É fato que a Maxim americana nunca teve o bom gosto de suas conterrâneas GQ e Esquire. Ok, mas por mais que a gente não espere muita coisa de sua versão brasileira, ainda me surpreendo com a proeza de a revista conseguir vir pior e pior e pior a cada edição. E o problema nem é tempo, já que a Maxim Brasil não é mais mensal há tempos e sim chego-na-banca-quando-der. Muito triste ver uma revista que começou com a Alinne Moraes seguindo o mesmo caminho sem volta da UM: apelando para uma sensualidade barata tal qual esses R$ 4,90 de capa.
Fotos: Reprodução Maxim