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sábado, 11 de julho de 2009

Cover boy

Alguém me explica a piada?

A capa da GQ norte-americana com Brüno, o personagem über gay de Sacha Baron Cohen, fez escola. Brüno agora também dá pinta na capa da gay Out, com direito a entrevista exclusiva (sim, do personagem e não do ator), e na da hetero GQ British. Capa da Out, vá lá, a gente até entende, agora o que leva esses britânicos a esconderem a über gata Ana Beatriz Barros no recheio e colocarem o eterno Borat nessa capa feia e sem graça? Vai entender...

Que desperdício...
Fotos: Reprodução GQ

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Tem como não amar?!

O nome Sacha Baron Cohen já é sinônimo de humor rasgado, situações constrangedoras e muita crítica sócio-cultural. E o mais legal disso tudo é que a mídia embarca muito na história, e acaba fazendo uma mega divulgação do personagem antes mesmo do filme chegar às telonas.

Depois de Borat, o novo personagem de Sasha é, o reporter do Gay TV, Brüno. Fashinista e afetadíssimo, o modelete austríaco abusa dos clichês gays e vem ganhando as páginas das grandes revistas internacionais. Depois de estrelar um ensaio ao lado de Alessandra Ambrósio, para a Marie Claire inglesa, ele é o homem da vez na GQ americana.

Só no carão...

O ensaio é divertidíssimo, oi? Comedy Issue!, e me faz pensar em algumas coisas além da comédia em si:

Será que em terras tupiniquins uma capa dessa passaria em uma revista masculina?

Jogo e revista de macho!
essa sombra ali em baixo ficou tosca, heim sra. GQ!

No caso de aprovada pelo alto escalão de uma Editora, essa revista venderia? Nosso público aceitaria um homem nu na capa que outrora foi de Jennifer Aniston, também nua?


E indo mais longe, nosso país cheio de preconceitos e falso moralismo suportaria um ensaio como esse?

Certeza que todas as respostas foram negativas e acho isso uma pena. Afinal, conviver com gays e saber rir de situações inusitadas não dói e não faz mal a ninguém.

Teste para o Vilage People

O que posso fazer é aplaudir a iniciativa da GQ, que comprou a proposta e colocou um ícone gay em suas páginas. Mesmo o conjunto sendo uma grande sátira, é um ponto a favor da publicação. E espero que o público entenda que isso é apenas um personagem, e não o retrato fiel de um grupo cheio de sutilezas e diferenças.



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