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sábado, 11 de agosto de 2012

Simplesmente Nathália

Ter uma Playboy de aniversário em mãos é sempre um privilégio. A gente sabe que a produção é caprichada, que os detalhes são todos muito bem pensados e que os acabamentos são os melhores. E, exatamente por todo esse esmero, que só consigo elogiar a bela edição de agosto de 2012. Não, não, calma, antes de elogiar tudo, queria reclamar de uma coisa: essa propaganda da Bacardi vai sair da capa da revista quando? Tá um horror essa capa tipo pôster todo mês, gente! Uma vez ou outra ainda vai, mas todo mês? Ok, voltando à programação normal...
A começar pela capa desta edição, tudo que envolve Nathália Rodrigues na Playboy é lindo. A capa super classuda é logo seguida por uma foto incrível no índice de ensaios – sim, tem um índice só para eles. E isso é apenas o começo de um trabalho majestoso, como já imaginávamos.
O ensaio protagonizado por Nathália é tão bem produzido, tão bem cuidado, que você tem a sensação de estar assistindo a um daqueles filmes de época impecáveis que arrebatam diversas estatuetas do Oscar. Por falar em cinema, a interpretação da estrela é impecável. 
Na pele de uma moça de vida fácil, lá nos anos 20, Nathália provoca, faz caras, bocas e poses sem vergonha de quem vê. E não são poucas pessoas que vêem, não. Além de nós leitores, também viram essas cenas, os vários figurantes utilizados no trabalho – um daqueles traços típicos de Bob Wolfenson, mas que a gente não se cansa – e a longa equipe citada nos créditos finais. Há muito não via uma lista tão longa na Playboy. Acho que só Cleo Pires tinha tanta gente a sua disposição.
Um dos trabalhos mais impecáveis desse ensaio, além da magistral fotografia de Bob W, é o realizado pela equipe de caracterização. Tudo esta perfeito no contexto proposto: cabelo, maquiagem, figurino, objetos de cena. Claro que a locação ajuda muito – parabéns ao produtor! – mas os pequenos detalhes que envolvem Nathália fazem toda a diferença.
O ensaio de capa tem MUITAS páginas – fico me perguntando por quê não é assim todo mês? – e todas elas com belíssimas imagens. Alternando fotos coloridas, com fotos em preto e branco, toda a sofisticação necessária para a ocasião foi alcançada e evitou o marasmo que poderia ser causado pelas fotos em ambientes internos em sua maioria. Dentre todas as lindas imagens, a que mais gosto é esta que está aí em cima, onde Nathália bebe e, claro, não dá pra passar batido pela bela foto da página 151. Que pernão, heim Nathália?
Em meio a tanta coisa incrível, rolou um momento déjà vu, com essas fotos do carro. Impossível não se lembrar de Alessandra Negrine e sua antológica Playboy de abril de 2000.
Como prometido, só elogios para o ensaio da estrela de capa, mas, infelizmente, não consigo passar batido pela foto de Leona Cavali que está no Happy Hour de agosto. Gente, é sério aquilo? Que coisa cafona, g-sus! Tomara que o ensaio não tenha nada a ver com isso. 
pelo amor de deus!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Agora eu quero só você...

Chegar aos 35 anos com tudo em cima não é tarefa fácil, ainda mais quando falamos do mercado editorial brasileiro, por isso parabéns à revista Playboy e a sua equipe!

Parabéns dado, vamos à estrela da festa?!

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Cleo, linda e sorridente, na festa de segunda-feira.

Para ficar mais fácil, aqui no dasBancas, vamos fazer dois posts separados sobre essa edição especialíssima da Playboy. Eu ficarei por conta de comentar o ensaio assinado por Jacques Dequeker e o Greg comentará o ensaio do Bob Wolfenson. Então, bora lá?!

A capa especial é fantástica, vem com laminação fosca e verniz UV localizado apenas na marca e nome da estrela.

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Como era de se esperar, o ensaio fotografado por Jacques Dequeker é bem diferente do que estamos acostumados a ver em Playboy. Não diferente ao ponto de parecer um objeto estranho dentro da revista. Mas por parecer uma evolução do que tem sido visto por ali. Por ser um salto qualitativo estético e conceitual.

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Acostumado com o universo de moda, Jacques preza pelo preciosismo. Suas fotos são de uma composição fenomenal, com equilíbrio preciso entre áreas ocupados pelo corpo e áreas vazias. Por falar em corpo, Cleo apresenta o belo shape em poses menos óbvias que o comum. Algumas imagens dão a sensação de que Cleo precisa se encaixar à foto proposta pelo fotógrafo. E isso é lindo! Ressalta suas curvas e deixa o público babando.

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Nas fotos deste ensaio, é impossível não se apaixonar por Cleo. Na pele - e praticamente apenas nela - de uma mulher forte e ousada, a estrela encara a câmera, se expõe, se mostra por inteira e não faz tipo. Sem afetações de pudor extremado, Cleo está inteira a disposição do leitor.

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Mais uma coisa apaixonante neste ensaio são as cores propostas por Dequeker. Além do clássico preto e branco, algumas fotos vêem em tons bem saturados, em que vemos um céu absurdamente azul e uma pele beeem amarelada, e noutras em tons mais lavados, caminhando para um esverdeado lindo, como pode ser visto na colagem abaixo, que por sinal, é uma das minhas páginas favoritas de toda a revista.

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Um ponto interessante deste ensaio é a falta de tema central. Aqui não há a necessidade de se contar uma historinha, mas sim o objetivo - dignissimo, por sinal - de mostrar uma linda mulher no ápice de sua segurança e sensualidade. Por isso, Cleo não precisa de grandes artifícios para mostrar-se linda. A maquiagem é mínima, os figurinos - poucos e precisos (e viva a volta do incrível David Pollak!) - são discretos ao ponto de não serem notados, mas que indiciam um pouco da Cleo de verdade, como na camiseta podrinha.

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Outra coisa a ser dita sobre essas fotos: é impossível não amar os detalhes propostos por Jacques. Seu reflexo em uma das fotos é lindo, a sombra produzida pela renda de uma das peças sobre o corpo de Cleo é incrível, o sol vazando é fantástico, a foto sub-aquática pura ousadia, e o par logo ao lado também é lindão, por causa da textura produzida pela câmera molhada.

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Jacques arrasou nos closes, nos ângulos novos, nas texturas, nas cores (e em tudo!) e fez deste primeiro ensaio para Playboy um momento único. Ninguém vai esquecer este trabalho!

Cleo, que também estréia em Playboy neste ensaio - afinal ele vem antes do ensaio do Bob, disse que aceitou posar para a revista após ver o ensaio de Fernanda Young. Eu gostaria de dizer que espero muitas estrelas dizendo que aceitaram fazer Playboy após ver este precioso trabalho. Poucos são os ensaios de nudez que têm tamanho poder sexual, sem qualquer porção de vulgaridade, como este.

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A passagem de Cleo Pires pela Playboy já nasceu clássica e histórica, pelo simples fato de Cleo ser quem é. Mas, ao ter a revista em mãos, a sensação de ter uma das melhores Playboys já produzidas é inquestionável. Há muito não via ensaios tão precisos, tão bem fotografados e editados.

E, sim, há muito não via uma Playboy de aniversário com cara de Playboy de Aniversário: matérias especiais, fotos de estrelas antigas, curiosidades e aquele tanto de coisa que a gente gosta. E para coroar este especial: a matéria sobre a ditadura na Playboy, simplesmente fantástica!

Mais uma vez, volto a parabenizar a Playboy por seu aniversário, mas agora eu adoraria parabenizar as pessoas que eu adoro criticar: a produção do ensaio. Galera, vocês brilharam! Da locação ao sapato, tudo perfeito. Espero que continuem assim!

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Pode fazer uma reclamação? Então, cadê o selo de Edição de Colecionador na capa? E porquê vocês desistiram das 80 páginas tão ventiladas pela mídia? Adoraria ver mais fotos dos ensaios...



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