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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Época de polêmica

Daí que 2012 começou e as polêmicas já chegaram às bancas. Não sei se você está por dentro de toda a pendenga envolvendo a Revista Época, Michel Teló e os pseudo-cults brasileiros. Tudo isso porque a revista decidiu dar sua primeira capa do ano para o paranaense que está tocando mais que Adele e Coldplay na Europa e dizer que ele ainda vai nos pegar. Todos nós. Olha, não é por nada não, mas tem coisa muito mais relevante para se preocupar nessa capa que o conteúdo em si...
Por exemplo: se vocês queriam "homenagear" a capa da Esquire com Bradley Cooper, porque não fizeram direito? Se ele vai "pegar" todas as classes, não seria interessante as mãos fazerem referência a várias classes sociais em seus acessórios? Não seria legal que pudéssemos sentir uma diferença de idade entre as mulheres? E, ainda fico em dúvida sobre essa generalização do título e a inexistência de uma única mão masculina na foto. Não precisa pegar o cara, mas poderia de alguma maneira ser incluída...
Além desses detalhes conceituais, me incomoda profundamente o figurino escolhido para o moço. A capa gringa é muito mais sofisticada, mesmo com o paletó aberto. O corte da peça - e iluminação sobre ela - é muito melhor, a camisa clara agrega informação e evita que o "muso" vire uma lombriga vestida com um borrão preto. 
E, para fechar o pavor ao ver essa capa, temos o stroke branco e a sombra tosquinha na chamada principal que vem escrita com uma tipografia toda fofinha. Sério, não precisava disso.


Pra fechar o pacotão pânico, ainda temos a foto completamente sem vigor da abertura da matéria, que também é uma "homenagem" à Esquire com Jeff Bridges. Assim, não sou designer da revista, não conheço todo o projeto gráfico deles e suas possibilidades de variação, mas esse verde hospital no topo, junto do vermelho do Michel não permitem que o Teló desenhado com o cabo do microfone tenha o impacto conseguido na matéria de Jeff. Tem horas que é melhor fazer o quadradinho pra não correr o risco de ficar parecendo um primo pobre, sabe?


Esse menino precisa de muito mais atitude pra conseguir me "pegar"...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Enquanto isso, nos States

Na principal edição do ano da GQ americana, 15th The Men of the Year, quem aparece na capa principal, eleita a ‘babe’ do ano, é uma atriz de 1,60 e curvas avantajadas, mas bem diferente do padrão bombado que algumas publicações têm tentado empurrar aos seus leitores como a nova mulher. Com vocês, Scarlett Johanson.

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Tô eliminada. Não faço o requisito ‘padrão brasileiro’ #cof

A edição ainda elegeu – e pôs na capa – mais quatro destaques: James Franco, o homem do ano GQ, que tem surpreendido em filmes não tão comerciais e que estréia em breve 127 Hours, que conta a história real de um montanhista que ficou preso em uma rocha e teve que amputar o próprio braço pra sobreviver.

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Que Homem Aranha o quê!?

Ainda temos o destaque do ano, o queridinho da Rihanna, o rapper Drake, que participa da música “What’s my Name”.

GQCV00102WV0_noupc Tô em primeiro na Billboard

O ícone do ano é Jeff Bridges, ganhador do Oscar 2010 de melhor ator e que este ano chega às telas com o tão aguardado “Tron, o Legado”.

GQCV00202WV0_noupc Fiz o primeiro Tron também

Por fim, o patriota do ano, Stephen Colbert. O cara tem um programa lá nos EUA onde satiriza a política do país e o tradicionalismo.

 

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É assim que se faz humor em uma capa



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