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quarta-feira, 29 de maio de 2013

A primeira vez de Terry Richardson e Alessandra Ambrósio

Vivendo e aprendendo, né? Vocês aí já imaginavam que a super Alessandra Ambrósio nunca tinha posado para Terry Richardson? Pois é, jurava que a dupla já tinha feito diversos ensaios, mas aí vem a Harper's Bazaar Brasil e dá na cara da gente duplamente: avisa que é o primeiro trabalho deles e ainda entrega uma capa incrível! Também, quando juntam Terry, Marcelo Sebá e Bazaar BR não tem como dar errado, né? Lembram das duas capas da Gisele e da Lilly Donaldson? Então, tudo trabalho do trio!

A única coisa que me incomoda um pouco, é a falta de sombra ali no pé dela, dá uma ligeira sensação de flutuação. Mas, em compensação, essa coisa monocromática ficou muito bonita! E ah, diagramação bonita, né? Tudo certinho, tudo organizado, nada incomodando...

sexta-feira, 1 de março de 2013

O que a gente tem nas modas?

As revistas de moda do Brasil têm seguido um padrão todos os meses: Elle ou Bazaar fazem a melhor capa, Vogue derrapa e L'Officiel não entra na disputa, por que, vamos combinar, aquilo ali anda meio mambembe. 
Este mês é possível observar uma mudança nessa lógica. Elle, mais uma vez, entrega uma capa impactante. Bruna Tenório vem linda, toda trabalhada na nova coleção de Reinaldo Lourenço. Tudo muito bonito e correto, mas adoraria ver a Elle saindo desse porto seguro num edição futura.
 A Vogue, que sempre vem com bom material, mas subaproveitado, finalmente faz uma capa bonita de verdade neste mês. Alessandra Ambrósio se veste com o quadriculado da Louis Vuitton – inclusive, a peça demorou para chegar nas capas daqui, né? Tem um três meses que só dá isso nas capas gringas – e segura uma capa classuda. A fotografia em ambiente externo, com direito a skyline lá no fundo, traz uma textura bem diferente da recorrente em capas de moda. E, além disso, a diagramação está correta, sem nada chamando atenção demais.
 A L'Officiel continua apostando na falta de apelo para suas capas. Neste mês eles têm a disposição a super Thairine Garcia – que brilhou muito em 2012, com direito a capas inesquecíveis em Elle e Bazaar – e ainda assim fazer um trabalho qualquer nota. Esse fundo cinza sem personalidade, essa foto meio desfocada no rosto da modelo e essas chamadas perdidas, sem qualquer alinhamento ou cuidado me dão pena. Sério, acho que deveriam investir numa equipe de arte mais forte.
 E a Harper's Bazaar, que sempre nos encanta, tá aí toda orgulhosa de sua nova editora, a toda poderosa Carine Roitfeld, e sua capa com Joan Smalls. Assim, também estaria orgulhoso se esse material fosse exclusivo, produzido especialmente para a edição brasileira. Mas, para quem está de olho, sabe que o ensaio tá rodando o mundo, com direito a capa em diversas versões da revista, sendo que foi inicialmente produzido para a matriz americana.
Ah, mas apesar desse fato, a capa é boa, impactante e, finalmente, com um novo tratamento para as chamadas, que deixou tudo mais leve e legível.
E vocês, preferem qual?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Made in Brazil #6

Pelo preview publicado no site Models, a Made in Brazil #6 vem mais eclética e saidinha que a #5 que, mais vestida, não havia empolgado tanto. E depois de um certo tempo, a revista já estava mesmo na hora de trazer alguma novidade. A presença feminina da bombshell Alessandra Ambrósio dá uma renovada. Só acho que a capa já poderia ter mais cara de revista e trazer logo a marca Made in Brazil.
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Quanto menos roupa melhor
Para ver + fotos e/ou comprar a MIB #6, clique aqui.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Pra depois

O dasBancas super deixou a capa da Vogue Brasil de dezembro pra depois, porque ela é uma coisa meio assim pra depois mesmo. Sabe aquela revista que a gente olha e acaba escolhendo outra para folhear? Então. A ideia de colocar um homem na capa dá uma diferenciada bacana, o homem não poderia ser melhor escolhido, mas achei a capa flat, quase mais ou menos, sem emoção.
vogue dasbancas 2 Não convenceu
O recheio já não passa essa sensação preguiçosa de “não faça hoje o que você pode fazer amanhã”. As fotos de Eric Guillemain no Central Park são bonitas e algumas delas fariam a capa render muito mais do que essa posuda escolhida. Minha favorita é a antepenultima desse post, onde Santoro está de costas abraçando a Ambrósio.
1 2 35786910        Ao menos 3 dessas convenceriam muito mais
UPDATE: A capa para assinantes.
vogue dasbancas
Fotos: Reprodução Vogue

domingo, 1 de maio de 2011

É marmelada, é marmelada

Tiago Leifert, o décimo colocado na eleição do Homem do Ano de 2010 da Alfa (o primeiro foi o videomaker Joe Penna oi?), leva a melhor na GQ Brasil e é o primeiro homem a estampar a publicação nacional. Se bem que, pra mim, é marmelada: Leifert foi citado em chamada editorial na capa de Ambrósio (Tiago Leifert em coluna inédita) e é colunista da seção Diálogos sobre esportes.

287542295 (2)Tão preguiçoso quanto colocar a Jhenny na capa da VIP

É fato que a segunda edição da GQ Brasil é dotada de mais personalidade: tanto a proposta do auto-retrato, quanto a produção de moda que climatiza ares retrô. Gosto muito da marcação da sombra escura atrás de Tiago, que reflete inclusive sob o logo da revista – a mesma preocupação não foi tomada na primeira edição.

Embora a quantidade exagerada de chamadas editoriais, a composição é bem estruturada e os pesos são sutis, incomodando pouco a visualização do todo. E nota-se que a Itália terá duplo destaque na edição: com Monica Bellucci e Barbara Berlusconi, a namorada de Pato. Aqueles que esperavam por um ensaio inédito de alguma brasileira, precisarão ser pacientes em maio.

E fecho o post só questionando: se Leifert será capa por ser o entrevistado da seção J.R. Duran Entrevista, porque o destaque não foi dado à Luana Piovani na edição #1?

domingo, 10 de abril de 2011

Vale quanto pesa?

Nós aqui no @dasBancas adoramos fazer a três. Vira e mexe a gente junta um grupinho e coloca a mão na massa. A escolhida desta vez é a GQ#1, e os comentários são meus (@thiMnz), @Leandro_S e @ikelag.

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Passada a apatia causada pela capinha muito da mais ou menos, finalmente sente-se o peso de ter em mãos uma “gequê” (sorry, mas “djiquil” com o jornaleiro daqui não rola) bra-si-lei-ra. 218 páginas bem pesadas.

Só na primeira folheada, a sequência com alguns dos grifadíssimo anunciantes (Louis Vuitton, Ermenegildo Zegna, Burberry, Hugo Boss, Calvin Klein, Lacoste, etc) impressiona bastante. O toque do papel de primeiríssima qualidade idem. E a impressão impecável? Concorrência, tremei!

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pagando a conta!

Além dos grandes anunciantes, o mais impactante nessa primeira GQ é seu visual. Diferente das masculinas nacionais que já estamos acostumados a acompanhar, esta é uma revista de detalhes gráficos.

Em várias páginas vemos cores bem aplicadas, ilustrações lindas e cheias de bossa, diagramação sofisticada, bela utilização de espaços brancos e capitulares. A GQ Brasil trás muito de suas irmãs e, em sua diagramação, determina muito bem o perfil da publicação. Aqui, sofisticação é a especialidade, mas uma pitada fresh é fundamental.

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O único ponto que desagradou foi a superficialidade tratada em várias matérias: o encantamento visual pode ser quebrado pelo gap editorial. A opção em falar sobre muitos assuntos, limita em comentar-se pouco de tudo. Adoraria saber mais do novo cd de Marcelo Camelo, mas é impossível entendê-lo em meia dúzia de perguntas. Já Araguaia, a matéria mais densa da edição, é desinteressante e poderia ser comentada em outra revista. O problema não é só a forma, é o tom. O acolhimento do Diretor de Redação, Ricardo Franca Cruz, na sessão Editorial, não é refletido nas demais matérias - com exceção no texto de Sérgio Zobaran sobre Oscar Niemeyer. Mas este é um esforço que certamente será trabalhado nas demais edições.

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Quem chamou mesmo atenção nessa estreia foi a nossa boa e velha (+ boa q velha, até quando?) Luana Piovani, a primeira Musa GQ. A atriz foi entrevistada pelo Entrevistador GQ, o multifacetado J.R. Duran.

O clima de bate-papo sem grandes edições é superbacana, mas é desnecessário ressuscitar alguns mortos. Luana tem fôlego para novas polêmicas e opiniões sinceras para dar e vender sobre atualidades. O grande destaque ficou por conta da foto inédita que ilustra a entrevista. Curioso como apenas uma imagem de Luana by Duran foi capaz de tombar com o ensaio da Alessandra Ambrósio.

Leia a entrevista da Luana aqui.

IMG_1200 AngelAlessandra? Sou mais a @DevilLuana

Compreendo perfeitamente a escolha de uma estrela mais global para a capa #1 de uma revista globalizada como a GQ, mas confesso que minha curiosidade é ver as globais todas sobre esse G e Q aí.

IMG_1193IMG_1194IMG_1196 mês que vem a gente espera um ensaio caprichado

O fato de uma publicação ser assinada pela GQ implica muito mais que páginas bem diagramadas, redação com nomes conhecidos e anunciantes internacionais. É ótimo folhear pela primeira vez a GQ Brasil, com o entusiasmo por enfim ter uma versão nacional da masculina de maior prestígio em todo o mundo.



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