Rafinha Bastos que teve em março seu perfil no Twitter, @rafinhabastos, considerado o mais influente do mundo pelo New York Times fecha 2011 com a capa da Brasileiros, eleito pelos leitores da publicação um dos maiores chatos do ano.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Chorona sim, e daí?
A porção feminina do CQC, Monica Iozzi, depois de estrelar uma Trip ao lado de Sabrina Sato, ganhou um perfil na TPM. Além das fotos de Victor Affaro - que gosto, mas não amo -, também poderemos conferir algumas declarações da moça. Das divulgadas, a que mais chamou minha atenção foi esta aqui:
“Às vezes eu choro. Nunca na frente dos políticos, claro. Mas, quando sou agredida verbal ou fisicamente, fico triste por imaginar que uma pessoa que deveria estar ali para ajudar o país está fazendo justo o oposto”
E aí, se Monica chorar na sua frente, você oferece o ombro amigo?
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domingo, 10 de janeiro de 2010
Entrevistão x Entrevistinha
Fábio Barreto, diretor de Lula, o Filho do Brasil, é o entrevistado da Playboy e da SEXY de janeiro. O dasBancas acha muito mais interessante comentar a parte visual e as gostosas das revistas, mas duas entrevistas com o mesmo entrevistado é implorar por uma comparação, né não? Então, não sou jornalista (e hoje em dia quem é?), portanto minha opinião é bem de leitorzão. Lá vai:
A Playboy não larga na dianteira, pois para uma “Edição de Humor” o entrevistado não tem gancho. Aproveitando a deixa, vi muito pouco de humor nessa comedy issue tupiniquim da PBY e até agora não entendi por que o sensacional editorial de moda de dezembro, com o Tas e o Rafinha do CQC, não foi usado nessa edição. Voltando à entrevista, esse é o único ponto contra da Playboy. Bem, acho meio sem nexo a pergunta sobre a primeira vez do cara, mas, de resto, Adriana Negreiros mandou muito bem. Foi firme e não deu mole pro cara que me pareceu meio enrolão.
Na SEXY, Luiz Felipe Mazzoni e Fel Mendes também não fizeram feio. Estudaram direitinho o entrevistado, fizeram algumas perguntas legais, praticamente as mesmas da Playboy só que de forma mais amena e sem clima tenso no ar, mas acabam perdendo pra concorrente principalmente por uma questão de espaço. Em números: 6 páginas contra 4 (na verdade 3, pois uma página da SEXY é ocupada inteiramente pela foto do entrevistado). E sem essa de que tamanho não é documento. A Playboy tem aquele texto introdutório que acho superbacana e o fato de ter mais perguntas dá mais profundidade à entrevista. Acaba ficando com cara de entrevistão enquanto a da SEXY, por mais esforço que façam, tem cara de entrevistinha.

Entrevistão

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