio) em fotos na pedra da praia, não rola!
- Sério, sapatinho peep toe na pedra, também não rola!
- Cabelo armado, fazendo a linha cachos certinhos na pedra, mais uma vez, não rola!
Se fazer as fotos usando calcinha e sutiã mais elegantes na praia era a vontade de geral, podemos criar a seguinte história: a mocinha das fotos acabou de sair de sua festa de reveillon (oh, estamos na edição de janeiro!), vestindo um belo vestido branco. A moça com sua espumante vai pra praia (tem q ter fotos q definem essa trajetória, sem precisar ser didático). Bêbada, alocka se joga no mar, aparece com vestidinho molhado, e a lingerie fina fica marcando. Mais doida ainda, ela tira tudo e vai pedra. Aí, fez sentido! Mas do jeito que tá lá, não rola mesmo....
O Jorge Bispo é bom, e eu torcia por um ensaio bacana, ainda mais que Juliana Baroni, se teve algum momento de relevância midiática, passou há algum tempo. Então um ensaio fodão poderia justificar a capa. Tá, a chamada justifica, mas eu não "compro" essa ideia.
A prova de que o fotógrafo até renderia alguma coisa mais bacana, é a foto abaixo, que tirei lá do site da VIP. Juliana simples, com blusinha de renda romântica, cabelo mais desgrenhado, e carinha carente. Isso combina com praia. Isso eu compraria.
VIP, assim rola...ps.: estamos falando pelas fotos de divulgação...
UPDATE:
Numa conversa via Twitter, o fotógrafo Jorge Bispo, nos contou que ao que tudo indica, o material final editado para a revista que vai para as bancas, segue mais o caminho dessa última foto e capa. Fazendo a linha mais desmontada... Ainda há esperanças de um ensaio bonito.
Numa conversa via Twitter, o fotógrafo Jorge Bispo, nos contou que ao que tudo indica, o material final editado para a revista que vai para as bancas, segue mais o caminho dessa última foto e capa. Fazendo a linha mais desmontada... Ainda há esperanças de um ensaio bonito.
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