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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Imagem não é nada? Sede é tudo?

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A equipe VOGUE continua sendo a mais competente do mercado editorial quando o assunto é imagem. Essa superioridade pode ser facilmente confirmada com a mais recente edição de HOMEM VOGUE. Seja na produção dos ensaios sensuais ou na seleção dos editoriais de moda que não falam português, tudo é impecável, lindo. E isso não vale apenas para as fotos, as capas quase sempre são ótimas em cores, luz, diagramação; a seleção de produtos e marcas é a melhor para o público masculino e até os anunciantes da publicação parecem ter um pouco mais de bom senso que o habitual.

No entanto, para uma revista que dá as caras apenas algumas vezes no ano, o seu conteúdo deveria ser tratado com muito mais cuidado. As matérias dessa edição 25 são desinteressantes, mal escritas e irrelevantes. Tudo bem que é legal falar de assuntos que mais ninguém trata, mas esse posicionamento a HV não soube fazer com a atenção necessária antes de soltar essa capa nas ruas.

Mas já que a prioridade parece ser mesmo a imagem, selecionei os melhor momentos do ensaio de Mariana Weickert (fotos: Marcio Simnch) que foi o que mais se destacou nessa HV de primavera/verão.

Tipo top-guache

Fora o ótimo e borrado ensaio da modelo e repórter do GNT Fashion, outros dois momentos da revista me chamaram atenção. Uma única foto do ensaio de Barbara Thomaz e todo o editorial "Nômades" (importado, claro) que trouxe ótimas produções masculinas fotografadas em um porto e misturando a figura de um modelo com vários sexagenários de oitenta anos senhores velhinhos.

Maturidade editorial, lá vamos nós?

Te vejo novamente em outubro, espero eu, com a mesma estampa e melhor conteúdo.

sábado, 30 de agosto de 2008

Luana Piovani, 32 anos

Luana, como todos nós, já fez e falou muita merda nessa vida. Saiu no tapa com paparazzi, colocou publicamente um par de chifres na cabeça do galã e bom moço Rodrigo Santo(u)ro, trocou de namorado como quem troca de calcinha, vacilou e foi fotografada sem a tal calcinha...

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Como atriz, não nasceu pronta. Foi preciso arregaçar as mangas e correr atrás: estudou fora, encarou os palcos e conquistou o reconhecimento dos críticos especializados.

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Amada por muitos e odiada por outros tantos, Luana definitivamente não faz a linha unanimidade, mas invariavelmente causa frenesi. Cheia de si, não se curva ao sistema e diz “não, obrigada” pra Globo, afirma que dois milhões de Reais é o preço mínimo para se INICIAR uma negociação com a Playboy enquanto segue posando linda, leve, solta e “de graça” para a Trip. Luana subverte. E nos diverte.

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Não é perfeita e é justamente por isso que merece um post de aniversário do DasBancas. Privilégio pra poucas, ok, Luana?


Trip de 1997: Edição de colecionador
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Trip de 2002: As páginas mais quentes da história da revista
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Trip de 2007: Madura e irresistível.
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VIP: Fazendo valer cada uma dessas três letrinhas
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I was photographed by J.R. Duran
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Para ler ouvindo: Um Sonho (Caetano Veloso)



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