quarta-feira, 24 de março de 2010

Brazilian Boy

Arthurs Sales é um dos meninos brasileiros que mais tem se destacado no cenário internacional nos últimos anos. Ao lado de Evandro Soldati e Marlon Teixeira, o garoto estampa editoriais e campanhas por toda a parte. Mas diferente dos outros dois, Arthur tem tudo que os editores internacionais gostam: cara de menino e corpo skinny.

Para consagrar o grande momento, há algumas semanas, o menino ganhou uma L'Officiel Hommes Paris pra chamar de sua. E não é pouca coisa não, são 200 páginas de moda estreladas por ele.

mocinho ou bandido?

Aqui, algumas das fotos que compõe um dos editoriais. Inspirado em mocinhos e bandidos, tem Arthur mascarado de Mickey a Darth Vader.

minha foto preferida!

Ah, Batman...

terça-feira, 23 de março de 2010

É primavera!

A primavera lá de cima chegou, e junto dela as 3 capas da i-D. Nelas, temos:

Natalia Vodianova por Paolo Roversi;
sempre linda, mesmo ao natural.

Sasha Pivovarova por Emma Summerton;
tava saindo do motel e me enrolei num saco de lixo.

E Freja Beja Ericksen, também por Emma Summerton.
a modernidade do verde abacate

No conjunto da obra podemos notar o gosto pela limpeza de elementos e a diversidade do conteúdo. Cada uma das capas aponta para um caminho muito diferente. E eu só não tenho muita segurança pelo apontado na capa de Sasha Pivovarova. E vocês?

Ringue de inverno

A modinha da hora

Março é um mês de apontar apostas e e apurar tendências para o inverno nas revistas de moda. O que se viu nas publicações brasileiras foi o de sempre, uma profusão de editoriais com o melhor do que foi visto no Fashion Rio e SPFW pelos editores de cada publicação. A fórmula é bem simples: um casting com muitas modelos, fotos em estúdio vazio, looks idênticos (ou quase) aos da passarela e uma foto pra cada tendência. Sendo assim, os ensaios ficam muito próximos uns dos outros e não apresentam personalidade. Muitas modelos, produções e até mesmo poses se repetem em diversos momentos. Até pensei em postar as fotos misturadas e sugerir que vocês indicassem de qual revista se trataria cada uma delas, mas existem detalhes que precisam ser considerados.

A VOGUE foi bem simplista em suas apostas de inverno 2010. Com fotos de Jacques Dequeker, com três modelos em cena e sem pensar muito na beleza (cabelo e maquiagem) dos looks. Sem muitos recursos fotográficos, sem páginas duplas e com apenas dez fotos, a revista fez o básico. Do básico.

Os breves

Quem foi mais longe dessa vez foi a CRIATIVA, que trouxe 20 apostas (em 20 páginas), mais de dez modelos em cena e a proposta de um ensaio meio leve ou desprentensioso, com a cara jovem que a revista tem. As fotos são de Gui Paganini.

Os frescos

Mas quem fez o melhor dever de casa foi a ELLE. Em 36 páginas e com fotos de Fábio Bartelt a revista publicou o que de melhor viu nas semanas de moda do país. Cada foto possui a sua história e o ensaio trouxe, em meio a fotos coletivas, p&b, páginas duplas, closes e recortes, muita expressividade para as suas apostas da vez.

Os generosos

Claro que tem que se levar em conta que a Criativa é uma revista de comportamento e não de moda como as outras duas. E também que a Vogue produziu outros dois editoriais genuinamente brasileiros: um sobre militarismo de André Passos com Alicia Kuczman e outro horroroso sobre formas, de Bob Wolfenson com Barbara Berger em cenário mezzo Mondrian.

Curiosidade: a modelo Katia Selinger é a única que aparece em todos os três editoriais.

domingo, 21 de março de 2010

Polêmica e mais polêmica

Carine Roifeld, da Vogue Paris, é tida como uma das mulheres mais poderosas do mundo da moda, mais poderosa que Anna Wintour nesses tempos estranhos da Vogue América.

Além de poderosa, Carine é naturalmente polêmica. Toma partidos de causas controversas, como o uso de peles, fazendo editoriais como o de Raquel Zimmerman nua entre várias casacos. A nova polêmica abraçada por ela é o do físico das modelos.

Enquanto as principais revistas, editoras, estilistas e especialistas de moda do mundo começam a apontar um novo padrão, mais sexy, saudável e curvilíneo para as modelos, Carine coloca nas páginas da Vogue Paris de Março a modelo Iselin Steiro.


Iselim é uma menina magra, extremamente magra, seca mesmo, e ainda assim bonita. Mas nas fotos desta Vogue encarna um tipo abatido, meio doente, sujo, que lembra muito as Heroin Girls que dominaram os anúncios da década de 90 até a chegada de Gisele e sua opulência.


As fotos de David Sims são fortes, quase angustiantes. A interpretação da modelo superincrível, mas não consigo achar o trabalho bom. Não consigo gostar do que vejo...

Acho feio e ultrapassado glamourizar a magreza e a sujeira. Acho completamente desnecessário, num mundo onde meninas sofrem com problemas alimentares e com o exagero nas drogras, mostrar um mulher que mais parece o Keith Richards.

Desculpem-me Carine e modernetes, mas desta vez fico do lado de Marc Jacobs e Dior que apostam na mulher bonita e com volumes, além da aparência saudável.

Mais humor, Brasil

De acessório novo, Tina?

Tina Fey é a nova "namoradinha da América" do mercado editorial, com direito à capa de Vogue US, Vanity Fair, Rolling Stone... e, agora, Esquire!

A vingança dos nerds

Maior barato as fotos da Esquire. Sinto muita falta desse humor nas masculinas daqui e espero de verdade que a nova masculina da Abril (ainda sem nome definido), feita nos moldes da Esquire e GQ, com lançamento previsto para esse ano, supra esta carência e que mande tão bem quanto a edição da Esquire com a comediante.

Ligeiramente bêbada (e sexy)

Fotos: Reprodução Esquire



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