Mostrando postagens com marcador Elizabeth Taylor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Elizabeth Taylor. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de junho de 2010

Beleza vintage

A Vanity Fair americana segue dosando atual e clássico em suas capas. Tivemos a bela capa com Grace Kelly em maio, a sem-vergonha e comentadíssima capa com Cristiano Ronaldo e Drogba em junho e, agora, essa belíssima com Elizabeth Taylor. A matéria foca o casal Liz e Dick, Taylor e Richard Burton, que fez história e ganhou a mídia muito antes de Brangelina e TomKat.

Liz TaylorLiz Taylor: um clássico que merece ser revisto

segunda-feira, 25 de maio de 2009

DASartes

Nova revista de artes visuais na praça. Bem, não é tão nova assim, essa é a edição nº 3, mas só reparei na DASartes agora. O nome é ótimo. A capa é bacana também, mas obviamente o mérito é do talentoso Vik Muniz. O retrato feito com diamantes nem é dos mais recentes (de 2004), mas como obra de arte não envelhece, assim como a imagem irretocável de uma jovem Elizabeth Taylor, a escolha pra capa é válida e chama atenção nas bancas.

DASartes estreando no dasBancas

quinta-feira, 26 de março de 2009

Põe na Hebe!

Faz a Elizabeth

Quem nunca ouviu um “põe na Hebe” numa segunda-feira à noite ou mora sozinho ou não tem TV em casa. A família Vogue/Carta tem TV em casa e preparou uma homenagem merecida ao octogésimo aniversário dessa lenda viva (viva, de salto alto, colorida e com muito brilho) da televisão brasileira e pôs a Hebe na capa da RG Vogue. As fotos foram feitas pelo moderno Daniel Klajmic. A da capa foi inspirada numa foto feita pelo Helmut Newton com Elizabeth Taylor. As do recheio mostram a loiruda em sua singela casa, com seus schnauzers, sua catatua... mas sempre com muito laquê e jóias de seu modesto acervo pessoal, claro. As (poucas) fotos são bacanas, contudo o grande destaque da edição fica com os bons textos que permeiam o ensaio. Foram três ao todo: “Ao encontro do mito”, escrito pelo editor da RG Vogue, Hermés Galvão; “Revisitando o tempo, Hebe e a sedução”, texto de abertura do Ignácio de Loyola Brandão e reprodução de trechos de uma entrevista dele com a Hebe que seria usada em 2002 pela Vogue numa extensa reportagem que acabou sendo engaveta; “Lourebe, a perua amiga!”, do inconfundível e impagável José Simão. Tudo muito carinhoso. Um viva à Hebe, pois ela merece.

Tudo muito simplisinho, sabe?

O 2º maior destaque dessa edição fica com o Raj de Caminho das Índias, Rodrigo Lombardi. O texto é entorno daquele lance de antigalã, de como o cara ralou pra chegar lá e mais meia dúzia daquele blábláblá usual. As fotos da Isabel Garcia com o Lombardi são bem melhores que as do JR Duran com o (antigalã e blábláblá) Mateus Solano, publicadas na RG passada. O Lombardi convence bem mais na pele de antigalã, diga-se.

É com você, Lombardi!

A RG traz ainda uma matéria de seis páginas com Marc Jacobs, que não é o Tom Ford, mas também adora aparecer pelado. Bem, pelo menos o cara não apareceu com aquela saia pintosa nas fotos.

A saia pintosa ficou no armário

O resto é a RG Vogue de sempre: a cobertura anual do tradicional baile de gala da Vogue, um pouco de moda, o pessoalzinho do high society, a turminha do jet set, os colunáveis, as bem-nascidas...

It girl: Ser independente bem-nascida é mole, quero ver dura...

Baile Vogue: O belo casal franco-brasileiríssimo e Julia Petit, uma das mulheres mais elegantes do Brasil

Fotos Reprodução: RG Vogue



Blog Widget by LinkWithin
 
^