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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

É possível fazer bonito em janeiro

A Alfa preencheu uma lacuna. Em outras palavras, soube aproveitar bem uma oportunidade. A edição de janeiro foi a quinta, mês que algumas revistas capricham menos e outras sequer chegam às bancas. O compromisso com o leitor foi honrado: foto de capa e ensaio produzidos em meio a correria de dezembro (como bem frisou Kiko Nogueira na Carta do Editor), matéria principal com pesquisa proprietária, mulher inédita e inesperada na seção Ela e outros bons tratos que não estamos muito acostumados.

O público da Alfa é 35+. Me espantou ver Marcelo Adnet e Dani Calabresa na primeira capa do ano, fugindo do perfil do grupo que que estampou as edições anteriores (Galvão Bueno, Steve Jobs, Ronaldinho e Aécio Neves). Gosto muito do casal, mas ambos são apresentadores da MTV, canal sem afinidade com os leitores da Alfa. Ficou claro que essa edição tentou atrair uma parcela que ainda não havia sido impactada pela revista. E escalaram bem o Adnet, que consegue vender tudo, de Kuat à Volkswagen.

alfa… e a Calabresa foi a primeira mulher na capa da Alfa!

Jorge Bispo é o fotógrafo responsável pela imagem de capa e ensaio do casal de comediantes. Mas uma única escalação de peso não garante qualidade no resultado. A produção de moda é péssima: o vestido não favorece Dani Calabresa, que tem braços grossos (e não decorrentes de musculação) e o branco da camiseta do Adnet camufla com o do estúdio. O resultado é ruim, e a diagramação das internas da Alfa é infinitamente melhor que a da capa.

A seção Ela trouxe Letícia Sabatella, atriz que ocupava meu imaginário de globais que jamais fariam fotos sensuais. O texto de Ailin Aleixo que acompanha o ensaio, transcreveu uma fala da atriz durante o shooting fotográfico: “As fotos têm de ter um lado cênico, lúdico, senão ficam sem sentido. Não estou aqui para fazer poses sensuais nem propaganda de grife”. Talvez essa seja a argumentação correta para disfarçar o sensual para atrizes como Sabatella.

montagemChristian Gaul já é o meu fotógrafo favorito de 2011

O ensaio é muito bonito, sereno e mostra uma Letícia confortável e entregue, contrastando com sua personalidade e descrição de suas atitudes no decorrer do texto. A recusa de posar com o cavalo, os pedidos de dosagem da maquiagem – chegando a tirar duas vezes o pincel da mão do maquiador –, a proibição de encostar no seu cabelo e a reprovação das roupas escolhidas para o editorial talvez fossem necessários para chegar ao belo resultado exposto em apenas quatro fotos. Infelizmente o índice da revista foi mal aproveitado, repetindo uma das imagens do ensaio.

IMG_0313[1]POR QUE?

O texto De Kika para Arnaldo, uma crônica do namoro entre a própria colunista e o diretor de cinema Arnaldo Jabour é incrível, e vale a leitura aqui. A narrativa percorre do início ao fim o relacionamento do casal, citando crises e expondo críticas à essência de Jabour – algumas defendidas pelo próprio, que comentou as passagens antes da publicação.

IMG_0322[1]As belíssimas ilustrações são de Zé Otavio

Fora isso, a Alfa trouxe o grafiteiro Speto no editorial de moda em ótimos enquadramentos e locações, fotos de Anne Hathaway pagando peitinho em cenas de Amor e Outras Drogas, declarações de Claudio Manoel sobre o fim do programa Casseta & Planeta e uma matéria decorrente de laboratório: Botei Botox, em que o repórter da Alfa se internou numa clínica para homens e entendeu a prática na pele.

*peço desculpas pelo timing, mas janeiro é sempre um mês atípico.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Swimsuit issue?

Parece gringa, mas não é

O mês voou e taí a capinha da próxima Maxim. De primeira, lembrei da Sport Illustrated. Seja no biquíni com mais pano e detalhes que o necessário, cenário paradisíaco e/ou modelo estonteante com cara de gringa. Na minha modesta opinião, a Juliana Imai é uma das modelos mais gatas da atualidade. Das orientais (que não são muitas, vamos combinar), a mais sexy de todas. Sim, podia ser a atriz-apresentadora Dani Suzuki (gosto muito) ou a apresentadora-atriz Geovanna Tominaga (sem sal) que possuem um entrosamento mais forte com o grande público, mas aprovo a escolha menos evidente da Maxim por uma capa com uma top que não é conhecida por toda a torcida do Flamengo, mas que é detentora de um porte bacana, beleza marcante e uma pitada de exotismo que faz toda a diferença. Bem, pensando assim, podia ser a Carol Ribeiro também.

Continuo aprovando o uso módico das cores na capa e estou curioso para ver Speto nas páginas da revista. Tô na torcida para que venham páginas lindas com suas ilustrações.

Para os flamenguistas que ainda não conhecem a Ju, abaixo seis capinhas com a nipo-brasileira. Adoro a da Época, e vocês?

É só comigo ou toda Juliana que vocês conhecem é gata?!



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