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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Essa capa é um clássico X - ESPECIAL VIP 30 ANOS

Para homenagear os 30 anos da revista VIP, comemorado agora em junho, com capinha de aniversário com Meg Melillo que vai rolar daqui a pouco na internet, o “Essa capa é um clássico” dessa semana vem numa levada toda especial. Além de eleger a capa que receberá o selo de capa clássica do dasBancas (pra poucas, tá), fiz um ranking com as 10 melhores capas da VIP de todos os tempos. Para isso, contei com a ajuda dos meus companheiros de blog e de alguns leitores fãs (ou ex-fãs) da VIP. Todos citaram suas top of mind e coube a mim a deliciosa responsabilidade de ordenar as mais citadas com minhas favoritas. O resultado: uma sucessão de capas “das antigas”. O que elas têm que as novas não têm? Destaquei uma característica marcante para cada.
10º LUGAR | Beleza
A única dessa nova geração de capas, publicada na gestão Edson Rossi, a entrar no ranking das melhores capas da VIP de todos os tempos. Bastante lembrada pelos leitores da revista, seu forte é a plasticidade. A diagramação é exata, o uso das cores, em especial do preto, é elegante e Galisteu está lindíssima. Mesmo nua, apela menos que as duas últimas capas-de-bundinha gêmeas da VIP, onde Talula e Adriana Sant ' Anna exibem suas lingeries.
10Com tudo no lugar
LUGAR | Novidade
Na capa, uma modelo (deslumbrante) que nem era conhecida pelo grande público masculino e, ainda por cima, com o rosto (que olhar!) parcialmente tampado. Pode, Arnaldo? Cadê Emanuela de Paula, cadê Cintia Dicker, cadê as novas tops na VIP? Queremos novidade!
9Mulher bonita tudo pode
8º LUGAR | Inteligência
Essa é a única capa dessa lista publicada na era (no finzinho da era) “pré-gostosas”, mas olha quem está aqui de novo! É preciso inteligência para saber a hora certa de mudar e a VIP acertou na transição de revista empresarial para sensual. VIP, 30 anos me parece uma boa hora.
8 Da fase pré-gostosas, mas, não é boba nem nada, com gostosa
7º LUGAR | Simplicidade
Tem horas que o melhor é não enfeitar muito o pavão e optar pelo basicão. O tal do menos é mais. A capa que ocupa a sétima posição do ranking é descontraída, despretensiosa e… fantástica. Nada de joias, salto, rendas… Apenas um jeans, uma camiseta branca e a gargalhada deliciosa de Carolina Ferraz. Precisa mais? Nada! Posar de rycka pra quê, mulherada?
7Extremamente básica. Absurdamente linda.
6º LUGAR | Saúde
Dá água na boca ver uma capa gostosa como essa da Luize Altenhofen. Colorida, pra cima, refrescante e com o estilo marcante do fotógrafo Ernesto Baldan e da VIP de antigamente. Luize marcou época com esse corpão supersaudável, rosto corado, sorriso colgate... Pura saúde!
6Luize, passa pro Lombardi o telefone do Baldan
5º LUGAR | Sensualidade
Scheila no auge, VIP no auge… Uma foto sensacional do J.R. Duran para eternizar esse encontro. Que encontro! Sensualidade com naturalidade, sem vulgaridade. Sexy, MUITO SEXY.
5 A (3 x) + sexy do mundo em P&B. Quer mais sexy que isso?
4º LUGAR | Personalidade
A mãe de Lucas Jagger chegou cheia de atitude na VIP. E esses óculos? A fraquíssima equipe de moda da VIP jamais usaria algo parecido hoje. E esse carão? E essa perna aberta? E essa luz estourada? Terry Richardson ficaria com inveja.
4Rock’n’roll!
3º LUGAR | Irreverência
Buemba, buemba! A ideia original nem foi da VIP, mas essa releitura ficou o máximo. Simão, um grande personagem, dividiu a cena com (por onde anda?) Sabrina Parlatore sem ofuscá-la. Falta muito desse bom humor nas nossas masculinas. Divertidíssima!
3Alfa e GQ Brasil, façam capas assim. Obrigado!
2º LUGAR | Efeito surpresa
Mais uma da série “globais são legais. Ok, modelos também”. A chamada de capa é ótima e gera curiosidade. Qual homem não abriria essa capa com Ana Hickmann e Camila Espinosa? (para ver a capa completa, clique aqui!) Ao abrir a capa… Surpresa!
2Capa dupla é bom. Com surpresinha na virada é demais!
E finalmente…db_capas_classicas 
CLÁÁÁSSICA! | Ousadia
Com uma dose extra de ousadia, Luma, aquela que esnobou o título de “a mulher do milênio” da Playboy, é a protagonista da melhor capa da VIP de todos os tempos. Em fotos do Duran (sempre ele!), a eterna musa do carnaval carioca não teve medo das críticas e encarnou uma Amélia moderna com direito a coleira. Ah, a Luma sim era mulher de verdade.
P.S.: Quem disse pra VIP que logo rosa não é coisa de revista masculina?
1Capa-de-bundinha? A gente quer mais, MUITO MAIS
Parabéns, VIP, pelos seus 30 anos! Muita saúde, ousadia, beleza, sensualidade, criatividade, inteligência… pra você!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Saudade

“Preguiça” foi a palavra de ordem do post sobre a VIP de janeiro. “Coerência” tinha tudo para ser a desse post. Explico: o ensaio da Monique Alfradique (vulgo projeto de Letícia Spiller), assinado por Marlos Bakker, é coerente: não rola trocas de lingerie na praia e tem tudo a ver com essa fase “não fode nem sai de cima” atual da revista.

Coerência não enche barriga

Como dá pra perceber nessas três fotos - as melhores da edição -, na verdade temos mais um ensaio de lingerie para a galeria. Morno, correto e que não marca. Nenhuma foto se tornará clássica, nem a do abre que é bem bonita e tem dois quês de Marilyn Monroe. O ensaio é coerente, mas não é sexy o suficiente, criativo o suficiente, instigante o suficiente, forte o suficiente... E típicos ensaios de lingerie, já disse isso aqui no dB, não combinam em nada com a VIP que gosto. Os ensaios antigos eram tão mais bacanas, mas não ficarei falando isso a toda hora e, por isso, talvez nem comente mais os próximos ensaios de lingerie da VIP. Para encerrar, não usarei mais argumentos nem blablablás, entendam com fatos (e fotos!) por que “saudade” é a palavra que norteou este post.

Luma por Duran - jan/00

Luciana Gimenez por Ernesto Baldan - abr/00

Ana Hickmann por Duran - out/06

Ana Hickmann (de recheio!!!) por Valério Trabanco - jan/01

Patrícia Coelho por Trabanco - fev/02

Sarahyba (em edição histórica) por Trabanco - jun/01

Cicarelli (recheião!) por Jacques Dequeker - jun/01

Susana Werner por Baldan - jul/01

Wanessa (em seu, sem marmelada, 1º ensaio sensual) por Nahas - jan/02

Nívea Stelmann por Christian Gaul - abr/06

Vanessa Mesquita por Ernesto Baldan - set/00

Luize Altenhofen por Baldan - jun/00

Sabrina Parlatore por André Schiliró - set/99

Galisteu por Duran - out/99

Fotos: Reprodução VIP

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Petisco de Sarahyba

Para os que aguardam ansiosamente a chegada da Maxim às bancas, segue um aperitivo de Sarahyba, em foto do Gaul, disponibilizado pela Maxim.


Sarahyba ao vapor

Como o pitéu Daniella Sarahyba nunca é demais, segue mais algumas porções.

Recheio da VIP: aos 14 aninhos

1ª capa da VIP: aos 16 e em edição histórica

2ª VIP: aos 18 e esperança de um novo ensaio aos 21

UM: by JR Duran e em cor especial. Saudades da antiga UM...

Homem Vogue: Muito magrinha

2ª HV: Gostosa again

Fotos reprodução:
Recheio VIP: André Schiliró
VIP 1: Valério Trabanco
VIP 2: Ernesto Baldan
UM e HV 1 e 2: JR Duran

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Vizoo nº 60

Se beber, não...
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Mulher é um bicho complicado. Priscila Fantin podia ter escolhido qualquer revista masculina para sua estréia em ensaios sensuais e fazer mil exigências à publicação felizarda. Podia, mas não fez. Meio que como uma mulher que guarda sua virgindade por décadas e depois, do nada, resolve dar pro primeiro mané com pau pequeno que lhe aparece pela frente (Sandy’s vibe?), Priscila escolheu a Vizoo para o seu début. “A Vizoo faz ensaios bem produzidos, de bom gosto e com sensualidade”, alega Fantin.
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Não que eu não goste da Vizoo. Até me simpatizo por ela, pelo seu design (com exceção da fonte Porcelain usada no “Priscila Fantin” da capa que tá manjadaça), carioquice e histórico, porém esse ensaio não tem absolutamente nada de bem produzido e o bom gosto passou longe. Foi tudo feito nas coxas e o resultado ficou muito ruim. Mas muito ruim mesmo! Priscila se fudeu bonito na escolha e eu acho muito bem-feito, pois só assim ela larga mão de ser cu-doce.
.O momento menos pior do ensaio

Números do ensaio:
10 fotos (3 usadas na divulgação)
8 páginas

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Depois dos 15 segundos de indignação acima, vejamos o que a Vizoo nº 60 trouxe de bom. Gostei muito do editorial de moda “Lucha Libre”, inspirado no universo da luta livre mexicana. As fotos são do Marco Frossard e tem uma pegada meio do Ernesto Baldan que eu adoro. Tem também uma entrevista com o Frejat, outra com o DJ Marlboro e um perfil da banda carioca Pedro Luís e a Parede. Sou muito fã dos três, portanto até um pouco suspeito pra falar. De resto, nada muito (nem médio) interessante.
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Juan Sanchez, "lutador" mexicano, fazendo pose de gatinho
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Agora nos resta esperar mais uns 3 meses para ver se a “bimenstral” Vizoo vem mais redondinha na próxima vez.



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