Parece que finalmente temos um Papa em condições de alcançar a popularidade e simpatia do saudoso João Paulo II. Papa Francisco vem ganhando o povo e capas de revista, desde que assumiu a vaga deixada em aberto por Bento XVI, e a capa da vez é a da Times. Tudo muito lindo, muito incrível não fossem dois pequenos detalhes:
segunda-feira, 22 de julho de 2013
O Papa do Povo
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
A Playboy da Antonia Fontenelle
Depois de todos os comentários, notícias e promessas, nada mais normal que uma certa ansiedade para ter em mãos a Playboy de Antonia Fontenelle. Como previsto, na quinta passada tava com minha edição e vim pensando no que iria falar dela por aqui. É muita coisa a ser dita, confesso. E, pasmem, a maior parte delas nem diz respeito à viúva do diretor. A Playboy de julho trouxe tanta coisa, que nem sei se devo falar de tudo por agora, ou se aguardo mês que vem para ver a consolidação das coisas. Mas vamos à resenha do mês...
Em mãos, a capa é bem bonita, tem cores vivas e chama atenção, mas ainda assim, tem uma das piores diagramações já vistas. A leiturabilidade dos textos não é das melhores e o corpo tão pequeno das chamadas não me convence. Acho que falta um cuidado maior por aí...
Logo nas primeiras páginas o susto: a Playboy tá com projeto gráfico novo. E é tudo tão diferente, mais leve, mais fresco. Com um quê de revista das antigas, mas apontando para um futuro próspero, sabe? E, logo depois do susto do novo projeto gráfico, vem o susto de ver fotos de bastidores do ensaio junto aos editorial de Thales Guaracy. Deu uma sensação de Playboy dos anos 90. Curti a novidade. Quero mais e mais fotos. Sobre o editorial: achei interessante em alguns pontos, mas bem prepotente em outros. Thales pode segurar a onda, né?
Sobre o ensaio em si, acho bonito e só. Antonia tá com o corpo super em dia, tá disposta a fazer fotos boas, sem frescura, sem sombras chatas e tal... Mas o problema fica por conta da falta de variedade do ensaio. Parece que a locação era restrita apenas a 4 m2 e o que Duran fez foi girar em torno do próprio eixo, enquanto a atriz ia mudando de lugar. Gente, eles não tinham uma fazenda inteira? E a história do cinema? Cadê troca de figurino?
Essa limitação deixa o ensaio que é bonito e cheio de potencial, com cara de fraco, preguiçoso e sem criatividade. Inclusive, não tinha mais uma bota para Tonha calçar não? Era só aquela mesmo?
Acho que essa caminhonete renderia fotos incríveis. Esse vermelhão contrasta bem demais com a loirice da estrela. Gente, pesquisa nos arquivos do Sexy o ensaio da Bárbara Koboldt fotografado pelo sensacional Daniel Aratangy. Fizeram miséria numa caminhonete.
Por último, mas não menos importante, não poderia deixar de falar de uma das coisas que me arrancou um sorrisão ao ver os colaboradores da Playboy. Para quem não ligou o nome à pessoa, o Gregório Souza apresentado aos leitores é o nosso Greg. Um dos criadores deste humilde blog, que deixou nossa equipe ao integrar o time da Alfa e que agora acaba de chegar à redação da revista do coelho. Boa sorte, querido! Tâmos juntos na torcida pelo sucesso!
#orgulho
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Uma bond girl meio pobrinha, mas linda!
A irmã menos famosa da família Birkheuer está na capa da Status de julho e vem bem gata – apesar da produção com cara de pobrinha. A imagem escolhida para destaque principal é forte, e tem um movimento super interessante, além, claro, do olhar matador que é tradição de família.
O corpão tá super em dia e, na minha modesta opinião, é muito mais bonita que a irmã Letícia...
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terça-feira, 9 de julho de 2013
#VemPraRua
Trip e TPM sempre foram muito bem posicionadas politicamente, sempre demonstraram suas inquietações com a realidade das cidades e, de alguma maneira, sempre buscaram maneiras de modificar o espaço em que vivemos. Um grande exemplo é o Prêmio Trip Transformadores, que reverencia exemplos a serem seguidos nas mais diversas áreas.
Por isso, depois de tantas manifestações nas ruas do Brasil, era mais do que esperado ver um reflexo disto tudo nas capas das duas revistas. A TPM se apropria do #SemViolência tão ouvido nos últimos tempos e amplia a discussão. Une-se à Marcha das Vadias e encorpa o grito contro a Violência Sexual. Boa causa!
Graficamente a capa não me arrebata, mas gosto bastante da simplicidade que vai da foto à diagramação.
Já a Trip, aposta todas as fichas em uma edição especial sobre SP e se propõe a discutir os mais diversos temas relacionados à cidade mais rica do país. Na capa principal, temos o povo que tomou as ruas, em meio a uma forte névoa – que aprendemos a identificar como gás lacrimogêneo – e a chamada com uma pausa que dá o tom que esperamos da revista. São Paulo não pode parar... de sonhar. Lindo!
Se, apesar de todo o conceito, a capa principal da Trip não te pegar graficamente, deixe-se levar pela versão com OsGemeos impressa. Também relacionada às ruas, mas mais comercial, esta capa traz as cores tão características dos trabalhos da dupla e, não tenho dúvidas, satisfaz os mais interessados em coisas bonitas, apesar de não abrirem mão das manifestações.
Vem pra Trip, vem!
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
A viúva do diretor está pelada!
Antonia Fontenelle parece ter estudado a cartilha de como causar na Playboy com muita atenção. Nas últimas ouvimos inúmeras histórias do ensaio da moça. Vimos prévias no instagram, notas em diversos sites de fofoca e, claro, a promessa de que este é um ensaio para entrar na história da publicação.
Confesso que não tenho simpatia pela moça. Acho bem enjoada, e não muito bonita, mas a capa veio pra me dar um tapa na cara e trouxe uma mulher bem da interessante. Corpão em dia, cara bem tratada pelo photoshop e a sensação de que o ensaio vem bonito. Não vi as tais referências ao cinema que Antonia tinha falado, mas achei bonito. Prefiro um caminho seguro e bem feito, a invenções exageradas e mal produzidas.
Mas, como sou o chato de plantão, tenho duas coisas para reclamar da capa:
1. essa tipografia serifada que adotaram para as chamadas é bem meia-boca, né? Tem a leitura bem dificultada e nenhum impacto. Curti não.
2. esse vermelho – pinçado do tecido amarrado ao braço é lindo, mas não tem a melhor leitura sobre o azul intenso. É muita vibração para uma capa só, não acham?
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O Raio X de Herchcovitch
A Serafina, como sempre, não perde a oportunidade de ser incrível ao vir para as bancas. Na sua edição do fim de semana, a revista trouxe para a capa Alexandre Herchcovitch. Sem dúvidas, uma personagem que não precisa de grandes explicações, né? Principalmente para o público da revista, que tem toda um estilo mais modista e tal. Daí, porque não se apropriar do símbolo máximo do estilista para fazer a capa?
Sim! Ao invés de uma foto incrível do Alexandre, Serafina trouxe para a capa o crânio do estilista – SIM, este é o Raio X do próprio. Para os mais avoados, a caveira é a marca registrada de sua marca e, em muitos casos, substitiu o próprio nome em muitas peças. Foda a ideia, né?
Para não deixar os mais ligados à fotografia carentes, passando a radiografia do estilista, tem um retrato dele feito por Daniel Klajimic.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Dossiê Nanda Costa + Playboy
Todo dia pipoca uma notinha sobre o ensaio da Nanda Costa para a Playboy, mas o que tá rolando de fato, quase ninguém sabe. Daí que este humilde blog foi escolhido pela estrela da edição de agosto da Playboy para contar todos os detalhes. Estão prontos para saber de tudo? Então senta na cadeira e veja a nota oficial enviada pelo empresário da moça, o querido Marcelo Sebá.
A NEGOCIAÇÃO
O início da negociação com a Playboy foi em janeiro, ainda na época do Aran. As negociações sempre foram muito tranquilas, tanto em termos financeiros quanto artísticos. Nossa única divergência na época é que eles queriam a Nanda para a edição de Junho e a nossa posição sempre foi de que era fundamental um intervalo entre o fim da novela e a publicação, pois Salve Jorge tratava de tráfico humano e prostituição e posar para a Playboy com a novela no ar poderia gerar um efeito negativo para todos os envolvidos.
A EQUIPE
Após a mudança de direção, fomos procurados pelo Thales, que deu continuidade e concluiu a negociação de forma muito rápida e satisfatória. Passado este momento, começamos a discutir o conceito. A Nanda queria uma locação inédita e o Thales sabiamente sugeriu que não perdêssemos a identidade latina da Nanda. Com toda a razão, ele colocou que a Nanda tem uma beleza muito brasileira e que isso deveria ser explorado. Nanda então sugeriu Cuba. Ela já conhece o país e disse que se sentiria à vontade. Chegamos então ao nome do Bob e optamos por manter o stylist e o beauty artist que cuidam da Nanda (Fabricio Miranda e Wilson Eliodoro) por uma razão simples: além de íntimos, eles conhecem os gostos e o corpo da Nanda. Portanto, serão de grande importância para que ela se sinta segura.
TERRY RICHARDSON
No meio do processo, uma surpresa: comentei com o Terry Richardson (meu parceiro profissional há "apenas" 17 anos) que estava indo para Cuba fazer a Playboy da Nanda (ele a conheceu em NYC há pouco tempo) e ele PEDIU para fazer a revista. Seria a primeira vez que ele faria Playboy e também sua primeira vez em Cuba. Levei a situação ao Thales e ao Eduardo Hirama (diretor de arte) e eles de pronto disseram "vamos fazer dois ensaios, duas capas!". Já estava tudo certo com o Terry. Datas bloqueadas, cachê negociado e locações produzidas, porém, há dez dias recebemos a notícia de que os vistos dele e da equipe não foram liberados. Como são americanos, o Departamento de Estado dos EUA precisa aprovar a viagem.
O CACHÊ
Não se fala de cachê. A única coisa que posso dizer é que é mais de R$1milhão e menos de R$5milhões. O resto, é especulação! rs
CURIOSIDADES
A Nanda pediu para que, ao invés de dois dias, a equipe separasse três dias para fotos e um dia extra. A Playboy é um trabalho grande, sério e ela quer ter certeza de que pecou pelo excesso. Nas palavras dela "Eu só saio de Cuba quando tiver certeza de que o Bob tem material para um livro!". A questão não é "fazer a melhor Playboy de todos os tempos", mas "fazer o nosso melhor".
Por sugestão do Thales, pela primeira vez, a entrevistada será a estrela da capa. Trata-se de um statement da Playboy, uma forma de mostrar que a revista está ligada que a mulher não é mais um objeto. Ela é linda, dona de uma beleza única, mas também tem muito o que dizer."
Voltando à programação normal
Os últimos dias foram intensos para todos. Vimos o Brasil indo às ruas, vimos manifestações lindas, manifestações que terminaram em guerra civil e, como não podia deixar de ser, vimos uma cobertura extensiva da grande mídia nacional e internacional.
Nestes dias, parecia inadequado falar sobre revistas. Tudo parecia muito maior que esses volumes impressos que tanto amamos. Mas, confesso, tava dando saudades. Sinto que, apesar de tudo, a vida continua e, em algum ponto, precisa voltar à programação normal.
Espero, sinceramente, que estes dias tenham deixado marcas permanentes em nosso país. E, enquanto assistimos – e fazemos – às mudanças no Brasil, continuaremos leves e despretensiosos por aqui.
Então, sacode a poeira e bora falar de revista!
domingo, 16 de junho de 2013
20 centavos e muito mais
Como era de se esperar, Época, Veja e IstoÉ entregam suas capas desta semana às manifestações populares, que tomaram conta das ruas de SP, e que começaram a ganhar reforço em diversas capitais brasileiras. Como também era de se esperar, cada uma das revistas faz sua leitura do caso e, todas, deixaram muito claro seu posicionamento político.
Veja, a mais à direita das bancadas e das bancas, faz uma capa reducionista e com tom irônico, que coloca o aumento da passagem como o grande motivo para as manifestações. E qual seria o motivo para a escolha dessa foto para capa? Talvez o mesmo que levou a redação a escrever essa reportagem. Ao jogar para os manifestantes todo o "impacto ruim" que manifestações causam, a revista simplesmente deixa de mencionar a ação de uma polícia polícia despreparada, que disparou, inclusive, contra jornalistas que estava lá cobrindo a manifestação. Será que alguém da redação da Veja foi às ruas ver o que de fato acontecia? E se fosse um repórter da revista a tomar um tiro, como aconteceu com a jornalista da Folha? O texto seria o mesmo? Vergonha, é o que sentimos!
Já época, a que ocupa as bancadas centrais – em alguns momentos está de um lado, em outros pende para o outro, e em alguns faz vista grossa para o que está acontecendo – traz a capa mais bonita e marcante das manifestações. Além da beleza que é a foto de Ignacio Aronovich (dá para ver aqui mais fotos incríveis das manifestações), a abordagem da chama da Época é muito interessante. No lugar de julgar alguém - os manifestantes, no caso da Veja – Época prefere conhecê-los, entendê-los. É um texto bastante justo, pois convida o leitor a conhecer todos os lados da moeda.
A IstoÉ, nossa semanal mais à esquerda (com ressalvas), enfia o dedo na ferida e aponta o grande gente do pânico das manifestações: a polícia despreparada de SP, com toda sua truculência e violência desmedida. Graças a esta polícia, vimos cenas de barbárie, tivemos a sensação do retorno da ditadura militar e, o que é pior, quase acreditamos que não era mais possível expôr nossa opinião. Felizmente, não baixamos a cabeça e continuamos mostrando o que pensamos, em que acreditamos. A capa da IstoÉ é forte, muito porque é a mais real de todas.
Esse post é assinado em terceira pessoa porque o dasBancas não pode ser apenas um expectador deste momento tão importante para a sociedade brasileira. Estamos juntos nessa e temos vergonha de toda e qualquer violência, opressão e censura e de toda imprensa que não colabora para que o povo veja, de fato, o que acontece por aí.
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
Sim, a Wanessa está na Playboy!
Wanessa, que não é boba nem nada, tem feito de tudo para divulgar sua turnê DNA. É entrevista para blog gay, presença em programas populares, shows com preços convidativos e, para fechar o pacote, agora é a vez da marmanjada que acha a moça gata. Por isso, neste mês, ela estrela o Insiders da Playboy, em fotos feitas por JR Duran.
Além das fotos, Wanessa ainda dá um recado para os fãs que a querem nua: “pelo Marcus, meu marido, eu já teria feito a capa da PLAYBOY faz tempo, mas a ideia de ficar nua em uma revista nunca me atraiu”.
Só um aviso à assessoria que anda divulgando as fotos: “Californians Girls” e Pin Up são duas completamente diferentes. E ficar forçando o uso do Pin Up pra tudo é total nada a ver. Vamos seguir em frente, vamos?
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sexta-feira, 7 de junho de 2013
Bora pra briga?
Como a Trip, a TPM também faz um Especial Briga em sua Edição Namorados. E, como a revista irmã, a TPM entra na luta pelos direitos LGBT e coloca em sua capa Malu e Daniela. Acho a capa ousada em vários pontos: tem beijo, é preto e branco e não tem foco. Coisas que só a TPM faria por nós, né?
A outra capa, mais comportada, traz o casal Vanessa Lóes e Thiago Lacerda. Lindos como sempre! E muito mais comerciais...
Qual vocês levam para casa?
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Jean Wyllys: ele é o cara!
A Trip de Namorados já chega às bancas com uma vantagem em relação a qualquer revista do mercado: em tempos de romance, vem discutir por que brigamos! Sim, ponto de vista inusitado e coerente. A cara da Trip.
Mas, como se não bastasse essa abordagem diferenciada, eles ainda trazem Jean Wyllys para a capa e deixa a gente cheio de orgulho. Os motivos são vários, mas trazer em sua capa Jean – que é a prova de que a integridade moral é possível na política brasileira – mostra que podemos acreditar em nossos representantes, que podemos vislumbrar um futuro mais digno e, principalmente, que somos todos iguais para essa publicação tão querida.
Jean é nosso Milk e merece todo o espaço do mundo. É pop e sabe usar esta simpatia popular a favor da causa LGBT e, além disso tudo, está incrível na foto de Murillo Meirelles que estampa esta capa de Trip.
“Só o amor pode fazer, do inevitável clube da luta que é a vida, um lugar também de felicidade. E a felicidade, já diziam Lennon e McCartney, é uma arma quente.”
A outra capa da Trip, com a peladinha do mês, tá bem bonita, mas, convenhamos, não dá pra disputar com Jean, né?
Os gateiros de plantão vão morrer com essa capa, né? E os podólatras também...
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quarta-feira, 5 de junho de 2013
Apaguem a luz...
Não, reprint de capas internacionais não é novidade na Playboy Brasil. Mas isso não acontecia há tanto tempo – Lindsay não conta, ela tava como uma edição extra –, que havíamos ficado desacostumados. A capa escolhida pela publicação, não é feia – muito pelo contrário –, apesar de vir impregnada daquele jeitinho americano de fazer Playboy. A personagem tem alguma relevância, o fotógrafo é dos melhores, mas, ainda assim, a sensação de que só falta apagar as luzes é uma constante, né? Nem a notícia da Viúva do Diretor e Nanda Costa me deixam felizes...
E disk tem Tatá Werneck nas 20P. Será que isso vale o investimento?























