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quarta-feira, 9 de março de 2011

Todo Carnaval tem seu fim

maxim_capa E é o fim, e é o fim

Bem que ele poderia levar embora consigo a Maxim Brasil, né? Olhem toda essa harmonia, evolução…

maxim4 maxim2maxim3 Nem incêndio em barracão justifica tanta pobreza

Fotos: Reprodução Maxim

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A primeira, a gente não esquece

Annelyse Schoenberger é a primeira Trip Girl de 2011. A bonita apareceu bastante nas masculinas do ano passado, com direito a capa da (por onde anda?) UM e recheio da VIP. Um miniflashback, por favor!

UMNa UM, por Lucio Luna

vipRecheio da VIP, por Jorge Lepesteur

Apesar do peitinho, acho a capa da Trip fraca, ainda mais depois de assistir ao making of do ensaio, que, de acordo com a chamada de capa, é “um dos melhores de Autumn Sonnichsen”.

trip_girlPagação de peitinho só na capa da Trip pode

Sou eu ou a moça tem um quê de Natalie Portman?

Enquanto isso, a Playboy Brasil continua fabricando gancho para vender revista ao invés de se preocupar em colocar mulher bonita em suas capas.

domingo, 27 de junho de 2010

Cafona. E eu gosto!

A capa de julho da VIP não é das melhores. Cabelão, produção, diagramação, logo branco-engessado, pantone prata dispensável... Com exceção da modelo e pose mais “pã”, tudo me levava a crer que teria em mãos mais uma edição nos moldes de 2010: chatinha, caretinha, atrasadinha, apagadinha.

Mas não. Essa VIP, feita nos moldes de 2000, é atrevida, espirituosa, sem-vergonha, gostosa. Babi Rossi, a panicat da vez, não é mesmo a mais bonita da franquia Pânico, mas é hipermegagostosa, inédita nas masculinas e põe fim a uma injustiça de anos. Nunca entendi por que as panicats não ganhavam capa da VIP. Tá certo que por ser a VIP, sem necessidade de nudez e ainda com algum poder de persuasão na praça, eu colocaria logo todas elas numa capa só, numa espécie de reedição pop das modelos do Duran.

VIP 1

VIP 2Essa sim tem pulseirinha VIP!


O ensaio com assinatura de Paulo Cabral é total nonsense. Tem pata de elefante, luva de gorila, pena de pavão, batom de "pinto" e outras pérolas. Combina total com a pegada do Pânico e com o humor da VIP. É over, mas eu curto. Principalmente por despertar algum sentimento no leitor e não passar despercebido como os últimos.

Só achei que os exageros no make e essa luz mais fria e de sombras pesadas deixaram a Babi menos atraente que ao natural. A modelo ainda aparece com olhar caído/cansado em alguns cliques (páginas 68, 69 e 76). Em tempos de peito sem bico, gostei muito do mostra-esconde de algumas fotos, onde só uma parte do mamilo ficou de fora.

VIP 3
BabiNonsense


Os mais puritanos talvez reclamem da panicat na capa, dos excessos do ensaio e até do mamilo, mas para mim tá claro que o caminho da VIP é (e sempre foi) esse. Depois de muito tempo, volto a ficar ansioso para ver como virá a próxima.

Só para fechar o post, não posso deixar de falar do ensaio de Annelyse Schoenberger. A bela neo top que também pode ser vista na capa da UM de junho e muito bem-acompanhada nas passarelas do Monange Dream Fashion Tour fez bonito no recheio assinado por Jorge Lepesteur. Parabéns à VIP!

VIP 4
VIP 5 Convencional, mas lindo
(e adorei a diagramação das páginas)

Fotos: Reprodução VIP

domingo, 1 de novembro de 2009

Saudosismo mode on

Não que a Trip não seja mais uma revista interessante, inteligente e inovadora, mas tenho a sensação de que algo ficou pra trás. Ou então fui eu que envelheci. Quando tinha lá os meus 18 anos (já faz tempo, viu), a Trip era, disparado, a minha revista favorita. Inclusive, cheguei a assiná-la por uns 2 anos e olha que sempre achei o desconto dado para assinantes aqui no Brasil uma esmola (ou um atentado à minha inteligência) se compararmos com o de lá de fora.

O que aperta o on do meu saudosismo não é a parte editorial da Trip que vai bem, apesar de achar um bocado chatos esses temas desenvolvidos a cada edição. “Honestidade” é o do mês. Espero o “Saliência” com afinco.

As matérias (nem todas) são boas, há boas sacadas, o editorial de moda é moderno, a entrevista das Negras está fora de série (com Rodrigo Pimentel, ex-Bope, e Alberto Mendes, ex-bandido), etc. Mas o que me faz mesmo contemplar o passado é essa capa aí, padronizada e feia, e tudo que está em torno dela.

Esquecível

Na capa, uma garota ao lado cujo nome já esqueci que tem como gancho seus 18 aninhos de vida. Nas fotos, de Jorge Lepesteur, uma garota absolutamente normal, nem bonita nem feia, em fotos tão normais quanto. Tem coisa mehor na internet, sem dúvida. O termo “Tiozinho Sukita” (o dedo que apertou o on) usado no texto de Ronaldo Bressane ativou minha memória e me trouxe à mente uma daquelas minhas Trips do passado, a da eterna Garota Sukita, Michelly Machri.

Memorável!

E essas daqui, ow?!

As feias que me desculpem, mas...

As capas da Michelly, e todas as outras acima, são realmente superiores? Ou eu que sou um velho rabugente? Ok, sim é a resposta mais apropriada para as duas questões, mas o visual 1000 vezes mais atraente do passado não se resume somente às capas. O ensaio da Sukita Girl não tinha pagação de petinho, bundinha ou xotinha, mas mesmo assim, e com 10 anos de existência (!) recém-completados, dá de 10 x 0 em sensualidade e modernidade nesse da Trip Girl emburrada da vez.

Sorria, meu bem

Trip, aperta o 20

O design das capas, a escolha das Trip Girls e as fotos dos ensaios de capa da Trip atual precisam ser repensados com urgência, porque renovar é preciso e envelhecer é um pé no saco.

Fotos: Reprodução Trip



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