Tem dicas do look:
e tem muita risada!
Como as capas da Nova têm uma limitação natural, o que a gente acaba esperando todo mês é que a mulher de nova da vez esteja, no mínimo, poderosa. E é assim que Mariana Rios aparece em sua primeira capa da revista. Corpão à mostra, cabelo e make sem exageros e fugurino bem verão. Linda! Outro acerto é a clássica combinação do verde limão com o roxo.
Adorando essas novas mulheres de Nova
No dia que fiquei sabendo que Galisteu viria nas páginas da Playboy de agosto, disse o seguinte para alguns amigos:
“Preparem-se, vai ser um ensaio de fuder! Essa mulher vai sambar na cara das outras capas da revista…”
E, após ver minha preciosa edição de agosto, sabe o que tenho a dizer? Sambou, e sambou bonito. Botou pra fuder com geral, e fez mais um clássico. Mas, engane-se quem pensa que este ensaio é incrivelmente superior ao primeiro. Este ensaio é a belíssima continuação daquele. Sim. Continuação. Nem superior, muito menos inferior. Mas uma continuação esplendorosa.
A belíssima produção capitaneada pela editora visual Kika Paulon está perfeita em tudo: as locações são fantásticas, o figurino é maravilhoso, o cabelo é irretocável e, junto à discreta maquiagem deixa a gente acreditando que Adriane nasceu assim… Linda, loira e praiana!
Linda, loira, praiana e gostosa, né gente? Puta merda, como a mulher está com o corpo SUPER em dia! Pernão, bunda, barriguinha… tá tudo perfeito, modelado, cheio de curvas… LINDA, gente. LINDA!
A sensação de continuação deste ensaio, para aquele de 1995, é uma das coisas mais legais do trabalho executado. Para um leitor mais atento, a possibilidade de conferir o amadurecimento daquela personagem após 16 anos é um grande presente.
A mocinha loira que outrora tomava leite no pires, desfilava lânguida pela alvejada paisagem grega e se contorcia em um belo iate, agora é forte, quase uma leoa! Segura e cheia de si, veste peças caríssimas, come macarrão com a mão, e passeia lindamente nua em seu barco. Desfila sua loirice por paisagens hipnotizantes e não abandona seu hábito mais marcante: depila-se com lâmina de barbear.
Adriane demorou 16 anos para retornar às páginas de Playboy e fez o mais difícil: deixou todo mundo satisfeito, sem aquela sensação de 'wtf?'… Fez tudo com tanta vontade, tanta coragem, tanta libido, tanta ousadia, que a única coisa que espero é que ela seja muito homenageada pelo Brasil a fora. Afinal, ela merece!