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terça-feira, 29 de abril de 2014

Mais Rihanna, por favor!

Além da explosão sensual da francesa Lui, Rihanna também chega às bancas na versão sexy-fashion. A gata é a escolhida para a edição de aniversário da Vogue Brasil.
Ainda não vi a revista inteira, mas pelo que pude conferir por aí, só tenho uma coisa a dizer: quanto mais Rihanna nas páginas de revista, melhor!

As duas capas são lindas – têm diagramação super correta e peso adequado para cada informação –, mas confesso que não resisto a um bom close. Então minha escolhida para ir lá para casa é a capa lá de cima, com todo o carão da musa de Barbados. 
Assim como os bastidores da Lui, os bastidores da Vogue Brasil também foi amplamente divulgado. Então algumas cenas podem até parecer familiares para os mais atentos.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Bem acompanhadas

A Vogue Brasil divulgou sua capa de abril e ela está cheia de modelos e looks Dior. Eu confesso que adoro ver esses encontros, essas capas cheias de gente – ainda mais quando rola um pôster –, mas achei que essa Vogue ficou devendo em alguma coisa. O fundo branco, deu uma sensação de falta de produção. Sem contar que o cabelo da Aline Weber quase sumiu ali, né?
Gosto da iniciativa, mas acho o resultado pobrinho. E é inevitável ver essa capa e não lembrar da edição de 27 anos da revista. Vocês lembram?
10 super nomes e um quê de Annie Leibovitz nessa luz amarelada...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Uma Gisele e muitos erros

Mais uma vez – não amigos, essa não é a primeira – Vogue Brasil erra feio com Gisele Bündchen em sua capa. Em julho passado, a revista cometeu um erro bizarro na capa estrelada pela über model, e neste ano a coisa é ainda mais tensa. 
Desta vez, temos Gisele exuberante em um clique de Mario Testino e a promessa de uma edição bem quente. Afinal, Body Issue com cliques de Testino não é para qualquer um, né? Mas aí, o pessoal da revista, não satisfeito em ter a bela em um clique incrível do peruano, decidiu inovar e arriscar naquela onda de design moderninho, sabe?
Mas, como sempre digo, nessas horas de ousar, ou você faz direito, ou não faz. Não dá pra ficar no meio do caminho, não dá pra ser just ok, porquê aí a coisa caga de uma maneira tão absurda, que a gente olha pra capa e jura que é mentira. Ou vocês acreditaram logo de cara que essa coisa aqui de baixo tinha saído da redação Vogue Brasil? Cadê designer, gente? Cadê senso estético? Cadê ergonomia visual? Cadê aula de design editorial? Cadê tudo? Ah, só tem Word Art, né?
Miranda, o que você achou?

O primeiro grande problema do trabalho gráfico é a paleta de cores: esse verdinho, com esse azulinho, não dão força para a imagem e, além disso, perdem em leiturabilidade quando sobrepostos à pele bronzeada de Gisele Bündchen. Indo mais longe, formam uma harmonia cromática completamente datada, meio final dos anos 80, início dos anos 90, quando as possibilidades eram muito mais limitadas e tudo era assim, meio primário, sabe? 100% ciano aqui, um mistura simples de ciano e amarelo ali... Sem requinte, sem uma quebradinha na saturação...
O segundo problema grave é a escolha da tipografia: Ok, aquela fonte serifada delicadinha e cheia de curvas que eles vinham usando – que eu acho horrorosa, por sinal –, não combina com a força desta capa. Por ser muito mais agressiva, quente e gráfica, a foto pede um tratamento tipográfico mais moderno e marcante, mas daí o povo vir e selecionar uma tipografia completamente corriqueira, com ares Arial Bold, e trabalhar somente com minúsculas não dá! Se não queria caixa alta e baixa, que fosse logo para tudo maiúsculo, garantiria maior impacto e, não teria esse problema de achatar as descendentes dos caracteres. Sério, esse P tá ridículo. E, não quero nem comentar que a tipografia escolhida parece ter sido distorcida para incorporar um itálico... PODRE!
O terceiro problema, na minha opinião, o mais preocupante de todos, é a diagramação: nesta opção por trabalhar diagonais, além de não criar nenhuma linha harmônica, de não favorecer a leitura, de ser extremamente desconfortável visualmente, de não agregar nenhum valor conceitual à imagem de moda, não tem o mínimo que se espera de uma capa de revista: Hierarquia de informação! Não consigo identificar um ponto de destaque, não consigo ver o que é mais relevante para a publicação e, não, não consigo entender a lógica da construção dessa mancha de texto. É cada um indo pra um lado e seja o que o diagramador/micreiro quiser!
Outro probleminha, que acaba sendo uma bobagem no meio disso tudo, é esse Mario Testino no meio da Gisele. Sensação minha ou vocês também acham que ele tá meio que cortando ela ao meio?
Pra finalizar, gostaria apenas de mandar um recado para a Vogue: gatos, tô superdisponível para freelas e, garanto que em meia hora faço uma capa melhor que essa aí. Duvida? Manda o material aberto lá no e-mail que posto aqui no blog amanhã!
Bjos, me contratem!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Get me bodied

Já que hoje é sexta-feira, vamos de post musical? Então, para ver a próxima capa, recomendo que você dê o play na música abaixo:
Agora para e olha a capa da Vogue de 38 anos e me responde: Naomi tá ou não tá a própria diva do R&B com essa cabeleira loira? 
Tá gata, tá gostosa, tá preta, tá loira e tá com os cabelos ao vento: tá Beyoncé!
Achei ótimas essas primeiras fotos do Tom Munro, e já quero ver todas clicadas pelo Dequeker e pelo Duran. E, claro, nem preciso falar que já estou ansioso pela edição especial, né? ADORO revista exagerada.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Zee + Conterato = drama floral

Há algum tempo o nome Zee Nunes nos créditos de fotografia das revistas de moda – e masculinas – tem me chamado atenção. Para quem não se lembra, Zee sempre esteve envolto no universo da moda e fotografia, mas associado principalmente à cenografia e ambientação. Este grande profissional começou a investir mais na fotografia e, na minha modesta opinião, tem feito alguns dos melhores publicados nas revistas brasileiras nos últimos meses.
Neste mês, Zee assina o editorial Jardim de Inverno publicado na Vogue e, com a top Daiane Conterato, faz um trabalho primoroso. O ensaio vem cheio de drama, sombras, flores escuras e muito carão. Simplesmente incrível!
A silhueta cinquentinha, super delicada, de todas as produções é linda e acaba virando um contra-ponto da composição quase mórbida, né?

terça-feira, 9 de abril de 2013

Deu a louca nas modas!

Fico super feliz de ver que nossas revista de moda fazem trabalhos com identidade própria, sem ficar aquela eterna sensação de que todo mundo fica lendo o WGSN, anotando e realizando as mesmas tendências. Mas, não sei vocês, vendo as capas deste mês, tenho a sensação de que a  galera pirou e foi atirando para todos os lados. Cada uma está em uma estação, com uma idéia nova, numa viagem própria...
O caso mais claro dessa piração é o da Vogue. Com duas capas diferentes, a revista vem de Rosie Huntington-Whiteley – sério gente, esse sobrenome é um desafio – num clima boho, toda trabalhada na pele e aplicação de tachas. Bonita a locação, bonita a composição e a luz vindo do fundo. Sem contar as cores da foto que são incríveis, né? Daí vem a dúvida: porquê esse rosa na chamada principal? 
A outra capa da Vogue é estrelada por Aline Weber, essa LINDA!, e tem toda uma produção Dolce & Gabana. Ok, pessoal da redação, vocês estão com as contas apertadas e resolveram vender essa capa pra marca? Só isso justifica uma imagem que não dialoga em NADA com a outra, não dá sensação de coleção, nem de linha de raciocínio da revista. Ficou puro jabá, né? E é um jabá tão descarado que Aline não ganha nem um editorialzinho no recheio...
Continuando a saga pelas estações, segundo capas de revista, depois da pele da Vogue, é hora de usar uma produção que minha mãe chamaria de 'meia-estação'. Manga longa, mas com tecido leve e fluido, só pra dar uma protegida desses ventos frios de outono. Adequado, né? Também achei.
Além da adequação climática da produção, a ele traz uma capa chique. Tudo inspira riqueza nesta imagem. O cabelo é de rica, a cara é de rica, a roupa é de rica, o azul do céu – meio lavado – é de rica. E as chamadas com fontes elegantes e geométricas também é coisa de rica. Gosto da ELLE num nível...
Já a Bazaar, aquela linda que nos deu as capas mais impactantes de 2012, traz Daniela Braga numa capa que eu acho tensa. Aqui, a pele fala para um público bem diferente da Vogue, numa onda muito mais milionária que tilelê e até casa bem com a chamada de inverno, mas acho muito tudo errado. 
A quantidade de linhas na capa me deixa completamente perdido, sem saber para onde olhar: vejo a vertical do cabelo, as diagonais da marca + diagonais do rosto + diagonais das sobrancelhas e, ainda, a horizontal da pele. Cada uma aponta para um lugar, não consigo seguir um caminho harmônico.
Além disso, com um olhar tão impactante e uma boca tão vermelha, a renda que aparece sob a pele, bem na base da capa, vira um ruído desnecessário, que não agrega nenhum valor de moda, uma vez que não é possível entender o que é a roupa, devido ao corte da foto.
Para fechar o pacote modista, tem a L'Officiel. Assim, juro que tento gostar da revista, tento ver com mais simpatia as apostas diferenciadas e mais arriscadas que a da concorrência. Mas gente, alguém pergunta pra galera da redação se já ouviram falar que "menos é mais"? Que uma imagem mais sintética, muito provavelmente seria mais pregnante? Não consigo entender porra nenhuma disso aí: tem geometria, tem animal print, tem florzinha, tem luvas, tem janela com persiana, tem chamadas com fontes diferentes e tem uma inadequação absurda com a imagem e a chamada principal. 
E não gente, não é porquê a outra chamada fala de grafismo, fetiche, etnia e tudo mais, que justifica uma foto dessas na capa.

sexta-feira, 1 de março de 2013

O que a gente tem nas modas?

As revistas de moda do Brasil têm seguido um padrão todos os meses: Elle ou Bazaar fazem a melhor capa, Vogue derrapa e L'Officiel não entra na disputa, por que, vamos combinar, aquilo ali anda meio mambembe. 
Este mês é possível observar uma mudança nessa lógica. Elle, mais uma vez, entrega uma capa impactante. Bruna Tenório vem linda, toda trabalhada na nova coleção de Reinaldo Lourenço. Tudo muito bonito e correto, mas adoraria ver a Elle saindo desse porto seguro num edição futura.
 A Vogue, que sempre vem com bom material, mas subaproveitado, finalmente faz uma capa bonita de verdade neste mês. Alessandra Ambrósio se veste com o quadriculado da Louis Vuitton – inclusive, a peça demorou para chegar nas capas daqui, né? Tem um três meses que só dá isso nas capas gringas – e segura uma capa classuda. A fotografia em ambiente externo, com direito a skyline lá no fundo, traz uma textura bem diferente da recorrente em capas de moda. E, além disso, a diagramação está correta, sem nada chamando atenção demais.
 A L'Officiel continua apostando na falta de apelo para suas capas. Neste mês eles têm a disposição a super Thairine Garcia – que brilhou muito em 2012, com direito a capas inesquecíveis em Elle e Bazaar – e ainda assim fazer um trabalho qualquer nota. Esse fundo cinza sem personalidade, essa foto meio desfocada no rosto da modelo e essas chamadas perdidas, sem qualquer alinhamento ou cuidado me dão pena. Sério, acho que deveriam investir numa equipe de arte mais forte.
 E a Harper's Bazaar, que sempre nos encanta, tá aí toda orgulhosa de sua nova editora, a toda poderosa Carine Roitfeld, e sua capa com Joan Smalls. Assim, também estaria orgulhoso se esse material fosse exclusivo, produzido especialmente para a edição brasileira. Mas, para quem está de olho, sabe que o ensaio tá rodando o mundo, com direito a capa em diversas versões da revista, sendo que foi inicialmente produzido para a matriz americana.
Ah, mas apesar desse fato, a capa é boa, impactante e, finalmente, com um novo tratamento para as chamadas, que deixou tudo mais leve e legível.
E vocês, preferem qual?

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Uma Vogue Brasil gringa

Como vocês já devem ter ouvido falar, a Vogue Brasil de fevereiro de 2013 é mais do que especial. Para substituir a balck issue nas bancas, a equipe da Vogue trouxe para o Brasil, em novembro de 2012, a top editora da Vogue Japan Anna Della Russo e o fotógrafo o super fotógrafo Giampaolo Sgura para fazerem uma edição inteira na Bahia. 
Antes de vermos o resultado disso, vale dar uma olhadinha em alguns registros pré-publicação.

A Vogue Brasil ofereceu um jantar especial para a dupla Sgura e Russo. Na foto eles estão com Daniela Falcão, editora da revista.
Em seu site, a editora Anna della Russo postou várias fotos dos bastidores, paisagens coloridas de Salvador, arte barroca... (sim, a moldura dourada nas fotos é do site da editora, um horror!)
Vamos ao resultado? Para começar a conversa, o que seria um especial com 2 capas – segundo o release divulgado pela revista em novembro – acabou ganhando 4! estrelando cada uma delas temos: Magdalena Frackowiak, Bette Franke, Izabel Goulart e Mirte Maas – as capas estão na ordem, logo abaixo.
Gostar de verdade, eu não gosto de nenhuma das capas. Acho a imagem construída extremamente internacionalizada, sem qualquer conexão com a brasilidade sugerida pela chamada principal. Assim, não sei se minha leitura do cenário baiano tá muito errada, mas acho pele, couro metalizado e mangas 3/4 o exato oposto do que a baiana tem. Desta forma, acredito que a capa estrelada por Izabel Goulart seja a única com alguma coerência estética, apesar de não achar a coisa mais linda do mundo.
Mas o que me surpreende de verdade é que apesar da capa bem ruim, o editorial de Mirte Maas é uma coisa maravilhosa. As cores trabalhadas pela dupla Russo e Sgura estão super adequadas, alinhadas com o tropicalismo baiano, mas sem deixar de ser contemporânea, sem ranço regionalista que acaba derrubando as coisas.  
Sério, com tanta coisa linda publicada, não entendo o porquê daquela capa tão ruim. Vai entender essa Vogue Brasil.



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