Quando uma capa “chocante” cai na internet, alguém sempre compartilha com o @dasBancas um link para a gente comentar logo. Dessa vez, o choque em ver Nicki Minaj em destaque na V Magazine foi multiplicado por dois. Se bem que uma capa é fofa, outra é bizarra. Estendemos o convite para comentar o ensaio ao @Raullzito, que foi quem antecipou as imagens para a gente.
A nossa maior dúvida foi entender que raios é Nicki Minaj, porque taí uma pessoa que sempre tem destaque na mídia, todo mundo já ouviu falar mas ninguém sabe o que faz. E, do nada, aparece numa capa de peso como a da V. Superado o fato do I wanna be Lady Gaga do hip hop, entendemos que a proposta era fazer uma capa na versão Onika Tanya (juramos que é o nome dela), e outra carnavalesca típica de Nicki Minaj; refletindo suas duas personalidades bem distintas.
O ensaio da V é minimalista, apesar das pinturas corporais tipo aborígenes. O ruim é que dá a sensação de que nada combina com a personagem que se monta tanto para render na mídia. Faltam as cores vibrantes nos cabelos e nas roupas que, dessa vez, quase nem são extravagantes. As fotos ficariam ótimas e mais contextualizadas – mantendo até as caras e bocas – se fossem produzidas fora de estúdio.
Tudo isso porque a gente descobriu que a Nicki rende, mas desde que a produção siga qual é a da cantora. Para comprovar a nossa afirmação, dê uma olhada nas capas gringas que separamos abaixo. As nossas favoritas são sempre as exageradérrimas no último grau: com as perucas coloridas menos penteadas e as roupas mais exóticas. Travestismo puro. Pô, isso é Minaj!
Todo mundo vai lembrar dessa Billboard daqui há 10 anos, quer ver?