sábado, 28 de setembro de 2013
Playboy reage com um cruzado de esquerda
sábado, 28 de janeiro de 2012
Quase trinta e linda!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Au revoir!
“90 com corpinho de…” Diga não à piada-usada!
Em outubro, a VOGUE Paris completou 90 anos com uma edição maravilhosa do jeito que se espera de um especial. Além de muitos editoriais com os melhores profissionais do meio (de Lara Stone a Freja, de Mario Sorrenti a Terry Richardson), Carine Roitfeld também convidou os seus mais importantes anunciantes parceiros para homenagear a revista em páginas duplas e, quase sempre, belíssimas. Meus preferidos, pelo resultado ou simplesmente por serem inusitados:
Nicolas e Miuccinha, cadê vocês?
Eu, como um bom apaixonado por revistas, slogan deste blog, já me encantava pela VOGUE Paris mesmo antes de ver alguma de perto. Me lembro perfeitamente de um dos meus primeiros posts no dasBancas, sobre a Carine e a VOGUE da francesa, com polêmica de peles e chacota com a Anna Wintor. Foi uma das poucas vezes que me senti satisfeito com um post. E como deu trabalho! Naquela época, eu ficava horas pesquisando e pensando para fazer um post. Depois, isso ficou mais simples e rápido, em meia hora saiam três ou quatro ideias da minha cabeça que já subiam para o dB. Horas, minutos… Depois passei a demorar dias. Semanas sem postar! Não por não ter o que falar ou por não amar dividir minhas opiniões por aqui, mas simplesmente porque surgiram outras prioridades e minha vida foi tomando um rumo diferente, mais agitado e desafiador.
Mas voltando a falar sobre essa edição de quatre-vingt dix ans, em bom francês, da VOGUE Paris, eu amo a revista por ser a mais ousada de todas que conheço. Completa, irreverente, politicamente incorreta, cool. Sem dúvida, a revista de Mme. Roitfeld é a mais influente publicação de moda do mundo. Influente e invejada, referência para todos. A que sabe aplicar melhor as referências que tira da cultura pop, a mais ligada na contemporaneidade e sempre a frente do seu tempo, provocando reações, positivas ou não, em quem te folheia. Só pra não deixar de ser “cri-crítico”, diria, sem mais demoras, que esperava bem mais da capa de uma edição tão especial. Só.
Carine Roitfeld e sua VOGUE Paris seguem sua parceria de sucesso, inclusive com uma capa linda para novembro. Já a minha participação no dasBancas termina aqui. Desejo sorte para os que chegam, que vocês continuem esse projeto com o espírito ousado e revolucionário dos 90 anos dessa revista incrível que falei acima. Desejo que todos tentem fazer diferente, que nunca esqueçam do que já foi escrito aqui, que pensem muito a respeito do que vão falar, que escolham seus assuntos sempre com algum propósito e, o mais importante, que cuidem muito bem desses dois amigos especiais que eu construí através do blog. Estou sempre de olho em vocês, muito obrigado por tudo.
Boa sorte, dB. E até a próxima (banca)?
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
O que é ser homem ALFA hoje?
Comentar a primeira edição de uma revista não uma tarefa fácil. Um livro (ou CD) nasce com uma identidade própria, um estilo definido. Já um periódico não, é moldado a partir das vontades de sua equipe, do feedback dos leitores e das tendências do mercado.
O candidato a presidente da revista
Apesar disso, a revista nasceu simples, bonita, elegante, sofisticada e com muito conteúdo, assim como o homem que ela pretende alcançar. As três matérias das três capa receberam cuidados especiais tanto em suas fotos quanto em seus textos. Sempre buscando passar uma imagem não conhecida dos personagens escolhidos. Até parece uma revista muito séria, mas na verdade é bem humorada, como eram algumas masculinas de antes e como todas deveriam ser até hoje.
O chato famoso, mais rico do que você imagina
Eu tenho verdadeira paixão por revistas visuais, adoro ver ensaios intermináveis, com trabalho forte de design e arte. A Alfa não é isso e nem deveria ser. O que o leitor brasileiro precisava mesmo é de uma revista de conteúdo seguro, escrita de forma inteligente e com assuntos amplos. Apesar disso, a primeira capa tinha a obrigação de ser bonita e marcante, ou ao menos com as três opções da capa tripla disponíveis.
Ailin Aleixo superou espectativas e a matéria da Carolina Ferraz é impagável. Aliás, excelente escolha da revista para sua primeira edição. A atriz é linda, divertida e inteligente. A produção de moda é ousada e impactante, algo incomum para as revistas masculinas, e que é ótimo para ampliar os olhares desse público. Em qualquer lugar que sair alguma foto desse ensaio o leitor atento saberá que se trata do ensaio da Alfa.
A muito linda, incontestavelmente chic e rica, claro
A moda da revista é de verdade, sem ser boring. A Trip também faz isso muito bem, mas o seu leitor projetado é jovem e surfista, o que facilita um pouco a representação desse personagem. Aqui o assunto é levado a sério e com muitos pontos de abordagem, que conseguem agradar a todos. Com textos, dicas, editoriais, coluna de dúvidas, personagens históricos e tudo que se encaixa quando pensamos em “Estilo”.
Impossível não compará-la a outras publicações, mas agora o melhor é deixar de lado GQ’s e Esquire’s, que assumidamente inspiraram a Alfa e também não usar só o rótulo de “VIP adulta”. Ela é tudo isso e talvez também seja um pouco como uma Rolling Stone de assuntos masculino, sem tanta leitura de fôlego. Os assuntos são amplos e bem abordados, com muitas referências pop interessantes, como na matéria “O que é ser homem hoje”, a melhor parte dessa primeira edição.
E semana que vem sai a segunda edição da revista, com Steve Jobs na capa, Carla Bruni nua, Wagner Moura e seu Tropa de Elite 2 e um guia completo de moda para o verão.




