Bem que ele poderia levar embora consigo a Maxim Brasil, né? Olhem toda essa harmonia, evolução…
Nem incêndio em barracão justifica tanta pobreza
Fotos: Reprodução Maxim
Bem que ele poderia levar embora consigo a Maxim Brasil, né? Olhem toda essa harmonia, evolução…
Nem incêndio em barracão justifica tanta pobreza
Fotos: Reprodução Maxim
Annelyse Schoenberger é a primeira Trip Girl de 2011. A bonita apareceu bastante nas masculinas do ano passado, com direito a capa da (por onde anda?) UM e recheio da VIP. Um miniflashback, por favor!
Recheio da VIP, por Jorge Lepesteur
Apesar do peitinho, acho a capa da Trip fraca, ainda mais depois de assistir ao making of do ensaio, que, de acordo com a chamada de capa, é “um dos melhores de Autumn Sonnichsen”.
Pagação de peitinho só na capa da Trip pode
Sou eu ou a moça tem um quê de Natalie Portman?
Enquanto isso, a Playboy Brasil continua fabricando gancho para vender revista ao invés de se preocupar em colocar mulher bonita em suas capas.
A capa de julho da VIP não é das melhores. Cabelão, produção, diagramação, logo branco-engessado, pantone prata dispensável... Com exceção da modelo e pose mais “pã”, tudo me levava a crer que teria em mãos mais uma edição nos moldes de 2010: chatinha, caretinha, atrasadinha, apagadinha.
Mas não. Essa VIP, feita nos moldes de 2000, é atrevida, espirituosa, sem-vergonha, gostosa. Babi Rossi, a panicat da vez, não é mesmo a mais bonita da franquia Pânico, mas é hipermegagostosa, inédita nas masculinas e põe fim a uma injustiça de anos. Nunca entendi por que as panicats não ganhavam capa da VIP. Tá certo que por ser a VIP, sem necessidade de nudez e ainda com algum poder de persuasão na praça, eu colocaria logo todas elas numa capa só, numa espécie de reedição pop das modelos do Duran.
Fotos: Reprodução VIP