terça-feira, 2 de outubro de 2012
As capas mais bonitas das cidades
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
O que será de nossas crianças...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Vale pela matéria de capa
A mesma publicação que trouxe Aécio Neves em dezembro e Marcelo Adnet e Dani Calabresa em janeiro, veio com Chico Buarque em fevereiro. Uma inconstância que não desagrada, mas revela que a Alfa está rebolando para cativar públicos distintos e aumentar seu número de leitores mensais.
A matéria exclusiva do Chico Buarque é um chamariz sem igual para o público feminino, mas dá sustentação para os homens de bom gosto. Afinal, ele se enquadra bem no perfil dos artistas que posaram para as primeiras edições da Alfa, mas tem o plus de atrair uma penca de mulheres…
… e de homens também, vai saber
O texto de Regina Zappa, que acompanha as fotos do cineasta Walter Carvalho, é suave e transmite com serenidade o Chico que imagino perambular pelas ruas do Rio de Janeiro. “É, também, um sujeito que tenta levar a vida a margem da fama, que se esforça para ser apenas mais um na paisagem” é uma construção que poderia ser facilmente musicada, e num dedilhado simples virar um samba.
Pensando nas leitoras que teriam o primeiro contato com a Alfa na edição de fevereiro, a redação preparou a publicação para tentar “acolhê-las” melhor. Por exemplo, na seção Cartas, das 10 declarações publicadas, 4 são de mulheres. Coisa pequena, boba, mas contrastante com a segunda edição, que trouxe apenas 1 depoimento feminino.
Esperamos que seja um teaser para alguma outra publicação!
Mariana Rios é a estrela da seção Playground, em que foi subutilizada em uma única foto. Apesar do sucesso de sua personagem na novela das seis, a atriz não tem um nome forte o suficiente para posar de lado sem encarar a câmera e ser reconhecida. A foto de Daniel Aratangy passa batida, e Rios surpreendentemente não rendeu um ensaio à Alfa para a nossa infelicidade.
Cisne Negro, o thriller que caiu na internet em janeiro, quando todo mundo assistiu mas cuja estreia nacional só aconteceu em 4 de fevereiro, levou 8 páginas da edição deste mês. Além de fotos de Natalie Portman e Mila Kunis e texto importados, o erro brutal de timing (a revista começou a circular a partir da segunda semana) deu a sensação de mais do mesmo numa seção que trouxe a inédita Letícia Sabatella em janeiro.
O fato da Alfa ter dois calhais próprios – um chamando para assinatura (com desconto de até 50%) e outro para a venda da versão iPad – levanta a hipótese de que as metas de venda da revista em 2011 são bem agressivas. Além disso, opino que é pouquíssimo esperto divulgar a versão digital na edição impressa, em forma de anúncio de página simples. Ainda mais com o título abaixo:
sábado, 18 de dezembro de 2010
Marie Claire larga na frente
Confesso que não tinha ideia da influência da Marie Claire até ver várias capas da revista de dezembro, ao redor do mundo. Pesquisei rapidinho, e vi que há 34 edições internacionais e está presente em cerca de 90 países. É nítido que não há um guideline rígido que padroniza a estética da marca e, por isso, cada time criativo requenta as imagens que normalmente vem da Marie Claire US ou da Marie Claire UK com um pequeno delay.
Hungria, Austrália, Italia, Romênia e Rússia
No Brasil, felizmente, a Editora Globo raramente dá uma de Rolling Stone e importa imagens gringas. A edição de dezembro traz uma Cleo Pires serena, mas fatale como sempre. A maquiagem é linda, muito suave, e o cabelo está penteado com perfeição. A parte de cima da foto contrasta bem com a parte de baixo, que traz um vestido (será?) que parece não combinar muito com Cleo e nem com a produção (maquiagem e cabelo). Por causa das aplicações de pedras e missangas, pouparam a atriz de colares ou correntes. O resultado, como um todo, é bem bonito.
Dona Glória deve ser orgulhar de capas assim
A tipografia e o uso das chamadas sempre poderiam ser melhores. O uso de caixa alta deixa o texto pesado e não entendo a variação de maiúsculas e minúsculas. As cores contrastam pouco sob a pele de Cleo e a leitura fica prejudicada. Fora que né, minha gente, que tendência é essa de aplicar texto sob o ombro das pessoas? A Claudia de dezembro fez igual na Larissa Maciel.
Agora voltando para o exterior, Emma Watson é a estrela da edição norte-americana que traz a primeira capa com movimento da história. Na versão da Marie Claire para iPad, a atriz faz pequenas projeções com o corpo, como se estivesse esperando o registro da câmera. O resultado é simples, mas já antecipa muito como serão as revistas acopladas à tecnologia.
Emma é demais, meu. PQP
Você pode assistir o vídeo aqui:
*Thanks Ellen Rodrigues, pela indicação do post.

