terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Mans up!

Daniel Radcliffe não tem com as masculinas 1/4 do sucesso que a linda da Emma Watson tem com as femininas (seria a fama de "bruxinho"?), mas de vez em quando rola uma capa bacana como essa de março da Esquire UK.

Harry cresceu

Bônus! + fotos do ensaio

Post escrito por @Leandro_S

Gente fina é outra coisa

Sempre que me deparo com as capas das edições "Hollywood Issue" da Vanity Fair – todas superpopulosas, e mesmo assim super-harmônicas, repleta de estrelas de verdade fotografadas e vestidas lindamente – percebo o quanto a gente ainda está engatinhando. Não é mesmo, Quem?
A deles...
 ... e a nossa!

Pra babarmos mais um pouco, o making of:

Marcando espaço

Pra fechar a cota de modistas de fevereiro, apresentamos as revistas que faltavam em nossas bancas: Elle e Vogue Brasil. Duas propostas de leitura de moda muito distintas que acabam dando o tom de cada uma das publicações.
A Elle aposta no timming e, menos de uma semana depois do SPFW, dá em sua capa um look desfilado na última passarela de Alexandre Herchcovich. Mesmo não sendo a capa mais linda do planeta - principalmente pela cor do fundo - acho sensacional essa parceria que a revista firmou com os estilistas, podendo ter acesso a parte de suas coleções antes mesmo do desfile e fotografando as para a edição corrente. Coisa de gente que não está no mercado para brincadeira e, que já entendeu que em tempos de cobertura via internet, qualquer segundo perdido pode transformar um mega trabalho num produto ultrapassado. Parabéns à equipe Elle pela ousadia. Só não ganha parabéns o designer que escolheu essa cor e quem fez o recorte no cabelo da modelo. Tá bom não...
Adoro a mãozinha passando por cima do texto. E, olha, elas estão focadas, por isso é legal.
Do outro lado da banca, a Vogue aposta num caminho bem diferente para sua capa de fevereiro. Acredito que o clima de Carnaval já tomou conta da redação e, por isso, colocaram Adriana Lima fantasiada de passista de escola de samba que está homenageando a África. Esse penacho pode até fazer sentido em um contexto maior, mas na capa ficou feio. Criou um volume desnecessário que acaba escondendo o lindo rosto da baiana. E, além disso, essa capa de Vogue, toda trabalhada na pegada étnica, é um reflexo da revista que vem sendo publicada. Cada vez mais próxima de um retrato social, do estilo de vida de uma elite rica, do que um registro da moda produzida no Brasil.
 Um preview do ensaio...
Tendo essas capas em mãos, não há dúvidas de que a mais bonita de fevereiro é a da Harper's Bazaar e, a mais certeira é a da Elle. Mas, acho bom todas essas revistas abrirem o olho, a L'Officiel tá voltando para o páreo e trás em seu comando a jornalista Erika Palomino. Todo mundo sabe que a moça entende do riscado e vem editando com precisão a bela revista da Melissa. Aguardamos ansiosos este retorno.

Warm, warm!

A RG que pulou janeiro e só deu as caras nas bancas agora em fevereiro não poderia ter começado o ano com musa mais quente: Juliana Paes. A nova Gabriela é linda, a nova RG é linda, mas a sensação de que essa capa poderia ter esquentado mais me acompanha nessas breves linhas deste humilde post. A capa é bonita sim, mas faltou aquela fagulha. Talvez a foto não tenha ajudado. Não acho que ela seja a melhor tradução da beleza e sensualidade de Juliana. Os olhos cansados, a sombra marcada no nariz... Talvez a roupa, senhora demais, não tenha ajudado. Enfim, dessas da nova safra, essa é a capa menos visualmente interessante da RG.
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A gente sempre espera mais de Juliana Paes

Bônus! + dois momentos do ensaio clicado pelo Paulo Vainer aqui:
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Nada de capa papai-mamãe

Em fevereiro, a Playboy Brasil mudou de posição e levará para as bancas uma capa menos óbvia com a gaúcha Jéssica Amaral, a grande (98 cm de quadril) vencedora do Preferência Nacional, concurso onde os leitores da Playboy pagam para eleger o bumbum mais bonito do Brasil.
A capa causa um estranhamento inicial por sair do lugar comum. E por ter esses pézinhos desfocados na frente da marca "Playboy". Definitivamente, não temos aqui uma capa requintada, 100% bem-resolvida, uma amostra exemplar do melhor design editorial brasileiro, mas ela cumpre sua função em chamar a atenção da macharada com o mérito de destacar a cara safadhênha da modelo e não apelar para a tradicional capa de bundinha.
 Te deu vontade de ver por outro ângulo?

P.S.: Pela capa, material de divulgação e DNA experimental do trabalho do Bico Stupakoff, podemos aguardar outras pequenas ousadias nessa edição.

Post escrito por @Leandro_S

Coisa de fashion icon

Acredito que Raquel Zimmermann já fez todo tipo de ensaio imaginado por qualquer fotógrafo do mundo. Já fez foto pelada, com peles, correndo na rua, em mega produções, em clima de guerra, comendo, na praia, apertada no metrô, loira, morena, ruiva - acho que careca ela tá devendo. Por isso, imagino o trabalho que deve ser planejar um ensaio seu para qualquer revista. Ainda mais uma revista masculina brasileira. 
E, acredito, levando em conta esse histórico e o magnífico produto que tinha em mãos, a Status optou pelo caminho mais seguro e que só pode ser tomado quando tem-se em mãos um talento como de Raquel. Colocaram-na em frente a uma parede branca, tiraram a roupa e mandaram Henrique Gendre clicar sem parar. O resultado você vê nas bancas e aqui em baixo.
Indiscutivelmente linda. Linda e chique de um jeito que só Raquel conseguiria. Coisa de fashion icon, né gente...

Abilio DinizzzZZZzzz

Minha vontade de comprar a GQ Brasil de fevereiro com o Abilio Diniz nessa capa broxante é NULA. Pelas chamadas de capa interessantíssimas, dá pra ver que o recheio não fica muito atrás...

 O ano da GQ Brasil só começa depois do Carnaval

Post escrito por @Leandro_S

CoverTwist

Pra começar a semana bem...

domingo, 29 de janeiro de 2012

Coisa de cinema

Se você, meu estimado leitor, tem o mínimo interesse por cinema, já viu ou está afim de ver a grande estréia da temporada. Estou falando da versão de David Fincher para o livro e filme sueco "Millenium: Os homens que não amavam as mulheres" - lá fora o título escolhido para a produção é "The Girl with the Dragon Tattoo".
O filme é incrível, vale cada um dos 160 minutos que passamos sentados na sala do cinema, e, inclusive, são esses longos minutos que ratificam o merecimento da indicação da protagonista vivida por Rooney Mara ao Oscar e Globo de Ouro de Melhor Atriz.
Mas, como o nosso negócio é revista, resolvi fazer um apanhado das capas estreladas pela atriz americana, que até aqui era uma mera coadjuvante em filmes aleatórios. Só para lembrar, o papel vivido por Rooney foi batalhado por atrizes muito mais conhecidas como Ellen Page, Natalie Portman, Carey Mulligan e Emma Watson.
As capas dedicadas à jovem estrela começaram a aparecer em Novembro de 2011 e, prometem continuar por algum tempo, ainda mais se ela levar a estatueta - o que acho bem difícil, pela juventude. Em sua maioria Rooney está incorporando o visual de Lisbeth, sua personagem no filme. E o mais bacana disso é que as capas vão da moderninha Dazed até as mais comerciais, passando pela Vogue americana.
Apesar de cafona na vida real, essa ideia da Vogue de usar o dragão bordado no vestido é uma boa saída.
Se liguem nesse rosto, como Millenium é uma triologia, veremos Rooney por muito tempo nas bancas de revista. Espero que nas próximas ela mostre sua cara de verdade.



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