Mostrando postagens com marcador carnaval. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador carnaval. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Pandeiro, tamborim e marcação

Tava sentindo falta de uma capa clichezona de carnaval, cheia de cor, penas, faisões, paetês, confete, serpentina, adereços, muito brilho e muito bronzeado? Pronto, ACapa trouxe isso tudo. Em uma escola de samba, ainda por cima!
aCapa1 o nome do modelo? William PRAZERES. (verdade!)
As fotos são de Ronaldo Gutierrez e foram feitas no Morro da Casa Verde. Além do moço aí, a revista traz personagens gays que vivem do carnaval, trabalham nas escolas de samba e se relacionam com a comunidade. Interessante, não é, concorrência?
aCapa2
aCapa3
aCapa4  até dá para perdoar o tratamento de imagem artificial, né?

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

What is sapucar?

A Status que passou algumas edições publicando material enlatado em suas páginas de moda produziu para sua edição de fevereiro, aquela comentadíssima com Raquel Zimmermann na capa, o editorial Baile de Gala fotografado por J.R. Duran. Em total clima de carnaval – carnaval chique, bem – o modelo Thomaz de Oliveira (me lembrou o sempre elegante Tufi Duek) aparece rodeado de belas "passistas". A ideia é simples, mas bem-executada. E o resultado é bonito. Mas mesmo se não fosse, dou muito mais valor a material produzido aqui.

 
 
 
 
Moda e carnaval sempre dá samba
Fotos: Reprodução o Status
+ fotos do ensaio na revista
Post escrito por @Leandro_S

quarta-feira, 9 de março de 2011

Todo Carnaval tem seu fim

maxim_capa E é o fim, e é o fim

Bem que ele poderia levar embora consigo a Maxim Brasil, né? Olhem toda essa harmonia, evolução…

maxim4 maxim2maxim3 Nem incêndio em barracão justifica tanta pobreza

Fotos: Reprodução Maxim

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Plumas e clichês

Sou adepto de um bom clichê. Em fevereiro, o clichê da rainha de bateria/musa do Carnaval carioca na capa de revista de mulher pelada é um desses bons clichês que não fazem mal a ninguém. De tão bom, ele é quase promovido ao status de obrigatório. Não que em fevereiro algo 100% oposto (leia-se, 0 referência ao Carnaval) não seja legal também, mas ainda fico com o bom e velho clichê das plumas e paetês.

E o que vejo na capa e no ensaio de fevereiro da Playboy é justamente uma luta para não admitir o lugar-comum. Ser ou não ser clichê? O ensaio intercala momentos com alegorias e adereços e outros, na contramão, sem fantasias e alusões à festa da carne. Em comum, somente uma notória falta de criatividade nos cliques de J.R. Duran (que eu adoro, diga-se). Sou muito 8 ou 80 e esse nada harmonioso embolado de samba com pop acabou prejudicando a evolução do ensaio e o samba, cheio de paradinhas, atravessou.

Não levantou a Sapucaí

Renata Santos, a “super-rainha” de bateria da superescola Mangueira, tem um belo conjunto e leva nota 10 nos quesitos bateria, durinha e sem exageros, e comissão de frente, perfeita e sem silico, mas perde pontos em originalidade. A mulher, baratinha que só, já posou nua sem ser para capa, já posou nua para capa com outras 10 mulheres, já posou nua... Enfim, a mulher já posou nua pra cacete e não é assim nenhuma Luma de Oliveira para ganhar novamente a cobiçada capa regular da revista. Como no ano passado, com Jéssica Maia, a Playboy deveria ter apostado num novo rosto ou então num rosto realmente marcante.

E a Luiza Brunet, hein?!

Torço para que em fevereiro de 2011 a Playboy ouça o meu conselho de convidar um carnavalesco criativo (sugeri Paulo Barros) para uma codireção de arte e assim, quem sabe?, conseguir levar pras bancas um legítimo ensaio de Carnaval. Com muito clichê, claro, e alguma criatividade.

Fotos: Reprodução Playboy

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

É carnaval, minha gente!

Bom, ao menos era para ser...

quando a descrição da 'famosidade' é muito maior que o nome da modelo...

Essa menina já esteve mais bonita nas duas aparições que já fez na Playboy, esse fundo cinza tá escuro demais, essas musas com diagramação bizarra não convencem, a blusa voando sobre o rosto só aumentou a atenção no bico e nos dentes estranhos da moça, o verde apagadinho não acende a capa como um verde fluor faria, e, além de tudo isso, está frio demais para uma musa do carnaval.

Que venha o carnaval de verdade, por que duvido que essa moça vá incendiar alguma coisa. Ah, pretendo pagar língua e ver um ensaio super incendiário.

ps.: por favor, não entendam que eu preferia uma capa cheia de referências carnavalescas, mas é que achei a capa pretenciosa demais para uma modelo sem sofisticação, sem porte para tanto. Não dá liga, sabe? Cada um no seu quadrado ainda é um dos melhores ensiamentos já proferidos no século 21.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Um nome para fevereiro

Dezembro nem deu as caras e já começaram a pipocar supostas capas para a edição da Playboy de fevereiro. O dasBancas não quer saber qual musa do Carnaval poderá ocupar o posto de garota da capa, mesmo prq esse mercado de musas anda em baixa, mas deseja sugerir um nome para que tenhamos momentos bem mais criativos que este aqui:

Releitura de capa clássica até passa, mas disso aqui...

E o nome é: Paulo Barros. Sim, Paulo. Carnavalesco da Unidos da Tijuca, autor daqueles carros com alegorias humanas, dono de uma estética bacana e uma das poucas mentes criativas que tem acrescentado algo de novo ao Carnaval carioca. A Playboy bem que podia convidar o cara para uma assessoria ou, sei lá, pruma reunião de pauta, prum chopp, prum cafezinho... Além dos fazedores de Playboy habituais e do fotógrafo, um, digamos, “codiretor de arte convidado” poderia ser um sopro de originalidade para a publicação.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Na capa da Playboy: TV Pirata

A capa da Playboy já está no site da revista e, assim, como já é praxe, vou falar mal... Uhul, os fãs da moça, que até ontem eu nem sabia que existia, vão cair matando, mas enfim, a capa é isso aí:


Tá, eu gosto do fundo de penas verdes, gosto das chamadas em menor quantidade que o normal. Mas não suporto esse fogo subindo pela mulher, tá com cara de pintura tosca que passa no programa da Luciana Gimenez. Se quer fazer, faz direito!

A menina é isso aí, não é linda, mas não é um canhão, e vale pelo evento. Afinal, nada mais justo que a capa de carnaval ser da rainha de carnaval.

Uma coisa inevitável é olhar pra essa capa e não lembrar da capa carnavalesca de 2007. Se Gracyyyyyannnnnnnne eu fosse, logo diria:

- Oi, deram um flip na minha capa e jogaram na banca!

Olha a mãozinha tendência.

Para quem é jovem demais e não entendeu o título:





Blog Widget by LinkWithin
 
^