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sábado, 23 de maio de 2009

RG Vogue

Libera geral, Antonia

Alguns posts abaixo, afirmei que a capa da RG Vogue com Antonia Frering era “casual e linda”, mas só mesmo pegando a revista na mão pra se ter com exatidão, sem a interferência de um computador entre meus cansados olhos e a revista, uma opinião. A capa é casual sim, o que acho bacana para a publicação meio nariz em pé, mas não é linda, não. Antonia que tem todo um porte e uma beleza marcante não está em sua melhor foto. Mas o sorrisão com direito a gengiva aparente numa vibe Glória Pires tem um significado, uma poesia que sustenta a capa: Carmen Mayrink Veiga, um dos maiores ícones do high society e mãe de Antonia, sincera até o último fio de cabelo negro, não acha o sorrido da filha bonito. Daí rolou um duplo foda-se: para a mamãe Carmen e para todos aqueles da sociedade que acham que não é elegante uma mulher arreganhar as canjicas em público. 

Nas fotos internas, assinadas pelo André Passos, nada de sorriso, mas o resultado também não ficou legal, ainda mais se compararmos com as fotos, do Duran, da última edição com a Paula Lavigne. Sinto um certo desconforto, uma falta de naturalidade em Antonia diante da câmera. Gosto só da foto de perfil que ressalta a semelhança entre mãe e filha. E mais uma vez, destaque para o perfil traçado pelo Editor-Chefe da RG, Hermés Galvão. O texto dele é inteligente e tem uma pitada de afetação, combinando perfeitamente com a publicação. Até rimar rima.

O perfil é bom, as fotos bem mais ou menos

No baú da RG, a revista conta em seis páginas um pouco da história de Carmen Mayrink Veiga. A belíssima e reservada filha de Antonia, neta de Carmen (jura?), Maria Teresa Frering não podia ficar de fora dessa e também deu o ar da graça - e que graça! - na edição. 

Em família
 
O que mais me chamou atenção nesse mês foi a capacidade da RG Vogue em desperdiçar nomes de peso. Numa primeira folheada rápida nem notei a presença da bela Daniella Cicarelli, que aparece em apenas duas páginas da revista, tal qual Isis Valverde e o novo modelo sensação Marlon Teixeira. Galisteu teve um pouco mais de sorte que o trio, com 4 páginas, porém intercaladas com páginas de anúncio apagando também a presença da loira.

Desperdício

Lise Grendene nunca convenceu ninguém no papel de modelo (sem essa de que modela – bem pouco, por sinal – por “hobby”) e o texto publicado não me convence de que Lise não é só mais uma herdeira montada no dinheiro. Espero que a princesinha tenha mais sorte na carreira (dessa vez é carreira ou hobby, Lise?) de atriz. 

Foco, Lise. Foco!

Na homenagem ao fotógrafo Otto Stupakoff, apenas quatro imagens que já passaram pela RG. Nas fotos, Hermila Guedes, Alice Braga, Ivete Sangalo e Carolina Dieckmann. Três imagens deslumbrantes e uma, da Carol, bem meia-boca. Rolou também um breve depoimento de Carol e Ivete sobre o encontro com Otto e a falta que ele fará.

“Vão-se o os mitos, ficam as lendas” (Hérmes Galvão)

O resto da RG é tudo aquilo de sempre: muita festa, ostentação, brilho e botox. E mês que vem tem mais.

Fotos: Reprodução RG Vogue

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Personagem RG: Paula Lavigne

Será Paula a versão masculina, digo, feminina do Caetano?

Para ler ouvindo: Branquinha (Caetano Veloso)

Comentei cinco posts abaixo que a entrevista com Paula Lavigne tinha de ser no mínimo polêmica pra valer a edição do mês, já que a ex-senhora Caetano Veloso não está na minha lista de prioridades. Pois bem, o perfil traçado por Hermés Galvão, editor da RG Vogue, não chega a ser polêmico, mas é ótimo. Fala-se de maconha, aborto, Caetano, mas tudo com muita naturalidade. Hermés e Paula estão sintonizados e afinadíssimos. Declarações sinceras envoltas por um texto esperto fazem valer, sim, a compra. E as fotos do ensaio, de autoria do JR Duran, são simples, mas interessantes. Adoro essa em que ela aparece num vestido chique segurando uma garrafa d’água descartável.

Beleza econômica, personalidade abundante

E pra deixar vocês com mais um pouco de água na boca, destaco aqui alguns breves trechos da matéria de capa:

“Meus pais viviam me levando ao médico, que cada vez me diagnosticava com um problema diferente. Fui heperativa, disrítmica, DDA e bipolar. Cada época inventava um nome”. E agora? “Agora me chamam de maluca. Ahahaha”

“Fiz lipo, mas não mexi no rosto. E talvez não mexa nunca. Mas se um dia eu parar de tocar no assunto, pode ter certeza que fiz, mas como nunca fui uma pessoa muito bonita, não me sinto cobrada em estar sempre com cara de jovenzinha”. Um parêntese: aos 18, Paula mexeu no nariz. “Na época, as pessoas diziam que eu ia perder a personalidade. Bem, eu já tinha demais e seria ótimo perder um pouco.”

“Somos parceiros até hoje, não achamos que valeria a pena nos distanciarmos por causa do fim do casamento. Construímos uma vida juntos, como mulher e marido, como amigos de trabalho. Nos vemos todos os dias, ele mora a cinco quadras daqui... Nossa separação é meio desmoralizada mesmo”, ri. (sobre Caetano)

Fotos Reprodução: RG Vogue

quinta-feira, 26 de março de 2009

Põe na Hebe!

Faz a Elizabeth

Quem nunca ouviu um “põe na Hebe” numa segunda-feira à noite ou mora sozinho ou não tem TV em casa. A família Vogue/Carta tem TV em casa e preparou uma homenagem merecida ao octogésimo aniversário dessa lenda viva (viva, de salto alto, colorida e com muito brilho) da televisão brasileira e pôs a Hebe na capa da RG Vogue. As fotos foram feitas pelo moderno Daniel Klajmic. A da capa foi inspirada numa foto feita pelo Helmut Newton com Elizabeth Taylor. As do recheio mostram a loiruda em sua singela casa, com seus schnauzers, sua catatua... mas sempre com muito laquê e jóias de seu modesto acervo pessoal, claro. As (poucas) fotos são bacanas, contudo o grande destaque da edição fica com os bons textos que permeiam o ensaio. Foram três ao todo: “Ao encontro do mito”, escrito pelo editor da RG Vogue, Hermés Galvão; “Revisitando o tempo, Hebe e a sedução”, texto de abertura do Ignácio de Loyola Brandão e reprodução de trechos de uma entrevista dele com a Hebe que seria usada em 2002 pela Vogue numa extensa reportagem que acabou sendo engaveta; “Lourebe, a perua amiga!”, do inconfundível e impagável José Simão. Tudo muito carinhoso. Um viva à Hebe, pois ela merece.

Tudo muito simplisinho, sabe?

O 2º maior destaque dessa edição fica com o Raj de Caminho das Índias, Rodrigo Lombardi. O texto é entorno daquele lance de antigalã, de como o cara ralou pra chegar lá e mais meia dúzia daquele blábláblá usual. As fotos da Isabel Garcia com o Lombardi são bem melhores que as do JR Duran com o (antigalã e blábláblá) Mateus Solano, publicadas na RG passada. O Lombardi convence bem mais na pele de antigalã, diga-se.

É com você, Lombardi!

A RG traz ainda uma matéria de seis páginas com Marc Jacobs, que não é o Tom Ford, mas também adora aparecer pelado. Bem, pelo menos o cara não apareceu com aquela saia pintosa nas fotos.

A saia pintosa ficou no armário

O resto é a RG Vogue de sempre: a cobertura anual do tradicional baile de gala da Vogue, um pouco de moda, o pessoalzinho do high society, a turminha do jet set, os colunáveis, as bem-nascidas...

It girl: Ser independente bem-nascida é mole, quero ver dura...

Baile Vogue: O belo casal franco-brasileiríssimo e Julia Petit, uma das mulheres mais elegantes do Brasil

Fotos Reprodução: RG Vogue



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