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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Salve ELLE!

A ELLE Brasil, essa querida do dasBancas, comemora seus 25 anos em maio, como já dissemos. E, para a comemoração escalou o super Karl Lagerfeld para o ensaio principal e foi tudo muito lindo, muito chique, muito elegante, mas isso é apenas a pontinha de uma comemoração linda.
Nas fotos de Karl, Helena Christensen encara as lentes vestindo a última coleção da Fendi, que é desenhada pelo próprio. O ensaio é simples, sem grandes elementos ou inventividades, mas tem uma luz linda, focada na estrela, que acaba dando um charme a mais para a produção. Dá uma olhada em alguns detalhes:
 Mas, o que eu mais gosto nesta edição, é o ensaio fotografado por Bob Wolfenson, com edição de moda de Paulo Martinez, que leva o título "Mostre a Sua Cara". Num resgate de personagens e estilos que fazem parte da história da revista, a equipe faz um daqueles ensaios-manifesto, que são a cara da ffwMag. Por ele, num fundo branco dos mais simples – às vezes cinza –, grandes nomes da moda nacional posam de maneira descompromissada, em produções de moda que são uma extensão de seus estilos pessoais. Tudo bem lindo e que dá aquela vontade de fazer parte, sabe?
Um outro ponto super bacana deste ensaio é o destaque para a família. Nele, alguns casais mostram seus filhos, expressam seu amor e definem um marco necessário no editorial brasileiro: para a ELLE, o que importa é o amor! Não importa se é entre homens, entre mulheres ou, porque não, entre homens e mulheres.
Lindo!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

ELLE de grife

Para comemorar seus 25 anos, como já havia sido divulgado há algum tempo, a ELLE Brasil traz um ensaio exclusivo de Karl Lagerfeld. A gata escolhida para tal honraria é a supermodel Helena Christensen. Além da versão de banca – que particularmente acho mais bonita – a revista também faz uma gracinha para os assinantes e entrega uma capa exclusiva para eles.
Impossível não desejar tudo de incrível para ELLE, né? Desse jeito, a gente vai querer sempre mais.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Deu a louca nas modas!

Fico super feliz de ver que nossas revista de moda fazem trabalhos com identidade própria, sem ficar aquela eterna sensação de que todo mundo fica lendo o WGSN, anotando e realizando as mesmas tendências. Mas, não sei vocês, vendo as capas deste mês, tenho a sensação de que a  galera pirou e foi atirando para todos os lados. Cada uma está em uma estação, com uma idéia nova, numa viagem própria...
O caso mais claro dessa piração é o da Vogue. Com duas capas diferentes, a revista vem de Rosie Huntington-Whiteley – sério gente, esse sobrenome é um desafio – num clima boho, toda trabalhada na pele e aplicação de tachas. Bonita a locação, bonita a composição e a luz vindo do fundo. Sem contar as cores da foto que são incríveis, né? Daí vem a dúvida: porquê esse rosa na chamada principal? 
A outra capa da Vogue é estrelada por Aline Weber, essa LINDA!, e tem toda uma produção Dolce & Gabana. Ok, pessoal da redação, vocês estão com as contas apertadas e resolveram vender essa capa pra marca? Só isso justifica uma imagem que não dialoga em NADA com a outra, não dá sensação de coleção, nem de linha de raciocínio da revista. Ficou puro jabá, né? E é um jabá tão descarado que Aline não ganha nem um editorialzinho no recheio...
Continuando a saga pelas estações, segundo capas de revista, depois da pele da Vogue, é hora de usar uma produção que minha mãe chamaria de 'meia-estação'. Manga longa, mas com tecido leve e fluido, só pra dar uma protegida desses ventos frios de outono. Adequado, né? Também achei.
Além da adequação climática da produção, a ele traz uma capa chique. Tudo inspira riqueza nesta imagem. O cabelo é de rica, a cara é de rica, a roupa é de rica, o azul do céu – meio lavado – é de rica. E as chamadas com fontes elegantes e geométricas também é coisa de rica. Gosto da ELLE num nível...
Já a Bazaar, aquela linda que nos deu as capas mais impactantes de 2012, traz Daniela Braga numa capa que eu acho tensa. Aqui, a pele fala para um público bem diferente da Vogue, numa onda muito mais milionária que tilelê e até casa bem com a chamada de inverno, mas acho muito tudo errado. 
A quantidade de linhas na capa me deixa completamente perdido, sem saber para onde olhar: vejo a vertical do cabelo, as diagonais da marca + diagonais do rosto + diagonais das sobrancelhas e, ainda, a horizontal da pele. Cada uma aponta para um lugar, não consigo seguir um caminho harmônico.
Além disso, com um olhar tão impactante e uma boca tão vermelha, a renda que aparece sob a pele, bem na base da capa, vira um ruído desnecessário, que não agrega nenhum valor de moda, uma vez que não é possível entender o que é a roupa, devido ao corte da foto.
Para fechar o pacote modista, tem a L'Officiel. Assim, juro que tento gostar da revista, tento ver com mais simpatia as apostas diferenciadas e mais arriscadas que a da concorrência. Mas gente, alguém pergunta pra galera da redação se já ouviram falar que "menos é mais"? Que uma imagem mais sintética, muito provavelmente seria mais pregnante? Não consigo entender porra nenhuma disso aí: tem geometria, tem animal print, tem florzinha, tem luvas, tem janela com persiana, tem chamadas com fontes diferentes e tem uma inadequação absurda com a imagem e a chamada principal. 
E não gente, não é porquê a outra chamada fala de grafismo, fetiche, etnia e tudo mais, que justifica uma foto dessas na capa.

sexta-feira, 1 de março de 2013

O que a gente tem nas modas?

As revistas de moda do Brasil têm seguido um padrão todos os meses: Elle ou Bazaar fazem a melhor capa, Vogue derrapa e L'Officiel não entra na disputa, por que, vamos combinar, aquilo ali anda meio mambembe. 
Este mês é possível observar uma mudança nessa lógica. Elle, mais uma vez, entrega uma capa impactante. Bruna Tenório vem linda, toda trabalhada na nova coleção de Reinaldo Lourenço. Tudo muito bonito e correto, mas adoraria ver a Elle saindo desse porto seguro num edição futura.
 A Vogue, que sempre vem com bom material, mas subaproveitado, finalmente faz uma capa bonita de verdade neste mês. Alessandra Ambrósio se veste com o quadriculado da Louis Vuitton – inclusive, a peça demorou para chegar nas capas daqui, né? Tem um três meses que só dá isso nas capas gringas – e segura uma capa classuda. A fotografia em ambiente externo, com direito a skyline lá no fundo, traz uma textura bem diferente da recorrente em capas de moda. E, além disso, a diagramação está correta, sem nada chamando atenção demais.
 A L'Officiel continua apostando na falta de apelo para suas capas. Neste mês eles têm a disposição a super Thairine Garcia – que brilhou muito em 2012, com direito a capas inesquecíveis em Elle e Bazaar – e ainda assim fazer um trabalho qualquer nota. Esse fundo cinza sem personalidade, essa foto meio desfocada no rosto da modelo e essas chamadas perdidas, sem qualquer alinhamento ou cuidado me dão pena. Sério, acho que deveriam investir numa equipe de arte mais forte.
 E a Harper's Bazaar, que sempre nos encanta, tá aí toda orgulhosa de sua nova editora, a toda poderosa Carine Roitfeld, e sua capa com Joan Smalls. Assim, também estaria orgulhoso se esse material fosse exclusivo, produzido especialmente para a edição brasileira. Mas, para quem está de olho, sabe que o ensaio tá rodando o mundo, com direito a capa em diversas versões da revista, sendo que foi inicialmente produzido para a matriz americana.
Ah, mas apesar desse fato, a capa é boa, impactante e, finalmente, com um novo tratamento para as chamadas, que deixou tudo mais leve e legível.
E vocês, preferem qual?

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Aline Weber: musa

chora no ciganismo!
A capa da Elle de fevereiro é esse espetáculo aí de cima. Sim, achei um espetáculo. O panejamento é lindo – dá toda um movimento pra imagem –, as cores são ótimas, nada óbvias para a estação, e a Aline Weber é essa musa que vocês estão vendo. E depois que cortou o cabelo ficou ainda mais impactante.
A única coisa dessa capa que me deixa meio pensativo é a posição da perna da Aline, não sei se é alguma ilusão, por causa da saia voando, ou se ela é assim meio tortinha mesmo, mas deu uma impressão de que o quadril dela está meio fora do lugar, né?

Pra fechar o pacote de modista da Abril, vale falar da capa da Estilo. Os caras apostaram em Mayana Moura e fizeram uma capa ok. Sim, ok e nada mais. Nem pro bem, nem pro mau.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Que venha 2013!


E vocês, foram bem de férias? Confesso que por aqui foi tudo muito bem e tá difícil voltar ao mundo real. Por isso, para deixar as coisas mais fáceis, vamos falar um pouco de verão?
Como sempre, as revistas de moda apostam na temporada mais quente do ano – como é bom ser clichê! – para suas produções. Minha preferida é a Elle, que veio de Ana Claudia Michels e uma brasilidade bem sutil pela folhagem e pela cartela de cores.
O ensaio é assinado por Eduardo Rezende
Além do editorial com a Ana Claudia, a revista também traz o trabalho editado por Alexandre Herchcovitch e clicado por Bob Wolfenson. É o início das comemorações dos 25 anos da revista. Eles prometem muita coisa boa para este ano. Vamos aguardar!



Já Harper's Bazaar Brasil aposta na gata Lais Ribeiro em um clique bem inusitado para a estação. Confesso que me assustei com esse filtro lilás logo que vi a capa, mas no final das contas, achei bem bonito. E né, a combinação Lais + Bob Wolfenson é sempre boa.
Já a Vogue Brasil aposta em Joan Smalls para sua capa. Além de ser uma edição de verão, esta também é a Black Issue da nossa Vogue. A primeira capa, logo abaixo, vai para as bancas e a seguinte para assinantes. Particularmente, prefiro a de banca mesmo. Gosto do movimento da faixa do braço e do espaço ocupado pela modelo na página, o que é bem ruim na capa de assinantes.
As fotos são de Henrique Gendre

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Moda marcha lenta

Em tempos de semana de moda deslocada, reduzida e cheia de alterações, as principais revistas de moda do Brasil começam suas divulgações de novembro sem fazer muito barulho e, com capas que não têm potencial para bater a linda da Gisele na Bazaar, que veio cheia de força por causa do primeiro aniversário.
A ELLE aposta em Bérénice Marlohe, a francesa que encarna a nova bondgirl, e faz uma capa graficamente incrível. Mas fraca pelo material gringo reaproveitado, né? Gosto de produção nossa, com modelos nossas. Imagina Bruna Tenório nessa capa? Ou quem sabe Thairine? E se viesse uma Emanuela de Paula? Ia tombar com todas as capas das bancas. Opa, o pessoal da ELLE mandou avisar que a capa é inédita, produzida por eles. Mas oh, continuo preferindo uma das nossas meninas....
A L'officiel #5 também abriu mão de uma modelo e veio com a bela Laura Neiva vestindo Chanel. Vale lembrar que a gracinha é uma espécie de embaixatriz da marca em nossas terras e isso acaba deixando a matéria com uma certa cara de jabá. Ao menos é um jabá do bem, né?
Mas graficamente a capa não é das melhores. Acho escura, poluída e não dá o mínimo destaque para Laura, que tem uma carinha linda e merecia estar GIGANTE ali no meio, e não tão pequetita atrás de tanta letra.
E a Vogue faz o mesmo de sempre: uma capa qualquer nota, toda combinadinha com vários tons de laranja e um azul turquesa lindo no fundo. Assim, apesar do azul, acho a imagem de moda produzida feia, mas alguém deve gostar, né?
Gente, desculpa, mas não consegui entender a roupa e a pose da gringa, inclusive, será que todo ano a Vogue vai trazer uma gringa para o Rio? Ela tá ajoelhada puxando a barra da saia? Esse recorte do vestido vai tipo até o joelho? Tem uma peça transparente por baixo de tudo? Não entendi.
Lá na nossa página no Facebook tem uma enquete para você escolher a melhor do mês. Participa, vai!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Um a zero para as meninas

Não sei se rio ou se choro quando a Elle, uma revista de moda, voltada para o público feminino, faz uma capa infinitamente mais sexy, com uma mulher infinitamente mais bonita e sensual, que a da VIP. E olha que a Elle ainda nem liberou a capa inteira…

elle_dasbancas

Vergonha alheia dos meninos da VIP

terça-feira, 8 de maio de 2012

Gringa para quê?

A gente já falou da polêmica capa da ELLE de aniversário e, como sempre, vamos dar uma olhada no recheio da revista? 
Então, a única foto realmente incrível do ensaio estrelado pela Top Coco Rocha que vale alguma coisa é a usada na capa, de resto, tudo é muito sem graça, sem força, totalmente descartável. Acho uma pena investirem numa modelo gringa, com produção gringa e ter um ensaio tão distante do que consumimos, do que achamos bonito. Bola fora total...  
Se o ensaio da Coco Rocha – que não faz parte do caderno de moda, mas sim do caderno de luxo – foi completamente inexpressivo, dois dos três ensaios que integram o caderno de moda, editado pela competente Susana Barbosa, são simplesmente fantásticos. Coisa que estamos acostumados a ver em revistas gringas e nossos profissionais sabem fazer muito bem. 
O primeiro a merecer destaque é estrelado pela musa Ana Cláudia Michels, foi fotografado por Jacques Dequeker, coordenado por Rita Lazzarotti e a beleza ficou por conta de Henrique Martins.
Todo trabalhado no exagero, o ensaio foi clicado nos cenários do musical Priscila, a Rainha do Deserto. Tudo muito over, muito colorido, brilhante e cheio de figurantes. Tem como não se apaixonar por todo esse exagero? Desculpa, mas eu não consigo.
esse olhar hipnótico acaba comigo...
Agora, se você é do tipo que não curto tanto essa profusão de cores, vai se apaixonar pelo ensaio macabro fotografado por Bob Wolfenson. Com um elenco incrível – Debora Muller, Lovani Pinnow, Luana Teifke e Cristina Herrmann – Bob cria toda uma atmosfera soturna, cheia de sombras, texturas, móveis velhos e drama.
O stylling é inspirado nos anos 20 e é de uma riqueza! Muita pedraria, muito bordado, muita pele – falsa, né gente? – e, claro, muito glamour. A beleza desenvolvida por Helder Rodrigues é bem caricata, do tipo que não dá pra se inspirar e levar pra vida – só com muito resumo de toda a estética desenvolvida –, mas é um detalhe imprescindível para reforçar a atmosfera criada pela equipe comandada por Susana e Rita.
Adoro a ousadia de algumas meninas peladinhas, principalmente por ter sido feito de maneira muito sutil, sem qualquer traço de vulgaridade.
Se você é assinante da ELLE deve ter ficado putíssimo por não ter recebido junto de sua edição o especial Alexandre Herchcovich que veio encartado na revista vendida em banca – não todas as bancas do Brasil, alguém explica por quê Nordeste e Rio Grande do Sul foram cortados? 
Além do encarte todo dedicado ao estilista, este receberá um post próprio em breve, a revista também trouxe um lenço desenhado pelo cara. Não sei se sou clichê demais, mas adoraria ter visto as caveiras dele estampadas no brinde. 
presentinho pobrinho, mas simpático.



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