segunda-feira, 7 de maio de 2012
5 de cá
sexta-feira, 10 de junho de 2011
O último dia de Maria nas bancas e no dasBancas?
Maria merecia capa da VIP? Merecia. Mesmo com a overdose de ex-BBB na revista, Maria Melilo é a primeira campeã gata do reality show e foi “descoberta” pela VIP. Mas não merecia uma edição comemorativa. Ainda mais a de 30 anos da revista. Prova disso: folheie a edição e veja quais estrelas a revista elegeu como clássicas, quem ela resolveu relembrar na hora de contar bastidores de capas. Tem alguma ex-BBB? Não tem!
estas fotos têm uma levada brega, mas conquistam, né?
Mas o ensaio da Maria é bonito, sensual, chique e, apesar de ser ensaio de lingerie, é diferente do que a revista vinha fazendo. Nota-se uma preocupação maior com a idealização, com a produção e até as peças são mais finas do que estamos acostumados. Mas daí é aquela história: edição de 30 anos, era obrigação caprichar!
Gosto muito do clima masoquista do ensaio, o uso das algemas, das gaiolas, do contraste entre o cenário claríssimo e as peças pretas. As penas chamam a atenção também e podiam ter deixado tudo meio grosseiro e ser motivo de piadinha, mas segurou a onda legal. Ah, acho o abre lindo!
tão menina no programa, tão mulherão nas revistas
No segundo ensaio, Jhenny e Carol brincam de BBB num iate e levam os leitores à loucura. Apesar da “Namorada Perfeita” aparecer e chamar mais atenção no ensaio, dá pra perceber que é a filósofa quem comanda a brincadeira, se atraca e se esfrega em Jhenny. Mas não é um ensaio lesbian chic. São duas amigas se divertindo por aí.
O voyeur tão característico de Autumn Sonnichsen
No mais, edição especial de aniversário, né? E óbvio que ela está repleta de coisas sobre os bastidores – coisa que leitor/fã adora. Outra coisa que a gente adora também é lista. E a VIP de junho tem três!
pra quem gosta de anos 80, essa edição é deliciosa
matéria mais divertida do mês!
e eu acho que, em dez anos lendo a VIP, nunca tinha chegado ao final de uma matéria de saúde
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Essa capa é um clássico X - ESPECIAL VIP 30 ANOS
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Laranja 2010 é o acajú 2003?
As capas da Nova mensalmente caem num limbo que se privam dos comentários e de qualquer análise superficial que seja. Porque é chover no molhado (e por falar em água, o que é esse efeito suor localizado na barriga da Ana Hickmann?) e o time editorial nunca dá a mínima para o estético, só para o comercial.
Ai, leitor, é que tava calor e...
E o pior é que gosto do peso e da organização das chamadas (apesar de achar muito texto), do uso fixado de minúsculas, da tipografia e da pouca variação de cores na capa. Além da composição modelo e stylist, é angustiante a frase apresentativa da celebridade. A pérola deste mês foi Ana Hickmann sabe o que quer. Em ordem decrescente de capas, olha o que já tiveram coragem de publicar: Isis Valverde conquista o que quer, Cleo Pires superpoderosa, Sandy assim você só vê aqui, Maria Fernanda sexy chic, Taís Araújo é um luxo.
Agora, a graça é que em novembro a banca ficou monocromática. As revistas entraram na moda do laranja:
… e Geisy ahazou na moda cabelo e corpo laranja (sem trocadilhos com bagaço)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
A primeira
Em 1961 nascia a primeira revista feminina do Brasil, a Claudia, nome da filha que Victor e Sylvana, fundadores da Editora Abril, esperavam ter. Falando sobre diversos temas voltados às donas-de-casa, passou por diversas transformações durante estes 49 anos completados em outubro, como a reinvenção da mulher, que deixou de ser mãe e esposa, para ser mãe, esposa e profissional.
Desde a primeiro edição, Claudia influenciou mulheres e foi inspiração para todas as revistas femininas criadas posteriormente, sendo a revista feminina mais bem sucedida do país e América Latina. E não só na vida das mulheres, né? Por exemplo, li minha poesia favorita – Expectativa, de Flora Figueiredo -, nas páginas da Claudia, quando minha mãe era assinante. Um dos textos favoritos do Thiago daqui do blog, um da Fernanda Young, foi retirado da revista também.
Voltando ao aniversário, a edição 2010 traz Angélica, a mulher que mais estampou capas na história da revista: cinco.
Comemorando a data, o site da revista fez um especial muito bom mostrando como a Claudia acompanhou – e até mesmo foi responsável – pelas mudanças na vida da mulher. Lendo as chamadas de capa, dá pra perceber como os interesses foram sendo moldados até aqui.
E os aniversário comemorados com especiais sobre países? Achei as capas lindas!
Lá no site, vendo as páginas de moda da revista, dá pra perceber bem como a moda rodou e chegou até 2010 cheia de influências, com a Claudia como um dos principais nomes a ser seguido.
Ah, Claudia foi a primeira revista feminina brasileira a fazer uma capa sem Photoshop. Luiza Brunet foi fotografada para registrar a beleza natural da mulher em qualquer idade, na edição de agosto deste ano. A idéia surgiu ainda na sessão de fotos, quando os editores viram as fotos feitas por Nana Moraes e perceberam que as fotos “originais” se encaixariam a proposta da edição.
Com tantos anos, a revista foi se multiplicando, dando origem à outra publicação, a Casa Claudia, voltada à decoração, e Claudia Bebê e Claudia Truques & Técnicas. A revista também criou o Prêmio Claudia, que premia, desde 1996, homenageia mulheres que fizeram a diferença em diferentes segmentos e também por suas histórias de vida.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Questão de timing
Tirando o fato "notícia velha" (incluindo aqui também que não é "sexy pela primeira vez", enfim, acho que a VIP não lê Playboy) a capa ficou linda. Essa e a da Ana Hickmann são as únicas bonitas depois do redesign.
sexta-feira, 5 de março de 2010
VIP de Esparta
A VIP, na palavra de seu diretor de redação Ricardo Lombardi, adora comemorações. Nós leitores também apreciamos muito. Especialmente quando aparecem em momentos inesperados, longe de natais, aniversários, listas, lançamentos de coleções ou acontecimentos históricos. Atingir a edição 300ª (trecentésima, sei tudo sobre ordinários) é motivo de muita honra para qualquer publicação e comemorar com um exemplar acima da média é o que todos esperam.
A VIP chegou lá, trouxe a unânime Ana Hickmann, caprichou na retrospectiva, incrementou seu "Preliminares", produziu bons ensaios, trouxe moda de muito conteúdo e não esqueceu de guias e listas. A retrospectiva, por sinal, é uma arma infalível para conquistar o leitor fiel. Mesmo que ele tenha todas as edições em uma(s) prateleira(s), sempre vai adorar rever momentos marcantes, admirá-los e, claro, questioná-los. O layout da revista não mudou muito. Não que precise, mas as mudanças são bem-vindas ainda mais em momentos, de novo, especiais.
Tratando especificamente dos ensaios e das matérias idenfico, sem querer interromper a festa, alguns problemas. Classificaria a edição 300 de VIP como de autoajuda e fetichista. Funciona bem, mas esperava-se mais. Todas as matérias procuram ditar o comportamento do homem contemporâneo. "Como ficar rico na internet", "Como se dar bem na balada," "Como fotografar sua gata" e até mesmo "Como ser um homem mais completo". Faltou reportagem, assunto, pesquisa e novidade.
Todos os ensaios são fetichistas. O interno traz Nicole Bahls, do Pânico, lavando um carro para os leitores. Fetiche puro e com a intenção mais explícita que o "interno" deve ter. Funciona. Além disso, as próprias fotos com a Jhenny fazendo o papel da namorada fotografada também expressam desejos dos leitores. Nesses dois momentos, nada de errado, apenas curioso detalhe.
O ensaio da Ana Hickmann é lindo, ela fotografa muito bem e a ideia de executar o trabalho na casa da apresentadora é muito boa. No entanto, a equipe teve receio de errar e partiu para o lugar-comum do fetiche. Tudo preto, salto alto, corsets, vinil, caras, bocas, cabelo desgrenhado, luvas e couro. Correto, mas faltou uma ousadia, um tema, uma produção marcante e especial. Fazendo um paralelo totalmente dispensável, mas igualmente irresistível, Ana deveria ter vindo menos Heidi Klum e mais Charlize Theron.
Agora, queremos nova etapa, com tom de especial todo mês, sem medos. Parabéns a todos da VIP por alcançar tal marco. Muita festa sempre a todos daí, da redação, e de cá, dos leitores.
PS: Nessa edição eles afirmam que esta é a segunda capa de Ana Hickmann, mas ela também apareceu em maio de 98, como uma das modelos do Duran. Alguém aí tem interesse em recordar essas fotos 12 anos depois?






