Vivendo e aprendendo, né? Vocês aí já imaginavam que a super Alessandra Ambrósio nunca tinha posado para Terry Richardson? Pois é, jurava que a dupla já tinha feito diversos ensaios, mas aí vem a Harper's Bazaar Brasil e dá na cara da gente duplamente: avisa que é o primeiro trabalho deles e ainda entrega uma capa incrível! Também, quando juntam Terry, Marcelo Sebá e Bazaar BR não tem como dar errado, né? Lembram das duas capas da Gisele e da Lilly Donaldson? Então, tudo trabalho do trio!
quarta-feira, 29 de maio de 2013
A primeira vez de Terry Richardson e Alessandra Ambrósio
sexta-feira, 1 de março de 2013
O que a gente tem nas modas?
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Made in Brazil #6
sábado, 3 de dezembro de 2011
Pra depois
domingo, 1 de maio de 2011
É marmelada, é marmelada
Tiago Leifert, o décimo colocado na eleição do Homem do Ano de 2010 da Alfa (o primeiro foi o videomaker Joe Penna oi?), leva a melhor na GQ Brasil e é o primeiro homem a estampar a publicação nacional. Se bem que, pra mim, é marmelada: Leifert foi citado em chamada editorial na capa de Ambrósio (Tiago Leifert em coluna inédita) e é colunista da seção Diálogos sobre esportes.
Tão preguiçoso quanto colocar a Jhenny na capa da VIP
É fato que a segunda edição da GQ Brasil é dotada de mais personalidade: tanto a proposta do auto-retrato, quanto a produção de moda que climatiza ares retrô. Gosto muito da marcação da sombra escura atrás de Tiago, que reflete inclusive sob o logo da revista – a mesma preocupação não foi tomada na primeira edição.
Embora a quantidade exagerada de chamadas editoriais, a composição é bem estruturada e os pesos são sutis, incomodando pouco a visualização do todo. E nota-se que a Itália terá duplo destaque na edição: com Monica Bellucci e Barbara Berlusconi, a namorada de Pato. Aqueles que esperavam por um ensaio inédito de alguma brasileira, precisarão ser pacientes em maio.
E fecho o post só questionando: se Leifert será capa por ser o entrevistado da seção J.R. Duran Entrevista, porque o destaque não foi dado à Luana Piovani na edição #1?
domingo, 10 de abril de 2011
Vale quanto pesa?
Nós aqui no @dasBancas adoramos fazer a três. Vira e mexe a gente junta um grupinho e coloca a mão na massa. A escolhida desta vez é a GQ#1, e os comentários são meus (@thiMnz), @Leandro_S e @ikelag.
Passada a apatia causada pela capinha muito da mais ou menos, finalmente sente-se o peso de ter em mãos uma “gequê” (sorry, mas “djiquil” com o jornaleiro daqui não rola) bra-si-lei-ra. 218 páginas bem pesadas.
Só na primeira folheada, a sequência com alguns dos grifadíssimo anunciantes (Louis Vuitton, Ermenegildo Zegna, Burberry, Hugo Boss, Calvin Klein, Lacoste, etc) impressiona bastante. O toque do papel de primeiríssima qualidade idem. E a impressão impecável? Concorrência, tremei!
pagando a conta!
Além dos grandes anunciantes, o mais impactante nessa primeira GQ é seu visual. Diferente das masculinas nacionais que já estamos acostumados a acompanhar, esta é uma revista de detalhes gráficos.
Em várias páginas vemos cores bem aplicadas, ilustrações lindas e cheias de bossa, diagramação sofisticada, bela utilização de espaços brancos e capitulares. A GQ Brasil trás muito de suas irmãs e, em sua diagramação, determina muito bem o perfil da publicação. Aqui, sofisticação é a especialidade, mas uma pitada fresh é fundamental.
O único ponto que desagradou foi a superficialidade tratada em várias matérias: o encantamento visual pode ser quebrado pelo gap editorial. A opção em falar sobre muitos assuntos, limita em comentar-se pouco de tudo. Adoraria saber mais do novo cd de Marcelo Camelo, mas é impossível entendê-lo em meia dúzia de perguntas. Já Araguaia, a matéria mais densa da edição, é desinteressante e poderia ser comentada em outra revista. O problema não é só a forma, é o tom. O acolhimento do Diretor de Redação, Ricardo Franca Cruz, na sessão Editorial, não é refletido nas demais matérias - com exceção no texto de Sérgio Zobaran sobre Oscar Niemeyer. Mas este é um esforço que certamente será trabalhado nas demais edições.
Quem chamou mesmo atenção nessa estreia foi a nossa boa e velha (+ boa q velha, até quando?) Luana Piovani, a primeira Musa GQ. A atriz foi entrevistada pelo Entrevistador GQ, o multifacetado J.R. Duran.
O clima de bate-papo sem grandes edições é superbacana, mas é desnecessário ressuscitar alguns mortos. Luana tem fôlego para novas polêmicas e opiniões sinceras para dar e vender sobre atualidades. O grande destaque ficou por conta da foto inédita que ilustra a entrevista. Curioso como apenas uma imagem de Luana by Duran foi capaz de tombar com o ensaio da Alessandra Ambrósio.
Leia a entrevista da Luana aqui.
AngelAlessandra? Sou mais a @DevilLuana
Compreendo perfeitamente a escolha de uma estrela mais global para a capa #1 de uma revista globalizada como a GQ, mas confesso que minha curiosidade é ver as globais todas sobre esse G e Q aí.
mês que vem a gente espera um ensaio caprichado
O fato de uma publicação ser assinada pela GQ implica muito mais que páginas bem diagramadas, redação com nomes conhecidos e anunciantes internacionais. É ótimo folhear pela primeira vez a GQ Brasil, com o entusiasmo por enfim ter uma versão nacional da masculina de maior prestígio em todo o mundo.




