sábado, 21 de abril de 2012
Foto do Dia
sábado, 30 de outubro de 2010
Super Woman
Cindy Crawford sustenta “iconicamente” a capa de outubro comemorativa dos três anos da Vogue India. A combinação da modelo, cores, fontes, harmonia das chamadas e elementos gráficos (adorei o uso das figuras geométricas), resulta numa capa maravilhosa. E aproveitando o gancho com o post do Thiago, esperava disso pra mais na dança das cadeiras da Vogue nacional.
Mudança de editora também deveria ser motivo pra festa
As fotos de Mark Seliger registram a top model mais famosa dos anos 90 – hoje com 44 anos (onde?) – numa produção de moda que vai de Balmain à Alexander McQueen. E a dupla de abertura do ensaio, Super Woman, é super charmosa e faz total link à capa. Adoraria se a moda dos grafismos caisse no gosto das edições brasileiras.
Só um gostinho das principais capas de Cindy Crawford ao longo de sua carreira. De acordo com o Wikipédia ela já estave mais de 400 em todo o mundo. E também foi a primeira top model a aceitar posar para a Playboy – estilo que nós tanto gostamos e fica o lembrete para o dezembro de Letícia Birkheuer.
E aí, qual capa da Cindy Crawford mais marcou você?
domingo, 20 de setembro de 2009
Good Day
Megan foi clicada por Mark Seliger, que já foi o principal fotógrafo da RS norte-americana com mais de 100 grandes capas em seu currículo, incluindo as com Gisele, Jennifer Aniston (pagando bundinha), Angelina Jolie (a 1ª dela), Nirvana, a clássica do Red Hot Chili Peppers, entre tantas outras. O ensaio é bonito, sexy, mas me lembrou um pouco o da Esquire, onde a atriz também aparecia em situações
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Ah... a Vogue Itália!
Mas acho que nada fala mais que as fotos da revista. Elas deixam clara a cara-de-pau da editora, que ao invés de instituir uma modelo queridinha, coloca atores, celebridades de um modo geral e modelos em um mesmo patamar. Todos merecem capa e produção caprichada. Seja uma modelo russa, a jovem atriz inglessa ou a badalada estrela de Ensaio sobre a Cegueira.

















Ao invés de fazer de um tudo para aparecer, como editorias inspirados em si, Franca prefere alfinetar a sociedade. Retira todos os modelos masculinos da L'Uomo Vogue, e troca-os por homens normais, sejam atores, cantores de rock ou um senhor de 70 anos. Como forma de protesto contra o presidente xenófobo, Sílvio Berluscone, e também contra a hipocrisia da indústria da moda, faz a edição All Black e dispara: “Não é problema meu se eles não gostam; é problema deles”. A Vogue Itália, é a prova que acima do ego, deve vir o trabalho. E isso, eles sabem fazer muito bem. E nós, adoramos!



































