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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Estou simpatizando...

Quer saber? Tô criando uma simpatia enorme pela Maxim. Tudo por causa dos dois últimos ensaios. O da Luiza Brunet é super lindo, cheio de estilo, classudão. E este com Raica Oliveira não fica pra trás.

alguém consegue não se hipnotizar?

O ensaio foi feito num quarto de hotel, atual locação preferida de 10 entre 10 revistas, e tem cheiro de Gisele na Vanity Fair. Mas nem por isso perde seu encanto. Raica que não tem muito apelo, além de ser ex do Ronaldo, mas é bem linda. Lindamente brasileira, de olhar brejeiro, pele morena, boca carnuda e um cabelão ao estilo Marco Antônio de Biaggi. Ou seja, mulher do jeito que o público gosta.

ah, esse Ronaldo...

O ensaio clicado por Felipe Lessa, como sempre, é bem competente no quesido elegância, mas de sensualidade regrada (ok, é o padrão Maxim) e Photoshop exagerado. Bom, o caso Photoshop é chato, já cansei de discutir sobre, mas é impossível não achar que em algumas fotos Raica foi substituida por uma boneca de borracha. Uma pena...

pernas intermináveis...

Espero que a Maxim continue nesse caminho, e que pegue leve na pós-produção dos próximos trabalhos. Tá bonito de se ver esse crescente depois de trabalhos tão sem graça.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Vai que é tua, Ronaldinho!

Sabe a historinha do toque de Midas? Então, Ronaldinho tem o pinto podre. Basta ele encostar o pinto em qualquer mulher (exceto Susana Werner que foi a primeira e, ao contrário de Milene, não dormiu virgem e acordou grávida) que qualquer possibilidade de encanto vai pro ralo. Nunca fui lá fã da Raica, mas depois do “toque” do Ronaldo... Com tanta modelo mais interessante por aí, não entendo o que Raica faz na capa da próxima Maxim.

A ex-Ronaldinho modelo também está na atual capa da UM (para quem é, bacalhau basta), num ensaio sofrido do Thiago Molinos. Mas, verdade seja dita, aí a culpa nem é da moça já que a UM consegue marcar gol contra na carreira de qualquer garota da capa.

Na Maxim, Raica foi fotografada pelo Felipe Lessa e em condições melhores de trabalho com certeza renderá mais que na UM, mas não a ponto de ser capa.

Maxim, anote aí no seu caderninho:
Cintia Dicker, Emanuela de Paula, Gracie Carvalho, Guisela Rhein, Carol Trentini, Aline Weber, Ana Claudia Michels, Ana Beatriz Barros, Isabeli...


Raica 2010: Versão sem e com muito photoshop

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Trip 171 cheirando a naftalina

Sempre fui meio olhudo com esse lance de revista. Não posso ver uma lombada quadrada com alguns milímetros a mais que a mão já começa a coçar. Foi meio o que aconteceu com essa Trip. Três capas feias, Trip Girl nº 1 desinteressante, Trip Girl nº 2 totalmente desnecessária, Ronaldo gordito e pegador de traveco nas Páginas Negras, longevidade como tema da vez... Só mesmo uma lombada tijolo pra tirar R$ 9,90 e o escorpião do meu bolso. Mas me ferrei legal. 25 páginas da revista são apenas para apresentar os indicados à segunda edição do Prêmio Trip Transformadores, aquele prêmiozinho politicamente correto (chato mesmo) que a Trip jura que é legal e está relacionado aos temas cabeça (chatos mesmo) abordados nas edições. Já que comprei, vale ao menos uma resenha. Então lá vai!
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Adriana Veraldi, a 1ª Trip Girl da edição, é apresentada na capa como “linda e desbocada”. Adoro mulher desbocada, mas não vi um palavrão nas citações feitas pela modelo mineira de 21 anos. Nas fotos, feitas por Nikhil (joga no Google e depois me conta), a jovem tá com cara de acabada e com os olhos sempre meio-aberto-meio-fechado. Não gosto das fotos. A da capa é péssima e não entraria no meu ensaio de jeito nenhum. Acho que nem no da Trip entraria, como podemos ver na imagem abaixo, mas acabou entrando e indo pra capa.
.Abre o olho, porra!
.Qual a parte do “abre o olho, porra!” você não entendeu?
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O momento vergonha alheia fica com Vera Barreto Leite, “a Gisele Bündchen dos anos 50 e 60”, Trip Girl aos 72 anos em fotos de Marcelo Bormac (volta pro Google). Não sei o que deu nela, onde seus filhos e netos estavam e o que levou a Trip a fazer algo de tamanho mau gosto. O ensaio tenta ser tão polêmico quanto o da tetraplégica Mara Gabrilli, fotografado por Bob Wolfenson e publicado em setembro de 2000, porém não tem a menor poesia. Esse é quase como um ato de pedofilia inversa. Achei grotesco, bizarro, pervertido e nojento.
.Mulher Uva Passa
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Trocaria fácil essas duas Trip Girls, a novinha com cara de velha e a muito velha com cara de muito velha, por uma mulher realmente sexy e com mais de 40. Sugestões: Helena Ranaldi, Luiza Brunet, Maitê Proença, Carolina Ferraz, Bruna Lombardi, um bis da Paula Toller...
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A entrevista com Ronaldo é uma conversa de camaradas sobre futebol. Sinto falta das Páginas Negras que colocavam caras como o Ronaldo na parede. As polêmicas relacionadas ao fim do casamento com Cicarelli e o motelzinho com um travecão (nem no escuro e a 1 km de distância aquilo lá parece mulher) foram respondidas evasivamente em duas ou três perguntinhas gentis. Queria muito perguntas do tipo: “Você se acha bonito?”, “O que mulheres como Raica e Cicarelli vêem em você?”, “Já deu um tapa na pantera, meteu a cara na farinha?”, “Feia daquele jeito, tu jura pela sua mãe que você confundiu aquilo com mulher?”...
.Imprensa que sai (só toma cuidado pra ele não gamar)
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A única coisa bacana dessa edição é o editorial de moda sobre bermudas, todo em P&B e fotografado por Murillo Meirelles (pode fechar o Google). Bonito, despojado e J-O-V-E-M.
.A cara da Trip
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A revista do mês passado diluiu com mais parcimônia o tema “Liberdade” entre suas páginas. Já nessa, a Trip pegou muito pesado com “Longevidade”. Adoraria ver qualquer uma dessas matérias (a do asilo de luxo é a mais interessante) isoladas em Trips distintas, mas ver todas juntas de uma vez só foi um pé no saco. E não me chamem de ranzinza.



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